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DINAMIZANDO A LINGUA


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Respect
Un artigo interesante sobre a convivencia de varias linguas en distintos paises, en especial o da convivencia do checo co eslovaco. R-E-S-P-E-C-T


"..... O checo e o eslovaco são duas línguas eslavas muito similares. Se calhar poderiam ter sido a mesma língua, mas as vicissitudes dos impérios centro-europeus separaram os irmãos checos e moravos dos curmãos eslovacos durante dez séculos, propiciando as divergências entre as distintas variedades linguísticas. Depois de séculos de opressão, o XIX testemunhou o Ressurgimento das culturas e línguas eslavas em ambas as nações. O fim da Primeira Guerra Mundial acarretou o nascimento da República de Checoslováquia em 1917.

Durante o tempo da República (interrompida pola Segunda Guerra Mundial mas depois restaurada) a intercompreensibilidade entre os falantes de eslovaco e de checo era quase total. Um checo podia ir a Bratislava falando checo e um eslovaco não tinha problemas em Praga por falar a sua língua, como é natural. As emissoras de rádio e televisão emitiam nas duas línguas. Um eslovaco não tinha qualquer inconveniente para ler um livro em checo e, na prática em menor medida, também se verificava a asserção recíproca. A semelhança entre as línguas ajudava, mas não teria sido abondo não havendo como havia boa vontade e respeito mútuo.

Do antedito, o leitor sagaz terá deduzido que, por regra geral, os eslovacos não falam checo e os checos não falam eslovaco. Quando menos, não correctamente ou não sem dificuldade. Mas, em ambos casos, todos têm um conhecimento passivo da língua do vizinho, o que permite a coexistência harmónica das duas línguas sem uns nem outros terem que mudar de registo. Assim, a presença de duas línguas nunca foi fonte de conflitos na República de Checoslováquia.....

.....Em contraste com os modelos respeitosos e simétricos que vimos de descrever de forma sucinta, temos outros, assimétricos, que se fundamentam na supremacia duma língua sobre as outras ...

.... Francia ... Belgica .....

O Reino de Espanha, como sabemos, também teima no discurso da ?língua comum?, que é o eufemismo com o que querem justificar a supremacia homogeneizadora e substitutiva do castelhano a respeito das outras línguas que, por enquanto, ainda coexistem no Estado. A maioria dos súbditos do Reino também se recusam a aprenderem qualquer uma das línguas ibéricas distintas do castelhano e até nem fazem o mais mínimo esforço por as compreenderem. Na Galiza, caso avançado de patológico auto-ódio, são já os próprios naturais do país os que agem como vectores de aculturação.

Alguém acha concebível, por exemplo, poder falar galego com toda naturalidade em Madrid? Alguém imagina uma coprodução bilingue entre a Televisão de Galiza e a Televisão Espanhola para o programa de fim de ano de 2011 onde, com toda naturalidade, todos os súbditos do reino ficassem expostos à musicalidade da nossa língua?... "
Comentarios (0) - Categoría: Opinión - Publicado o 29-01-2010 23:25
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Campañas doutros tempos

Campañas doutros tempos. Xa caducaron ?
Comentarios (0) - Categoría: Opinión - Publicado o 12-01-2010 00:20
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Prexuízos lingüísticos
Dende a bitácora A Tabarra Dixital, sacamos este traballo, sobre os prexuízos, collendo como base o discurso de ingreso de Ramón Piñeiro na Real Academia Galega (1967): "A lingoaxe e as linguas"
Analiza, por exemplo, a asociación do galego cos grupos desfavorecidos e do castelán cos dominantes, así como os efectos psicolóxicos que provoca esta situación.
Un dos prexuízos que recolle e segue en boa parte vixente é aquel que identifica, en todas as sociedades occidentais, progreso con homoxeneización cultural, coa conseguinte dificultade para entender que o desenvolvemento pode e debe ser compatíbel coa pluralidade.
É fundamental o feito de que lle outorga un sentido histórico e social ao problema da lingua, entendendo que este afecta á autorrealización da colectividade que a fala. Así, o problema da lingua é o problema do país e a recuperación da lingua a recuperación do país.

Comentarios (0) - Categoría: Opinión - Publicado o 08-01-2010 09:08
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Galeguismo. Baltar Blanco
A punto de saíres o novo decreto do galego, xurden diversas opinións. Baltar Blanco, dende Ourense cóntanos que é para el o galeguismo e cal é o seu desexo sobre o novo decreto.


"O galeguismo para min ven perfectamente definido no noso Estatuto de Autonomía: "asumir como tarefa principal a defensa da identidade de Galicia e dos seus intereses e a promoción da solidariedade entre todos cantos integran o pobo galego". Ser galeguista é unha actitude, máis que un sentimento. Ser consecuente co noso país e loitar cada día por defendelo. Exercer de galego".

Agardo un decreto que non atente contra a lingua
Comentarios (0) - Categoría: Opinión - Publicado o 23-12-2009 11:38
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