Caderno da Coordenadora de Equipas de Normalización Lingüística de Ferrolterra








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Comentarios (0) - Categoría: 00-Xeral - Publicado o 06-05-2015 11:54
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Actos da Cultura Galego-Portuguesa 2015
Actos da Cultura Galego-Portuguesa 2015.



Maio em Amarante (Portugal)
Junho na Corunha (Galiza)
de 1 a 30 de Maio de 2015: exposição ?A Arquitectura Sen Arquitectos: A Arquitectura Anónima A Través dos Traballos de Vicente Risco? da Fundación Vicente Risco
na Traga-Mundos ? livros e vinhos, coisas e loisas do Douro, em Vila Real


«A Galiza e o norte de Portugal, filhos de uma mesma cultura que ficou truncada, não tanto na época em que D. Afonso Henriques proclamou a independência do Condado Portucalense, mas sim quando foram implantados os tratados de limitação de fronteiras por estados liberais fortemente jacobinos e centralistas ao longo do século XIX.

Nas duas primeiras décadas do passado século XX, intelectuais e criadores galegos e portugueses falaram da necessidade do reencontro. Mas as violências do século XX, nomeadamente as ditaduras, a Guerra Civil Espanhola, a repressão, as dificuldades económicas que afectaram os povos ibéricos pareceram silenciar este diálogo que, na forma de encontros entre arqueólogos, escritores, filólogos, etc., continuaram à margem do discurso oficial.

Amarante é um referente para este reencontro e também encontro. A figura de Teixeira de Pascoaes, grande admirador de Rosalía de Castro (Pascoaes escrevia a Risco que haveria de se lhe fazer uma homenagem) foi um referente simbólico para uma intelectualidade galega. E não só Pascoaes. Também Leonardo Coimbra, Santos Júnior, Carlos de Passos, Hernâni Cidade, Rodrigues Lapa, Vicente Risco, Viqueira, Noriega Varela, Castelao, Filgueira, Jenaro Marinhas del Vallhe, Valentín Paz Andrade, Carvalho Calero, são um bom exemplo de intelectuais que, em algum momento da sua vida, trabalharam para o reencontro.

Mas se é necessário o reencontro também é igualmente necessária a redescoberta de um património cultural que teve origem no território da Gallaecia romana e que teve na língua galaico-portuguesa a sua fonte de criação. O património comum galaico-português faz parte do acervo da humanidade em criações tão singulares como as cantigas medievais da nossa lírica que transparecem uma rica tradição oral onde beberam os trovadores. A cultura popular comúm que manteve a sua vitalidade até ao presente, apesar da fronteira política, debe obter o seu maior reconhecimento mediante a inscrição na Lista Representativa do Património Imaterial da Humanidade da UNESCO.

A aprovação a 11 de Março de 2014 pelo Parlamento Galego da Lei Valentín Paz-Andrade, fruto de uma Iniciativa Legislativa Popular, publicada no DOG de 8 de Abril de 2014, convida-nos, e até certo ponto obriga-nos, a aprofundar o esforço do reencontro.

Para contribuir para fazer da Lei realidade, damos impulso às seguintes actividades a desenvolver em Amarante e na Corunha nesta edição de 2015, que esperamos que não seja a última. A eleição destas duas cidades para a presente edição não é arbitrária. Se Amarante tem a força simbólica de Pascoaes, a cidade da Corunha é onde está a sede da Academia Galega, instituição civil constituída por aqueles que pensavam no ressurgimento da Galiza.»
A livraria Traga-Mundos tem contribuído para este encontro ? nos últimos meses, desde 2014, participou em Ourense, Monção, Allariz, Corunha, Eco Espaço O Rexo, Montalegre, Vila Real, e faz parte desde o início da organização deste evento, liderado pela Fundación Vicente Risco, que decorrerá em Maio em Amarante e em Junho na Corunha, entre a Galiza e o Norte de Portugal.

As atividades programadas para os dias da Cultura que une em Amarante no mês de Maio:

Actividades no dia 2 de Maio

Inauguração das exposições

12H00 - Café Bar: Inauguração da exposição de pintura.
14H00 - Doçaria Mário: Inauguração da exposição de fotografía.
15H00 - Porta 43 ? Ass.Gatilho: Inauguração da exposição de pintura e escultura.
20H30 ? Casamarela: Inauguração da exposição de pintura.

Actividades na Biblioteca Municipal Albano Sardoeira:


16H00 ? Inauguração da exposição ?Do Saudosismo ao Atlantismo.
16H30 ? Mesa Redonda: A intelectualidade da Galiza e do Norte de Portugal.
18H30 ? Concerto de temas Galegos: Cantigas que leva o vento.
19H30 ? Recital de poesia dos clássicos galegos e portugueses.

Actividades no dia 29 de Maio

Claustro da Câmara:

22H00 - Concerto do grupo de Câmara Ensemble Hotteterre.

Actividades no dia 30 de Maio

FESTIVAL CULTURAQUEUNE.COM

12H00 ? Café Bar: Encontro de artistas para tratar de futuras iniciativas conjuntas.
16H00 ? Doçaria Mário: Encontro de poetas.
18H00 ? Porta 43 ? Ass. Gatilho: Contadores de histórias.
21H30 ? Café Bar: Concertos de música actual: Gustavo Carvalho e João Morais ? Ton Risco, Alfonso Medela e Juan Cañada ? Terra Morena.

Actividades no dia 31 de Maio


15H00 ? Casamarela: Apresentação do projecto Carmiña Flor de Galicia, por Emili R. Portables (Coral de Ruada).
16H00 ? Biblioteca Municipal Albano Sardoeira: Projecção do filme mudoCarmiña Flor de Galicia, com acompanhamento musical de Coral de Ruada.

De 29 a 31 de maio
Café Bar e Porta 43 ? Ass. Gatilho: Exposição/venda de livros galego-portugueses

Actividade complementar de 1 a 31 de maio na Livraria Traga-Mundos (Vila Real)
Exposição: Arquitectura sen arquitectos. A arquitectura anónima a través dos traballos de Vicente Risco.


«La muestra está organizada por la fundación que lleva el nombre del escritor ourensano y debe su nombre a otra exposición celebrada allá por 1964 en el Museo de Arte Moderno de Nueva York por iniciativa de Bernard Rudofsky.
La exhibición consta de varios paneles en los que se abordan ejemplos de construcción anónima como casas, petos de ánimas, cruceros o recintos feriales, en los que aparecen reflejados, precisamente los Pendellos de Agolada por su excelente conservación, a pesar de que el 70% del conjunto original fuese destruido para dar lugar a nuevos edificios. El visitante podrá incluso reparar en la ingeniería anónima en cuanto a tejados, bisagras, cerrojos, ventanas e incluso mobiliario.
Los carteles permiten, también conocer la investigación sobre esta arquitectura. Los primeros estudiosos surgieron en la década de los 30, con el Seminario de Estudos Galegos. Tras el estallido de la Guerra Civil, Xaquín Lourenzo tuvo que interrumpir sus investigaciones sobre las construcciones dezanas, que se publicarían en el año 1962 en el segundo tomo de la Historia de Galicia, bajo el título de "Etnografía cultural material".» [Faro de Vigo]




António Alberto Alves
Traga-Mundos ? livros e vinhos, coisas e loisas do Douro
Rua Miguel Bombarda, 24 ? 26 ? 28 em Vila Real
2.ª, 3.ª, 5.ª, 6.ª, Sáb. das 10h00 às 20h00 e 4.ª feira das 14h00 às 23h00
259 103 113 | 935 157 323 | traga.mundos1@gmail.com | www.traga-mundos.blogspot.com

Próximos eventos:

- dia 2 de Maio de 2015 (sábado): ?Actos da Cultura Galego- Portuguesa 2015?, inauguração de exposições, mesa redonda, concerto, recital de poesia, Cultura Que Une, Amarante;
- dias 5 e 6 Maio de 2015: participação com uma banca de livros, mais algumas coisas e loisas, no XIX eiri ? Encontro Internacional de Reflexão e Investigação, na UTAD ? Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro em Vila Real;
- dia 5 de Maio de 2015 (terça-feira), pelas 21h00: tertúlia ?À conversa sobre: o Lobo? por José Manuel Campeão Ribeiro, Vigilante da Natureza no Parque Natural do Alvão, organização da cooperativa Rupestris, na Traga-Mundos em Vila Real;
- dias 7, 8, 9 e 10 de Maio de 2015: participação com uma banca de livros, no EncontraDouro ? Literatura e Territórios?, no Espaço Miguel Torga, em Sabrosa;
- dias 14, 15, 16, 17 de Maio de 2015: participação com uma banca de livros na Festa do Libro Galego Português, na Fundación Vicente Risco em Allariz (Galiza);
- dia 23 de Maio de 2015 (sábado), pelas 21h00: apresentação do livro ?O Herói Português da Primeira Guerra Mundial? de Francisco Galope, na Traga-Mundos em Vila Real;
- dia 24 de Maio de 2015 (domingo), das 8h00 às 14h00: visita à Casa Museu Aires Torres, por João Luís Sequeira Rodrigues, em Parada do Pinhão, Vila Real;
- dias 26 e 27 de Maio de 2015: participação com uma banca de livros, mais algumas coisas e loisas, na 19.ª Feira de Minerais, na UTAD ? Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro em Vila Real;
- dias 29, 30 e 31 de Maio de 2015: exposição / venda de livros galego-portugueses, ?Actos da Cultura Galego-Portuguesa?, Cultura Que Une, Amarante;
- dias 10, 11, 12, 13 e 14 de Junho de 2015: exposição / venda de livros galego-portugueses, ?Actos da Cultura Galego-Portuguesa?, Cultura Que Une, na livraria Linda Rama, na Corunha.
Comentarios (0) - Categoría: 00-Xeral - Publicado o 06-05-2015 11:50
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O PP repudia dar rango de lei á normalización do galego
A maioría popular rexeitou a proposta do BNG -apoiada por toda a oposición- de elevar o Plan de normalización aprobado por unanimidade no Parlamento galego en 2002 a rango de lei e dar inicio a unha etapa de políticas favorábeis e positivas para o idioma.

Sermos Galiza


O PP votou contra a proposición de elevar a rango de lei o plan de normalización lingüística aprobado no seu día por unanimidade polo Parlamento Galego. Argumentou que converter en lei dito plan sería ?rachar o consenso?. Porén o plan fora aprobado por unanimidade de todos os grupos parlamentares e o PP ficou esta terza feira só no rexeitamento a esta proposta. Unha proposta defendida por Ana Pontón (BNG), que aclarou que se ben era presentada pol@s nacionalistas, era unha demanda de todas as persoas que traballaron para elaborar esta lei, as persoas que naquel momento apoiaron unanimemente o Plan xeral no Parlamento e para dar resposta á demanda de diversos colectivos como: Queremos galego, A Mesa, Prolingua, Coordinadora de traballadores pola Normalización Lingüística, Consello da Cultura e Real Academia galega.

Pontón comezou a súa intervención lembrando a Rosa Parks, a costureira negra que co seu xesto en 1965 de se negar -tal e como fixaba a lei- a ceder a cadeira no bus a un branco, marcando así un punto de inflexión na defensa dos dereitos civís para o seu pobo. ?Defendemos que o galego deixe de ter que viaxar na parte de atrás do autobús?, dixo a deputada do BNG, moi dura cun goberno que non é quen, acusou, de manter un mínimo compromiso co idioma. ?Reclamamos para o galego os mesmos dereitos que as do resto do mundo. Somos a única lingua do Estado que perde falantes?. Ante esta situación, considerou que o preciso é actuar e a mellor forma de facelo e acolléndonos ao xa acordado e que sigue vixente a día de hoxe, e ?o Plan Xeral é a base para avanzar? é tamén defender ?a democracia e dignidade do Parlamento? porque incumprir os acordos da Cámara galega é ?burlarse da democracia e converter o Parlamento nun apéndice inútil? A parlamentaria lembrou que hai dez anos da aprobación do Plan Xeral, e máis de seis que Feijóo, ?decidiu enterralo? demostrando que é ?especialista en dinamitar acordos?.

?O castelán é liberdade, o galego é imposición?

Nas súas quendas de intervención os diferentes grupos (AGE, PSdeG e Mixto) amosaron a súa preocupación pola situación do galego e avogaron por máis compromiso do executivo para co idioma propio. No grupo mixto denunciaron que ?non hai garantías? para poder vivir en galego con normalidade e reclamaron que ?non val de nada poñer compromisos no papel se iso nons e acompaña de orzamentos, de obrigas...?.

Alternativa Galega de Esquerdas incidiu na mala situación do galego e avogou pola necesidade de mellorar e incorporar achegas á normalización, pois houbo cambios nesta década. O PSdeG acusou o PP de ?buscar artificialmente a confrontación sobre a lingua? e criticou que no discurso dos populares ?o castelán vincúlase á liberdade e o galego á imposición?.

Inmutábel PP

Ningún argumento convenceu os populares, que tiraron dun argumentario xa clásico neles e acusar a oposición de ?rachar o consenso? sobre o idioma e de procurar ?impoñer? o galego. Afirmaron que nin as persoas do Rexurditamento nin nas Irmadades da Fala ?optaron pola imposición? e acusaron o BNG de querer un idioma ?no camiño da soberanía?.
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Un galego, mellor profesor de Historia do Estado de Nova York
Anxo Brea, de Esteiro, está como finalista ao premio como mellor profesor dos Estados Unidos.

Por Galicia Confidencial | Nova York | 05/05/2015


Ensínalle aos nenos a contar en galego, a coñecer a cultura celta ou a situar a Galicia no mapa. É un dos mellores embaixadores da nosa cultura no exterior sen ocupar un alto cargo, nin gastar millóns de euros en promoción como fan algunhas administracións. Chámase Anxo Brea e é un profesor de Historia en Nova York.

Este galego de Esteiro non é un mestre calquera, é o mellor profesor de Historia de todo este estado e un dos finalistas ao mellor profesor dos Estados Unidos. ?Se fala dun país concreto pois leva os rapaces ao parque para que xoguen a un deporte dese país ou trae comida dese país?, apunta á TVG Brian Levy de Vale, o director do Colexio Publico 257 de Brooklyn, onde Brea imparte aulas.

De feito, Brea recolle todos os recursos ao seu alcance para transformalos en coñecemento para os cativos. ?O bo deste premio é que te motiva a seguir ensinando e aprendendo?, di este mestre. Por iso, os seus alumnos teñen claro cal é a súa materia preferida; ?History?, din todos ao unísono.


Comentarios (0) - Categoría: 00-Xeral - Publicado o 06-05-2015 11:44
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Queremos Galego - Manifesto: Galego, garantía de futuro


O galego garantía de futuro, ten pasado e presente. É a máis grande obra colectiva do pobo galego. Galiza, o galego, non desaparecerá mentres non deixemos de usalo, mentres nós reivindiquemos a súa normalidade e actuemos no noso día a día para revitalizalo.
O galego ten presente porque malia o decretazo contra o galego, as reformas na administración, a limitación de recursos que permitan usalo na xustiza, na sanidade; malia a continua utilización de toponimia deturpada no transporte e sinalización en estradas, vilas e cidades; malia a súa exclusión da igrexa ou de empresas que reciben abondosas axudas públicas; malia todas as dificuldades e exclusións forzosas que nos limitan para vivirmos nel con absoluta normalidade, usámolo sempre, en todo e para todo, facéndoo por nós útil e vivo.

Mantémolo a pesar de termos un goberno que a través dun decretazo reducíu a súa presenza no ensino ou o prohibiu para as matemáticas, a física, a química e a tecnoloxía. Mantémolo aínda que por acción ou omisión a Xunta néganos a posibilidade elemental de recibirmos, ou mesmo de optarmos polo galego no audiovisual, na dobraxe, no lexendado de filmes e series, nos servizos de atención telefónica, na etiquetaxe, na formación profesional a distancia ou na formación de adultos, na administración electrónica, na xustiza ou na saúde, nos xoguetes e xogos infantís e xuvenís.

Usámolo os 365 días do ano, os sete días da semana e as 24 horas do día, non só o 17 de maio. Insistimos no uso da lingua porque é a nosa, a de todos e todas as galegas, e queremos que viva e vivir nela, porque é a existencia de Galiza e porque existir é a nosa maior necesidade.

Hai unanimidade en que os datos estatísiticos sobre o uso do galego na xente máis nova supoñen un grave problema. Mentres, o goberno da Xunta, que debe a súa propia existencia á lingua galega, só mostra falsa preocupación ou realiza hipócritas declaracións sobre o noso idioma.

O goberno que lexislou contra o galego quere facernos crer que co anuncio dun suposto Plan para elaborar un documento estrutural básico de dinamización da lingua galega no tecido económico, xa está solucionado o problema do descenso do uso do galego e todas as limitacións para a súa normalidade. A lingua galega non precisa propaganda. Precisa accións concretas a favor dela como as xa aprobadas unanimemente hai dez anos, no Plan Xeral de Normalización da Lingua Galega e sobre as que só tivemos retrocesos. O galego precisa tamén dun goberno que deixe de lado a irresponsabilidade e asuma as funcións que ten encomendadas, apoiando un amplo movemento que neste momento actúa en solitario todos os días.

A Xunta de Galiza ten que defender a lingua non só porque é a súa obriga mais tamén porque é o principal factor de cohesión social e de unidade, e porque ningún pobo pode progresar de costas ao seu idioma.

Hai outros gobernos, como os das institucións locais, que deberían estar máis próximas ás sensibilidades e preocupacións dos cidadáns e cidadás, onde tamén se poden aplicar as medidas contempladas no Plan xeral de normalización da lingua galega, para repor a nosa lingua en todos os espazos que nunca debeu perder e para restaurar o seu uso como lingua propia e oficial. Aínda así, son cada vez máis os que exclúen a lingua galega, nomeadamente dos servizos externalizados ou privatizados.

O futuro do galego, o noso máis importante sinal de identidade colectiva, é unha demanda social, a da nosa existencia colectiva, que os gobernos deben ouvir e atender para actuar. A garantía de futuro do noso país é o galego.

Queremos galego, e activámonos como sociedade para telo e repolo nas rúas, nas escolas, nos parques, nos centros de traballo, nos medios de comunicación, na música, na literatura, na saúde, na xustiza e na administración. Queremos galego e precisamos pasos adiante, non retroceder sobre os acordos, para reverter por fin un proceso de substitución lingüística que nos debilita e nos limita como país.

Por iso hoxe estamos nas prazas e rúas de Galiza, para dicir ben alto: Queremos Galego, Queremos Galiza con futuro!
Comentarios (0) - Categoría: Manifestos - Publicado o 06-05-2015 11:42
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Centos de rapaces prenden en Compostela a paixón polo galego no Correlingua
A choiva non minguou o ánimo dos e das escolares que tomaron a zona vella da capital galega para proclamar ?Galego, a nosa creación común?. Até o día 15, esta carreira percorrerá 11 localidades.

Sermos Galiza


Centos de alumnos de diferentes colexios da comarca de Compostela prenderon esta segunda feira en Compostela a mecha do ?Correlingua?, a carreira popular a prol do galego. Até o vindeiro 15 de maio, esta iniciativa (organizada pola CIG-Ensino, a Asociación Socio-Pedagóxica Galega (AS-PG) e a Mesa pola Normalización Lingüística) percorrerá outras 11 localidades do país.

A festa final desta primeira etapa desenvolveuse na zona vella da cidade, sendo o centro das actividades a Praza da Quintana. Neste ocasión, o alumnado puido gozar da actuación do grupo Monoulious DOP, así como facer parte da actividade participando no concurso de animación da carreira.

Cada unha das doce carreiras remata nunha festa final en que se dará lectura ao manifesto gañador e na que actuará un dos grupos gañadores do Cantalingua, outro dos certames do Correlingua, e no que os grupos seleccionados foron elixidos polo alumnado e o profesorado de diversos centros. Entre @s elexid@s, Bocinazo, Monoulious Dop ou Sacha na horta. Nesta edición conducirá o acto da festa final o músico e escritor Xurxo Souto, autor do himno do Correlingua.

Elemento común

Esta iniciativa enmárcase na liña de actividades normalizadoras que queren promover a reflexión sobre a situación do noso idioma e incidir na sensibilización no seu uso, como mecanismo imprescindíbel para o seu futuro, algo especialmente necesario no actual contexto en que os datos estatísticos inciden na perda de falantes do noso idioma. Na presentación desta edición xa se explicara que se tendeu que o Correlingua é un dos proxectos cos que se consegue aglutinar a un número moi alto de mocidade arredor dun elemento común como é o galego. O propio alumnado reflexionou sobre a actual situación do idioma facendo un chamamento a actuar na procura de inverter a situación actual de perda de falantes?.

Calendario:

Ribadeo: 5 de maio

Monforte de Lemos: 6 de maio

Lugo: 6 de maio

Ferrol-Narón: 7 de maio

Vigo: 8 de maio

A Estrada: 8 de maio

Tomiño: 11 de maio

Bueu: 12 de maio

Ourense: 13 de maio

A Coruña: 14 de maio

Pontevedra: 15 de maio
Comentarios (0) - Categoría: 00-Xeral - Publicado o 06-05-2015 11:39
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Intolerábel agresión á nosa lingua na Virxe da Barca en Muxía.
NOTICIAS DA MESA Xoves, 26 de Marzo de 2015


Fotografía de www.quepasanacosta.com
A Mesa pola Normalización Lingüística solicita a rehabilitación da lingua galega no Santuario da Barca

Marcos Maceira: ?As obras de rehabilitación do Santuario da Virxe da Barca non só non contemplaron a rehabilitación da lingua galega senón que engadiron unha agresión máis á nosa lingua?


As obras de rehabilitación e reparación do Santuario da Virxe da Barca de Muxía excluíron a presenza do galego engadindo unha sinalización na pedra onde se pode ler ?Nuestra Sra de la Barca?.

Segundo A Mesa pola Normalización Lingüística isto constitúe unha agresión con toda a intención por parte dunha igrexa católica que non é capaz de mostrar ningún respecto pola lingua galega e mantense no desprezo histórico que mostrou a súa xerarquía.

?Paradoxicamente a primeira en desprezar este lugar de culto e romaxe galego é a igrexa católica deturpando o nome galego e tradicional?, que lembrou, segundo a legalidade, é o único válido e recoñecido. ?Lamentábelmente non é un acontecemento illado e resulta habitual tanto na cantidade de veces que se reproduce noutros lugares, como na traxectoria histórica da institución relixiosa?.

A Mesa lembra que entre as medidas urxentes que propuxo recentemente para o galego, se atopa a de que as axudas e subvencións, nomeadamente as que recibe a Igrexa Católica, se condicionen ao uso do galego. A Mesa dirixiuse ao presidente Feixó solicitándolle unha reunión coa fin de que coñeza directamente estas medidas e as impulse, mais aínda sen resultado.

Da Mesa lembraron que a igrexa católica recibe grandes cantidades de diñeiro público para o manutención de espazos patrimoniais. ?Non se pode concibir como unha institución que ten ao seu cargo o coidado de grande parte do patrimonio artístico galego, mostre tal desprezo pola lingua propia do país, o seu principal patrimonio colectivo, e mesmo pola legalidade?, sinalou Maceira.

A entidade en defensa da lingua, anunciou que será ela ante a pasividade da administración pública, quen se dirixa á igrexa católica para que se repoña e rehabilite a lingua galega no coñecido santuario muxían da Virxe da Barca, único nome lexítimo, legal e polo que é coñecido.
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Valentín García: ?O goberno non pode soltar policías lingüísticas"
O secretario xeral de Política Lingüística, Valentín García, vén de presentar o ?Plan de dinamización da Lingua Galega no tecido Económico? no Parlamento. Diríxese ao sector económico porque ese é, ao seu ver, un dos eixos principais para garantir o uso do galego.

Sermos Galiza


-Vostede procede do ámbito da normalización lingüística, presidiu a CTNL e foi socio da Mesa até ben pouco. Que o levou a se poñer á fronte da política lingüística do PP?

Era xa coordinador da Rede de Normalización Lingüística que puxera en marcha a secretaría. Son da idea de que se queremos proxectar o futuro e planificalo temos que implicarnos. A realidade sociolingüística e sociopolítica é a que temos e, se che dan oportunidade e cres que o podes facer, por que non poñerte? O que sopesei foi a situación de conflito político e unha etapa economicamente moi difícil, cos orzamentos que se foron recortando. Cunha negociación previa, acepteino.

A redución de orzamentos foi duramente criticada. Pódese tirar do recorte a pouca preocupación pola normalización do goberno de Feijóo?

A redución é severa mais tamén é certo que non é nin maior nin menor que a doutras áreas de goberno porque o que se reduciron foron os orzamentos da Xunta e iso fixo que solidariamente tiveramos que tomar a decisión de baixalos. Mais tamén nos reinventamos e fomos quen de manter a estrutura. Non se pecharon centros de exterior, non se reduciron liñas de axudas... e mesmo agora incrementamos axudas a empresas editoriais.

A íntegra da entrevista tela ao teu dispor no número 143 de Sermos Galiza, disponíbel nos pontos de venda habituais e na nosa loxa.
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A Xunta recorta un 20% as axudas aos concellos en 2015 para normalizar o galego
Destina 245.000 euros, 55.000 menos que a cantidade que destinou a este fin no ano anterior ou que os que pagou a Enrique Iglesias por gravar un vídeo en Galiza.

Sermos Galiza


Prosegue o corte e recorte de fondos por parte do goberno galego para todo o que sexa promocionar, normalizar ou incentivar o galego. Desta vez son as axudas ás entidades locais de Galiza para promocionar o uso da lingua galega as que sofren unha nova tesoirada polo executivo de Núñez Feijóo. A convocatoria de subvencións para este ano foron publicadas esta semana no Diario Oficial de Galiza (DOG) e establecen un total de 245.000 euros. Ao famoso e polémico vídeo de Enrique Iglesias, a Xunta destinou 300.000. Un 20% máis.

A partida de 2015 supón, ademais, un recorte a respecto dos 300.000 que dedicara o goberno galego o ano pasado en axudas aos concellos para normalizar o idioma propio do país. O recorte continúa unha liña que vén desde 2012, cando esta mesma finalidade contaba con 520.000 euros anuais de orzamento. Os fondos, destinados a concellos con máis de 3.000 habitantes, poderán dedicarse á creación, mantemento ou reforzamento de servizos lingüísticos, así como a promover programas de dinamización da nosa lingua.

Teima en minguar

O eido da promoción do galego,é dos máis prexudicados polos recortes orzamentarios do goberno de Feijóo. En 2009, ano do desembarco de Núñez Feijóo na Xunta, os fondos para a normalización do galego foron de 21,5 millóns de euros. Nas contas autonómicas para o exercicio 2015 esa cifra é de menos de sete millóns de euros, 6,7 millóns. Máis dun 70% de recorte. Manuel Fraga, no seu último orzamento como presidente e con Núñez Feijóo de vice-presidente, destinou 19 millóns de euros a promocionar o galego.
Comentarios (0) - Categoría: 00-Xeral - Publicado o 03-05-2015 08:27
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