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Xosé María Dobarro | ANIMALIÑOS
Redacción Diario de Ferrol | Actualizado 01 Marzo 2013


Aínda que non son académico da RAG, abofé que non esaxero nin un chisco se digo que son das persoas ?académicos que son e que foron, incluídos? que máis horas botou traballando nas súas instalacións desde que a centenaria institución existe. Consecuentemente, coñezo ben o lugar e as xentes que o habitan desde hai preto de corenta anos. De feito, coñecín cinco presidentes e cos tres últimos sempre mantiven relación amical e cordial, tanto dentro como fóra das portas académicas. Principalmente esta segunda. O que era unha entidade case que morta, allea a todo, fíxose vizosa e presencial. Xosé Ramón Barreiro petou onde se podía petar para apañar fondos vitalizantes. E Méndez Ferrín continuou nesa mesma liña. A Academia xa era algo. Para algúns xa había onde sacar tallada. Fiquei abraiado cando as portadas do ABC. Detrás delas non había máis que miseria ética. ¿Cando lle interesou a este xornal a RAG? ¿E ós que motivaron esa información? Animaliños, non saben o que se perde.
Comentarios (0) - Categoría: Opinión - Publicado o 01-03-2013 13:10
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Contra o silenciamento das mulleres na literatura galega
A concelleira de Igualdade de Vigo, Isaura Abelarias, presentou este xoves A Sega, unha plataforma de crítica literaria feminista que ten por obxectivo, entre outros, visibilizar a literatura escrita por mulleres.

Por GC Tendencias | Vigo | 01/03/2013


Acompañada polas impulsoras do proxecto, as escritoras María Reimóndez e Susana Sánchez Arines, Abelairas amosou a súa satisfacción porque o Concello poida colaborar nunha iniciativa como A Sega.

Tal e como explicou Reimóndez, trátase de ocupar un oco detectado no sistema literario galego no que as mulleres aínda non son visibles a pesar de ser cada vez máis. Na súa opinión, ás mulleres literarias pásalles o mesmo que aquelas que facían as recolleitas no campo: non se lles ve, e de aí o nome do proxecto.

Reimóndez agradeceu que o Centro de Recursos Feministas recepcione as obras que envíen as editoras para que as críticas as poidan recoller e avanzou que esta entidade municipal recibirá, ademais, as doazóns das obras que as editoriais envíen para recensionar e que encaixen no marco do Centro.

De momento, esta plataforma está formada por outras tres escritoras: Andrea Núñez, Beatriz Suárez Briones, Gala Rozadas e, próximamente incorporarase Marga do Val.
Comentarios (0) - Categoría: 00-Xeral - Publicado o 01-03-2013 13:09
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Pola língua que nos une, pola política, que nom
Joám Lopes Facal - Praza Pública


O 27 de janeiro de 2013 tinha lugar em Compostela a terceira manifestaçom nacional ?em defesa da língua que nos une?como proclamava com eloquência o lema da convocatória. Manifestaçom nacional, efectivamente, por participaçom, por concorrência plural e polo respeito manifestado a todo o espectro de posiçons persoais ou colectivas em prol do signo lingüístico que nos singulariza como povo e como sujeito político. Sem língua seríamos apenas umha província espanhola marginal e insignificante. As imagens da demonstraçom de civismo reivindicativo conservadas som, mais umha vez, memoráveis.

Tanto a língua como o mapa nacionalista de Galiza experimentam grave erosom, vítimas num e outro caso de progressivo desafecto social

A língua é o nosso signo supremo de identidade diferenciada da mesma maneira que a posse de um sistema de forças políticas próprias é garantia de um futuro potencial incondicionado, embora incerto, para o nosso país. Mas, tanto a língua como o mapa nacionalista de Galiza experimentam grave erosom, vítimas num e outro caso de progressivo desafecto social. Língua e política parecem terem-se tornado socialmente prescindíveis visto nom poderem oferecer utilidade clara a olhos de amplos segmentos da sociedade galega. Míngua a língua vítima de um processo de marginaçom secular expressado nos nossos dias em episódios tam agressivos como as medidas de confinamento em lazareto de tratamentos paliativos prescrito polo Governo galego no Decreto 79/2010.

O objectivo declarado é ?ordenar o plurilingüísmo no ensino non universitario de Galicia?, quer dizer: reduzir a escolarizaçom no idioma próprio encomendando a culminaçom da tarefa de downsizing empreendida ao cosmopolitismo da Universidade e à imersom mediática assimilista. As forças políticas próprias no entanto -o BNG até o momento e a instável constelaçom nascida do seu big bang agora- atravessam umha profunda crise existencial de incerta evoluçom. Enquanto, acampado nas margens, o 25% do corpo eleitoral galego, 350.000 cidadáns mais ou menos, esperam diagnostico e resultados.

Suponhamos por um momento que é o que teria acontecido se as sucessivas convocatórias do Dia da Pátria tivessem adoptado desde o seu início o formato de pluralismo, convivência e respeito que presidiu a manifestaçom do 27 de Janeiro de 2013

O actual cenário convida a ensaiar um pequeno exercício de história contrafactual que embora nom mova moinhos pode ajudar à compreensom dos erros cometidos e ao reconto das oportunidades perdidas pola família nacionalista sem aparente propósito de emenda. Suponhamos por um momento que é o que teria acontecido se as sucessivas convocatórias do Dia da Pátria tivessem adoptado desde o seu início o formato de pluralismo, convivência e respeito que presidiu a manifestaçom do 27 de Janeiro de 2013. Ninguém poderá negar que, em tal caso, o grau de identificaçom social com o movimento nacionalista teria sido radicalmente diferente do actual. Imaginemos que desde os sessenta finais -meio século lá vai, o senhor Santiago nos valha!- as sucessivas convocatórias patrióticas estivessem presididas polo sao princípio de pluralismo nos discursos e respeito às opinions alheias. Que os nossos particulares Aberri Eguna -dias da patria- nom tivessem degenerado em Alderdi Egunas -dias do partido- para solaz exclusivo de paroquianos e aderentes. História contrafactual certamente mas em nengum caso de ciência ficçom.

O Partido Galeguista de Bóveda e Castelao praticou com cívica tenacidade umha política tal, de seducçom do distante e cordialidade fraternal com o próximo. A evocada fraternidade galeguista -que nunca ocultou as diferenças de procedência e projecto político que a atravessava- só chegou a quebrar com o terror do trinta e seis, e mesmo naquela ocasiom mais impregnada de amarga decepçom que de repulsom sectária. O juízo sumaríssimo seguido de condena ao heresiarca tem raiz religiosa, nom cívica. Podemos rastrear a sua épica em obras como ?Assi se temperou o aceiro? de Nikolai Ostróvski, que pretendia inculcar nas futuras geraçons soviéticas o espírito de ascese necessário para criar o home novo e alcançar a libertaçom definitiva da humanidade. Corria daquela o ano 1934 no qual Stalin decidiu decretar a indecente série de autos de fé para regenerar o projecto autocrático socialista e que só serviu para erradicar o discurso cívico: os homes de aço prevalecérom já sem remissom sobre os homes de palavra.

Como queira que seja, a língua nom vai morrer porque nom o permitiremos. Onde cresce o perigo cresce a salvaçom, enunciou um grande poeta alemám; Holderlin rematava o seu poema anunciando que despois de aventar o cereal o farelo dispersa-se e fica o grao. O farelo que provocou a saída à rua a milhares de persoas o 27 de janeiro de 2013.

Que o idioma galego está doente sabemo-lo bem por mais que talvez seja mais resistente do que é imaginado. Míngua e degrada-se a qualidade da transmissom oral mas emergem nas margens da sociedade pujantes movimentos de reacçom contra o assimilismo abafante

Que o idioma galego está doente sabemo-lo bem por mais que talvez seja mais resistente do que é imaginado. Míngua e degrada-se a qualidade da transmissom oral mas emergem nas margens da sociedade pujantes movimentos de reacçom contra o assimilismo abafante. Dous deles som primordiais: o uso comprometido e consciente do idioma por parte da juventude mais activa e a crescente reafirmaçom da dimensom internacional do nosso idioma. A firme reivindicaçom do idioma como veículo de comunicaçom habitual vai à par com a crescente convicçom da necessidade de revitalizar o idioma mediante a impregnaçom com o português -240 milhons de usuários- nom obstante os viscosos prejuízos anti-reintegracionistas em vigor. Ninguém nasce reintegracionistas, o imperativo da projecçom internacional da língua é produto da reflexom. Permitide-me evocar dous exemplos recentes de este processo em marcha. Refiro-me a Ramón Villares, presidente do Conselho da Cultura Galega e a Santiago Lago Peñas, doutor em economia e professor da Universidade de Vigo. Convido ao leitor interessado a consultar o fruto mais recente das reflexons do eminente historiador e o esperto economista.

A firme reivindicaçom do idioma como veículo de comunicaçom habitual vai à par com a crescente convicçom da necessidade de revitalizar o idioma mediante a impregnaçom com o português

Poderíamos ainda acrescentar a recente publicaçom em português do Informe Anual 2013 sobre política chinesa do IGADI. O seu director, Xulio Ríos, é um reconhecido especialista em política internacional. Escusado manifestar que a estratégia reintegracionista deve progredir por via de consenso e difusom massiva, evitando situaçons indesejáveis de confusom social ou descontinuidade.

Quanto à política, um segmento decisivo do eleitorado, o mais novo e comprometido, assiste incómodo ao difícil parto do nacionalismo galego do século XXI. Os concorrentes exigem renovaçom, arrenegam do patriotismo de partido e preferem a tonalidade pragmática e secular a nebulosas alter-soluçons sem contrastaçom histórica. Talvez nom lhes falte razom; a filosofia da praxe avisava que ?a humanidade nunca projecta tarefas que nom esteja em condiçons de abordar?. O nacionalismo galego em estado difuso -quero dizer, o nacionalismo em projecto- ultrapassa as pequenas biografias de partido e talvez tenha dificuldade mesmo para compreender as suas peculiaridades organizativas, filias e fobias. O imperativo de actualizar estruturas e mensagens precisa de ouvido fino e ousadia suficiente para esvaziar a arca da aliança onde se guardam credos, medos e preitos esquecidos.

Nem as ortodoxias de partido nem as políticas lingüísticas de signo adaptativo dam mais de si

Obsolescência e confusom na política, erosom e abandono na língua. Nem as ortodoxias de partido nem as políticas lingüísticas de signo adaptativo dam mais de si. A sociabilidade emergente animada pola proliferaçom de foros digitais, comunicaçons persoais instantáneas, informaçom plural na Internet e iniciativas associativas de todo tipo reclama novos discursos e formatos, novos procedimentos designados para acelerar o nascimento da Galiza que pugna por brotar.
Comentarios (0) - Categoría: Opinión - Publicado o 01-03-2013 13:08
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Méndez Ferrín non nega a posibilidade de reformularse a súa dimisión
Dixo ante os medios que "informará ao seu debido tempo" // Evitou aclarar as circunstancias da súa retirada // Varios académicos apoiaron publicamente nos últimos días a xestión do actual presidente da RAG

GALICIA HOXE - A CORUÑA. EP


O presidente da Real Academia Galega (RAG), Xosé Luís Méndez Ferrín, manifestou este xoves que informará o seu debido tempo" sobre a posibilidade de reformularse deixar a institución despois das mostras públicas de apoio de diversos académicos.

No seu primeiro acto público tras remitir unha misiva aos académicos nas que informaba sobre a súa marcha da RAG, Méndez Ferrín evitou aclarar este xoves as circunstancias da súa dimisión e se limitou a despachar varias preguntas dos medios cun "non hai comentarios".

Non obstante, ante a pregunta dunha xornalista sobre se, despois das mostras de apoio dalgúns académicos, se formulaba ou non dubidaba sobre a decisión que tomou replicou: "Será informada ao seu debido tempo".

Ferrín estivo acompañado no acto polo secretario xeral de Política Lingüística, Valentín García, na presentación dun dicionario de alimentación onde, a pesar de ser preguntado en reiteradas ocasións sobre a noticia, o presidente da RAG non quixo dar explicacións sobre a devandita dimisión, feita pública a través dun comunicado oficial.

No evento, ante unha grande presenza de medios de comunicación, Méndez Ferrín, con ton serio, insistiu en que non ía responder a ningunha pregunta sobre a súa dimisión.

"NON INSISTAN"

"Non insistan", dixo aos xornalistas que acudiron ata a sede da institución, en A Coruña, aos cales pediu que formulasen as cuestións en relación ao tema sobre o que versaba o acto: a gastronomía.

A pesar diso, algúns xornalistas insistiron en preguntar, aínda que dun xeito diferente e enxeñosa, sobre a situación pola que atravesa a institución despois do anuncio da súa renuncia. Non obstante, Méndez Ferrín, cunha medio sorriso, limitouse a dicir que a pregunta era "moi enxeñosa" pero sen dar ningún outro tipo de resposta.

APOIO DOS CONVIDADOS

Ante a insistencia dos xornalistas, algúns dos convidados ao acto de presentación mostraron o seu apoio ao presidente da RAG e, tratando de desviar o tema, alzaron a voz preguntando a Méndez Ferrín sobre diferentes asuntos relacionados coa gastronomía e evitando así que continuasen as preguntas por parte dos medios.

Desta forma, foise rebaixando a tensión que minutos antes se vivira no salón de actos da RAG. Así, tras varias cuestións destes convidados, o acto finalizou.

Nos últimos días diversos académicos eloxiou o traballo do actual presidente da RAG, entre eles o escritor Manuel Rivas, quen sinalou que en caso de que se confirmase a existencia de "división" ou unha "loita de poder" se formularía a súa continuidade como membro da institución.

Outros, como o seu predecesor no cargo ou o académico e escritor Darío Xohán Cabana atribuíron a renuncia de Xosé Luís Méndez Ferrín como presidente da institución a "unha campaña brutal" orquestrada dende a "extrema dereita madrileña" para "derrubar" o vigués da cabeza da RAG.
Comentarios (0) - Categoría: 00-Xeral - Publicado o 01-03-2013 08:58
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Ferrín non aclara se repensará a súa dimisión malia xurdir máis voces que llo piden
Miguel Pardo - Praza Pública | @depunteirolo


"Será informada ao seu debido tempo". Así respondeu Xosé Luís Méndez Ferrín, presidente da Real Academia Galega, a unha xornalista que lle preguntou sobre a data do vindeiro plenario da RAG e sobre a posibilidade de que dese marcha atrás na súa anunciada decisión de dimitir do seu cargo, logo de que numerosos persoeiros da cultura galega, académicos como Manuel Rivas e Darío Xohán Cabana ou entidades como a Asociación de Escritores en Lingua Galega (AELG) ou o Centro Pen lle pedisen que continuase á fronte da institución.

Foi o único que se lle puido sacar a Ferrín no seu primeiro acto público logo de que o pasado luns anunciase a súa intención de deixar a presidencia da RAG. A cada unha das cuestións sobre a súa previsible marcha, o aínda presidente da institución limitouse a responder cun "non hai comentarios" ata en tres ocasións.

Tan só deixou Ferrín un "ben, grazas" cando foi preguntado por como estaba a "dixerir" o conflito na Academia e tras solicitar que se falase de "gastronomía" con motivo da presentación do Dicionario de alimentación e restauración. "Preferiría que non insistise", chegou a asegurarlle aos periodistas, que terán que agardar para coñecer a data do vindeiro plenario da Academia e se o actual presidente repensa a súa decisión de abandonar o cargo ante as numerosas peticións para que rectifique.

Un dos últimos apoios recibidos por Méndez Ferrín foi a do presidente da Deputación de Lugo, José Ramón Gómez Besteiro, que lle pediu que siga á fronte da RAG. O líder socialista en Lugo destacou a "defensa" do galego que realiza o actual presidente da Academia "nuns momentos de menosprezo cara á lingua e á cultura galega por parte do Goberno da Xunta e do Goberno central". Ademais, asegurou que "ten proxecto" para a institución.

O propio presidente da Xunta, Alberto Núñez Feijóo, destacou o "trato impecable" do Goberno galego coa Academia durante o mandato de Méndez Ferrín e valorou a aposta do presidente da instituión por "poñer a excelencia" na RAG. Aínda así, negouse a comentar algo sobre a presunta división interna do organismo.
Comentarios (0) - Categoría: 00-Xeral - Publicado o 01-03-2013 08:56
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Os Melidaos presentan o seu novo disco en Mera e Arzúa

O seu novo disco ?Axudádeme a cantar?, que inclúe por primeira vez as voces dos seus membros, supuxo preto de dous anos de traballo para estes gaiteiros.

Por GC Tendencias | | 28/02/2013


O grupo de música tradicional Os Melidaos presentará no Auditorio de Mera o sábado, 2 de marzo, e na 38ª Festa do Queixo de Arzúa o domingo, 3 de marzo, o seu segundo disco que leva por título ?Axudádeme a cantar?. Mera será a terceira presentación pública do novo traballo, despois de Melide e Ferrol. Nesta última cidade, estes gaiteiros que cantan foron os encargados de inaugurar o pasado mes o ciclo ?Concertos no Toxos? organizado polo histórico Real Coro Toxos e Froles de Ferrol.

Os Melidaos publicaron hai dous meses o seu segundo disco gravado nos estudios Abrigueiro de Friol. O traballo está formado por catorce pezas, varias delas cantadas, e algunhas compostas por membros dos Melidaos. É o caso do ?Pasodobre de Marcelino? do veterano gaiteiro Marcelino Vázquez e a peza ?Pasando pola vila de Arzúa? composta polo gaiteiro e voz principal do grupo Antonio Raposo, membro tamén do histórico coro coruñés Cántigas da Terra.

Os Melidaos naceron no ano 2001 en Melide pola unión de músicos de diferentes xeracións e variada procedencia (Melide, Arzúa, Sada, Oleiros, A Coruña,?) que consideran que a música tradicional é un tesouro que cómpre conservar.

Co seu primeiro disco ?Que ben baila, que ben baila?, publicado en 2009, quixeron render unha homenaxe a todos os músicos populares, anónimos e recoñecidos, que contribuíron a que a música tradicional e os instrumentos populares formasen parte do noso ser como pobo.

Os Melidaos pretenden poñer en valor a cultura galega, potenciar a nosa música e acadar o fin último da mesma: A diversión do pobo.

Os sete membros dos Melidaos son:

- Marcelino Vázquez- gaita.
- Pepe Taboada- clarinete, gaita e voz.
- Pepiño Blanco- bombo, gaita e voz.
- Luís Casal- tamboril e voz
- Diego González- gaita, pandeireta e voz (incorporación neste 2013).
- Antonio Raposo- gaita, cunchas e voz.
- Xele Barrio- acordeón e voz.

O seu novo disco ?Axudádeme a cantar?, que inclúe por primeira vez as voces dos seus membros, supuxo preto de dous anos de traballo para estes gaiteiros que cantan e que eles mesmos dedican ás súas familias e ?a todos aqueles músicos tradicionais anónimos que, sen ningún tipo de recoñecemento oficial, teñen o noso máis profundo respecto e admiración por levar dentro de si a identidade do noso País?.

Despois de Mera, onde estarán acompañados pola agrupación local A Marola, están previstas actuacións na 38ª Festa do Queixo de Arzúa, en Sada, San Sadurniño e no Salón Teatro de Santiago de Compostela, entre outros.
Comentarios (0) - Categoría: 00-Xeral - Publicado o 01-03-2013 08:53
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Ferrín di que informará «ao seu debido tempo» sobre se repensa a súa dimisión
Asistiu este mediodía na sede da Real Academia Galega ao primeiro acto público desde que anunciou a súa dimisión.

LUÍS POUSA - LA VOZ DE GALICIA - 28 de febreiro de 2013


Xosé Luís Méndez Ferrín asistiu este mediodía na sede dá Real Academia Galega ao primeiro acto público desde que ou pasado luns anunciou a súa dimisión como presidente dá centenaria institución.
Ás insistentes preguntas dúas xornalistas sobre a súa decisión de abandonar a Academia, Ferrín respondeu unha e outra vez cun rotundo «non hai comentarios». Só limitouse a responder que informará «ao seu debido tempo» sobre a posibilidade de repensar a súa dimisión ante as mostras de apoio de destacados académicos, como Manuel Rivas e Darío Xohán Cabana, e de entidades como a Asociación de Escritores en Lingua Galega e ou Centro Pen Galicia, que pediron expresamente que continúe non seu cargo ata esgotar ou seu mandado en xaneiro do 2014. Ante a pregunta de como estaba dixerindo ou conflito na Real Academia Galega sinalou: «Moi enxeñoso. Ben, grazas».
Méndez Ferrín fixo estas declaracións tras presidir, na sede dá Real Academia Galega, a presentación do Dicionario de alimentación e restauración, acto non que interviron tamén ou secretaroi xeral de Política Lingüística, Valentín García, e Manuel González, tesoureiro dá Academia e coordinador desta publicación.
Comentarios (0) - Categoría: 00-Xeral - Publicado o 01-03-2013 08:51
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