Caderno da Coordenadora de Equipas de Normalización Lingüística de Ferrolterra








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Joám Lopes Facal: O galego urbanizado solicita passaporte
Praza Pública


A nossa fala evoca inevitavelmente a aldeia que lhe serviu de refúgio e fonte de transmissom. Para os nascidos na aldeia a fala primeira será sempre o supremo argumento de autoridade: ?eu sempre tenho escuitado, na minha aldeia di-se...? A aldeia como garantia intemporal do idioma e da identidade. A Terra de Melide (1933), esse trabalho admirável da geraçom Nós, pode ser lida hoje como umha serôdia homenagem etnográfica á velha cultura oral e instrumental do mundo rural que tem a sua saudosa vitrina aberta nas sossegadas salas do Museu do Povo Galego.

Um extenso e minucioso acervo de vozes rurais extintas enche os dicionários galegos, tam parcos aliás em léxico usual, esse que nos habilita para nomear o entorno quotidiano. Os acessórios domésticos, a fraseologia quotidiana, o discurso político e científico, os informativos de actualidade, carecem de denominaçom certa, estável e partilhada por todos. Perdida o impulso originário que pujo nome a cada cousa e cada recanto do país, o galego titubeia.

A língua é umha criatura inquieta, incontrolável mesmo, ainda que aparente dormida. O celebrado romancista português Valter Hugo Mãe, nascido em Angola e declarado admirador do Brasil, afirmava em datas recentes referindo-se ao grande país americano ?é uma lição para os portugueses?, e prosseguia: ?Em Portugal, fala-se uma língua mais pudica, ortodoxa. Angola é uma escangalhação. Misturam com dialeto e então vão esquecendo a língua. No Brasil, o uso da língua é mais informal. Inventa-se uma palavra hoje e amanhã ela já está na televisão para todo mundo falar?. Língua incessante, escangalhada ou subtil segundo latitudes; onde fica a nossa própria?

O ano de 1940 em que eu nascim foi, polo que pudem deduzir, bastante sombrio: ?vós, nom podedes compreender o que aquilo foi?, diziam-nos. Anos despois soubem que a minha memória infantil fora vítima de umha singular distorçom: a de crer que a imutável sociedade agrária, tam viva e laboriosa, que eu conhecia ia persistir. Dali a pouco discutíamos na Universidade qual era o papel social e o futuro do campesinado. Daquela discutíamos cousas destas. A imagem rural congelada na memória durou apenas vinte anos. Foi apenas um breve lapso de involuçom social que os historiadores dérom em chamar processo de re-ruralizaçom da pós guerra. Despojados de qualquer perspectiva de progresso, os moços sobreviventes que foram parar á tropa como no poema de Celso Emílio eram despedidos dos quarteis e voltárom ao sacho. A sociedade agrária galega experimentou como consequência um enganoso processo de reanimaçom que encheu de gente leiras, adros e feiras. Lembro bem aquele tempo da minha efêmera adolescência aldeá. Foi umha miragem, em 1959 começou a acelerar-se o processo de desenvolvimento europeu e com ele a abertura progressiva da economia espanhola e os primeiros ensaios de desenvolvimento industrial, urbanizaçom frenética e despovoamento rural que acabou emborcando milhares de compatriotas nos caminhos da diáspora. Seguiu-se um certo interregno de bem-estar de bairro periférico, cinema semanal e épica futebolística. O processo de mutaçom social saldou-se com o abandono desordenado de práticas seculares como a língua familiar e o rito dominical.

Hoje somos 905.000 galegos (33% da populaçom) os que habitamos nas sete cidades do país, 1.431.000 se somamos os que residem em municípios periurbanos de mais de 20.000 habitantes. Esta cifra eleva a quota de urbanidade demográfica galega por cima do 51%. A perda de falantes -e da qualidade da fala, por simples rotura do fio de transmissom- está altamente correlacionada com o grau de urbanizaçom apontado. A prática do idioma refugia-se em municípios de menos de 10.000 habitantes que, embora sejam a imensa maioria (256 de 315) apenas acolhem o 30% da populaçom. Na Galiza, a paisagem segue sendo galeguista; é a paisanagem que vive e vota a que parece ter decidido arrombar a sua herdança histórica.



Nestas circunstáncias, qual é o galego que precisamos? A extinçom acelerada do galego de instalaçom por esvaziamento rural requer, opinamos, a sua reabilitaçom como idioma de opçom consciente, mais exigente e útil. A sua recuperaçom como instrumento apto para desempenhar as novas funçons que a urbanidade demanda, além da sua funçom identitária. O repto a abordar é o de transformar a língua de código de comunicaçom de circuito curto a idioma apto para percorrer um mundo que se entende no ubíquo inglês e começa a ensaiar o espanhol internacional. Precisamos um idioma com passaporte. O governo estremenho chegou á mesma conclusom antes que nós. Nom é de estranhar, Estremadura nom oculta nengum estigma nacional no faiado da casa que poda alertar á polícia ideológica de fronteira. A que nos defende dos nossos ?demónios familiares?, esse fantasma á espreita que Franco conseguira conjurar com pólvora e chicote.

O português global é o nosso inevitável aliado para romper o medíocre papel de embaraçoso requisito curricular que se outorga ao nosso idioma e promovê-lo á categoria de instrumento de capacitaçom e progresso. Gostaria rememorar as intervençons de Camilo Nogueira perante o Plenário do Parlamento Europeu, reemitidas em directo á toda a ecúmena comunitária polos serviços lingüísticos da Cámara. Galego nas instituiçons internacionais? Na Europa já está. Só falta exercitar o direito e superar a insidiosa doença histórica da desmemória e a servidume voluntária que nos tolhe.

Afirmava Umberto Eco que o redactor de umha tese acadêmica deveria adoptar o papel de digno ?funcionário da humanidade?. Admirável sentença que poderíamos talvez prolongar postulando para tam exegente missom um veículo adequado. Nom podem ser outro que o daqueles idiomas que tenham sabido conjugar densidade cultural e capacidade de difusom universal em toda e qualquer tipo de actividade social: do comércio á engenharia, da ciência ao pensamento e á comunicaçom global. O inglês -os diversos ingleses- cumpre os requisitos como os cumpre esse magnífico romance que é o castelhano. E também o galego-português -os diversos portugueses- que é já língua global normalizada em todo e qualquer uso. Possuímos um idioma demasiado grande como para confiá-lo á custódia de qualquer corporaçom por douta que ela seja, mormente agora que se vê ameaçado polas néscias práticas de agrimensura linguística e psicologia parental em que entretém os seus ócios essa Conselharia que por inércia denominamos de Cultura e Educaçom.

A soberania linguística do galego é o melhor estandarte das nossas aspiraçons colectivas agora que se reinicia o debate sempre latente da configuraçom plurinacional do Estado. Reclamamos a plena independência do idioma que possuímos e nos possui. Contamos para isso com umha vantagem suplementar: a cultura nom delinque nem é competência de nengum Tribunal Constitucional. Respeitados numerários da venerável RAG (1906), doutos membros do CCG (1983), som os senhores conscientes de que a Feira do Livro de Frankfurt que agora mesmo está a decorrer é dedicada este ano ao livro brasileiro?

Conhecem vocês a existência do canal internacional brasileiro Arte 1, dedicado integramente á emisom de contidos culturais? Nom acham que talvez tenha chegado o tempo de o galego deixar por um momento a casa dos avôs para conhecer a família? A vocês corresponde solicitar o devido passaporte agora que o governo designado para proteger o idioma pretende arrombá-lo com a desculpa de que ocupa demasiado espaço na minguada moradia urbana em que actualmente habita.
Comentarios (2) - Categoría: Opinión - Publicado o 04-10-2013 11:36
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O Constitucional abraza a doutrina lingüística de Feijóo para o funcionariado


En agosto de 2007 o Goberno de coalición de PSdeG e BNG impulsaba, a través da Consellería de Presidencia, a modificación de varios preceptos da lei da Función Pública. Un dos artigos reformados era o 33, no que, "para garantir o dereito dos administrados ao uso da lingua propia de Galicia nas relacións coa administración" e da Lei de Normalización Lingüísticas, se introducía a obriga de realizar "unha ou máis probas" en cada proceso selectivo da Xunta "exclusivamente en lingua galega". A medida, tímida en opinión dalgúns sectores, foi incluída apenas un ano despois polo PP de Feijóo no paquete da suposta "imposición" do galego, axitada no camiño cara ás eleccións. Agora, o Tribunal Constitucional abraza aquela doutrina.

Nos tempos das manifestacións xunto a grupúsculos como Galicia Bilingüe e da saída á luz de supostos casos de persoas que renunciaban a traballar en Galicia a causa da lingua, os conservadores prometían que, no caso de chegar á Xunta, ían derrogar a devandita reforma legal. E así foi. O segundo proxecto de lei que sacou adiante a maioría absoluta popular foi un novo cambio da lei da Función Pública, no seu caso argumentando que "hai que posibilitar que a mobilidade" da cidadanía "por todo o territorio nacional non se vexa limitada nin menoscabada por barreiras lingüísticas". Tamén se realizaba unha das omnipresentes e polivalentes apelacións á "liberdade".

Apenas un ano despois do retorno popular a San Caetano, no verán de 2010, o Tribunal Constitucional ditaba a súa agardada sentenza sobre o recurso do propio PP contra o Estatut de Catalunya, centrado, entre outros aspectos, na lingua. O polémico ditame, emitido despois dunha gran manifestación da cidadanía catalá, recortaba parte do texto estatutario, tamén no ámbito lingüístico, pero dáballe luz verde á esixencia de coñecemento do catalán para os traballadores e traballadoras do sector público. O TC opúñase ao establecemento dun deber "individualizado e esixible" de falar e entender catalán, pero realizaba unha excepción no ámbito da función pública, pola "suxeción especial" do funcionariado coa Administración e, sobre todo, pola súa obriga de "dar satisfacción ao dereito de opción lingüística" das persoas administradas.

Neste escenario, os criterios lingüísticos do PP de Feijóo semellaban estar apoiados unicamente en conviccións políticas, pero non en limitacións legais. Esta aposta política foi tamén a aplicada por un dos 'baróns' populares máis entusiasta coa política lingüística da Xunta e coa teoría da imposición, o balear José Ramón Bauzá, que mesmo foi varios pasos máis alá. O gabinete conservador das illas decidiu, no ano 2012, realizar tamén a súa propia modificación da Lei da Función Pública, eliminando o catalán como requisito para acceder a un posto na Administración e deixándoo só como "mérito". Despois de que Bauzá ignorase máis de 12.000 alegacións contra a reforma -non foron nin contestadas- o PSOE de Balears decidiu recorrer a lei ante o TC por "discriminar a lingua propia de Balears, o catalán".

As novas razóns do tribunal
O resultado dese recurso chegaba esta semana, dende un Constitucional que, xa con maioría de maxistrados conservadores, se afasta da súa propia doutrina. Así, fronte ao expresado para o caso catalán, a maioría conservadora rexeitaba este mércores os argumentos dos socialistas baleares por seis votos a catro. Para o TC non cómpre esixir coñecer a lingua catalá como requisito para acceder a un posto na Administración, porque xa existe unha "ampla implantación do coñecemento do catalán na función pública". A causa? Que o idioma propio das illas "intégrase como disciplina no sistema educativo", unha afirmación que se produce xusto no momento en que o propio gabinete de Bauzá diminúe a súa presenza nas aulas.

No seu ditame o alto tribunal español semella obviar o estipulado na propia Constitución para asegurar que "non existe discriminación" no feito de que o catalán sexa "mérito" e non "requisito", xa que existe unha "inexistencia de trato preferente do castelán sobre o catalán -o texto constitucional impón o "deber" de coñecemento da lingua castelá-". Do mesmo xeito, o TC avala a decisión do gabinete de Bauzá de derrogar o decreto que, dende 1986, estipulaba que a única forma oficial dos topónimos é a orixinal, en catalán. Para o tribunal as formas deturpadas "tenden a equilibrar o papel do castelán no ámbito oficial", porque a norma anterior lle daba "prevalencia" á lingua propia. Fronte a estas consideracións, catro maxistrados emitiron dous votos particulares para expresar a súa disconformidade.
Comentarios (0) - Categoría: 00-Xeral - Publicado o 04-10-2013 11:32
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O Apalpador - Unidade didáctica elaborada pola Fundaçom Artábria
Comentarios (1) - Categoría: 00-Xeral - Publicado o 03-10-2013 10:57
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Mallando no android lanza a campaña polo #AndroidEnGalego


O espazo web que ofrece información sobre Android en galego, promove unha campaña para demandar a Google a incorporación da lingua propia neste sistema operativo que empregan xa no 90% dos smartphones do país.

REDACCIÓN SERMOS GALIZA

"Porque si, porque nos gosta, porque queremos e nos dá a gaña". Con estas verbas e parafraseando a Celso Emilio Ferreiro Mallando no android explica ao xigante informático e proxenitor do sistema android (Google) a razón pola que máis de tres millóns de persoas empregan a lingua propia da Galiza. Aliás, demandan a Google que inclúa

A través dunha campaña de recollida de apoios en Change.org, o editor de Mallando no Android, Iago Varela --colaborador de Sermos Galiza-- botou a andar a campaña a prol do #androidengalego. No entanto, animan a levar a cabo unha estratexia máis ampla que inclúe o envío de mensaxes directas a través do fío (Issue 39470) , solicitando o sistema Android en galego.

A iniciativa conta de maneira inicial co apoio de operadoras como R cable empresas de desenvolvemento de aplicacións (Smart GalApps, Neobit Studio, RedInput, Zadia Software, Mobialia) e distribuidores coma Hardgalicia mais continúa recadando apoios individuais a través do sitio web en que se desenvolve a campaña coa que instan a Google a incorporar o galego entre as linguas en que se pode aplicar este sistema operativo.

Aliás, animan a visibilizar e difundir a iniciativa nas redes sociais a través do hastag #AndroidEnGalego!
Comentarios (0) - Categoría: 00-Xeral - Publicado o 03-10-2013 10:49
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León recoñece a "realidad lingüística" das zonas galegofalantes do Bierzo
A presidenta desta institución, Isabel Carrasco, acompañada do presidente da Deputación de Ourense, José Manuel Baltar, presentou o libro 'O Cancioneiro de Oencia', unha recolleita de 350 cancións desta zona limítrofe con Galicia.

Por Galicia Confidencial | León | 02/10/2013

"Este libro recoge la realidad lingüística y lírica del pueblo en zonas que tienen profundas y arraigadas tradiciones populares". Isabel Carrasco, presidenta da Deputación de León recoñeceu con estas palabras algo que non soen recoñecer os políticos leoneses; que no Bierzo tamén se fala galego.

Carrasco fixo estas declaracións durante a presentaron este mércores de 'O Cancionero de Oencia'. Trátase dunha recompilación de 350 cancións e ditos populares recollidos polo autor, o director da Real Banda de Gaitas de Ourense, Xoxe Lois Foxo, en Oencia, un pobo de fala galega limítrofe coa provincia de Ourense.

Este libro é froito dun longo traballo de campo e conta coas letras e partituras musicais en galego. A obra contén tres CD e un DVD onde se rexistran as voces dos veciños da zona.
"Recuperar" o patrimonio inmaterial

"Es compromiso de la institución provincial potenciar y contribuír a la recuperación de este patrimonio inmaterial tan importante. Este cancionero es un ejemplo de colaboración en favor de la cultura, la tradición y de recuperación de nuestros valores", engadiu Isabel Carrasco, que estivo acompañado no acto polo tamén presidente da Deputación de Ourense, José Manuel Baltar.

Precisamente, o líder do PP de Ourense lembro que "é unha función das institucións provinciais manter e recuperar as tradicións dos pobos porque é parte da nosa historia". Ademais, agradeceu a colaboración de todos os pobos da contorna de Oencia para poder recuperar as cancións e ditos que comparten no Bierzo e Galicia.

O obxectivo fundamental deste libro é recoller a realidade lingüística e lírica desta zona do Bierzo que ten profundas e arraigadas tradicións populares. Destaca especialmente a participación de Manuela Álvarez coñecida por ser unha das compositoras de cantares de vodas máis prolíficas da zona dos denominados "bridos e loias" característicos desta zona.
Comentarios (0) - Categoría: 00-Xeral - Publicado o 03-10-2013 10:46
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A miña primeira Rosalía en concerto

Prezado/a presidente/a

O ano 2013 é o ano do 150 aniversario de Cantares Gallegos da escritora Rosalía de Castro. A publicación de Cantares Gallegos supuxo un remuíño decisivo na súa obra, mais tamén un paso estratéxico de enorme transcendencia para o futuro da nosa literatura

Co fin de conmemorar e honrar a obra de Rosalía de Castro, o Concello de Ferrol organiza un conxunto de actividades para a cidadanía en xeral e para os centros de ensino en particular que se recollen na publicidade que se achega,

Entre estas actividades programadas figura A miña primeira Rosalía en concerto, espectáculo musical en que se interpretarán varios poemas da obra Cantares Gallegos a cargo dun elenco de recoñecidos músicos e músicas como María Manuela, Mini, Mero e Xiana Lastra.

O concerto terá lugar o vindeiro 11 de outubro, venres, no Teatro Jofre, ás 21. 00 horas e a entrada será gratuíta. As entradas estarán a disposición do público a partir do 1 de outubro ata que se esgoten. Recolleranse no despacho do Teatro Jofre (tfn. 981 944 245) en horario de 11.00 a 13.00 e de 18.00 a 20.00 horas, de martes a sábado.

Agardo que resulte do seu interese así como contar coa súa presenza nesta homenaxe de recoñecemento a unha das grandes e figuras da nosa literatura e da nosa cultura..

Se desexa máis información, pode chamar de 09.00 a 14.00 ao teléfono 981944014 ou ben solicitala no correo electrónico gnl@ferrol.es

Ferrol, 20 de setembro de 2013

Concelleira delegada de Normalización Lingüística

Martina Aneiros Barros

Concello de Ferrol

Normalización Lingüística

Praza de Armas s/n

15402 Ferrol

981944014

http://www.ferrolconlingua.com
Comentarios (0) - Categoría: Música galega e vídeos - Publicado o 02-10-2013 13:36
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A literatura galega ábrese paso en Bulgaria
Neira Vilas, Fernández Paz, Rivas e Pereiro, publicados nesta lingua.

XESÚS FRAGA - Redacción La Voz - 02 de octubre de 2013


Cinco títulos de catro autores galegos xa están ao dispor dos lectores búlgaros na súa propia lingua. A Memorias dun neno labrego, de Xosé Neira Vilas, e O lapis do carpinteiro -edición xa esgotada- de Manuel Rivas, veñen de sumarse Que me queres, amor?, do mesmo autor, a poesía completa de Lois Pereiro e Aire negro, de Agustín Fernández Paz.
Todos eles aparecen en Small Stations Press, o selo do tradutor Jonathan Dunne, e que tamén ten versións inglesas de títulos galegos no seu catálogo. Dunne subliña a acollida que están a ter os libros, en boa medida polo interese da comunidade lectora e unha tradición de respecto polas traducións, que arranca dos anos do socialismo. «En Bulgaria están afeitos a outras culturas, a leren traducións, non representa ningún problema para eles», resume Dunne.
Ademais, Small Stations continúa co labor de difusión da literatura galega en inglés. Dunne quere poñer o foco sobre a literatura infantil e xuvenil, empezando por títulos de Fina Casalderrey, Fernández Paz, Elena Gallego e Marcos Calveiro. Tamén pretende ampliar a colección Galician Classics con Nimbos, de Díaz Castro, unha obra de Novoneyra e continuar coas traducións de Rosalía, despois do «éxito considerable» de Cantares gallegos en versión de Erín Moure.
Ademais, nas vindeiras semanas aparecerá Poesía última de amor e enfermidade, de Lois Pereiro, en edición bilingüe galego-éuscaro, preparada por Joxemari Sestorain para Cenlit-Denonartean. «Es una poesía fuerte, poderosa, dramática, muy sentida y sincera», explica o tradutor. Tamén destaca a orixinalidade da voz de Pereiro, quen nas numerosas referencias da súa poesía tamén incluía a ría do Nervión. Sestorain cita os congresos de Galeusca como exemplo do interese dos lectores en éuscaro pola literatura galega, ademais da súa condición de linguas minorizadas: «Hay un interés, que nace de una solidaridad y una simpatía, por ver qué se hace en Galicia, sus mundos y su expresión».
Comentarios (0) - Categoría: 00-Xeral - Publicado o 02-10-2013 11:27
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A maior manifestação na história das Baleares, a favor da educação pública e em catalão
Diário Liberdade - Publicado em Terça, 01 Outubro 2013

- Mais de 80.000 pessoas unem-se contra os cortes, a "purga ideológica" e os "ataques à língua catalã" do governo do PP.


Os ilhéus lançaram-se às ruas em Maiorca, Minorca, Eivissa e Formentera pedindo respeito ao sistema educativo público com o catalão como língua veicular. Os manifestantes vão clamar de novo contra o modelo trilingue do TIL, que reduzirá em boa parte o papel da língua catalã nas escolas baleares. O protesto segue a greve geral indefinida que começou em meados de mês de setembro entre o professorado.

Segundo dados da Sociedade Balear de Matemática, ao menos 80.000 pessoas marcharam na capital maiorquina, Palma. São números similares aos do governo espanhol, que calcula em 70.000 os manifestantes em Palma, 6.500 em Maó e 5.000 em Eivissa. Os números implicam que foi a maior manifestação na história das Ilhas Baleares.

Uma "purga ideológica"

A Assembleia de Docentes (uma das organizações que apelavam à manifestação) disse no seu manifesto que a gente está decidida a "defender a ultrança a educação dos cortes, da purga ideológica, dos ataques à língua catalã". De fato, a manifestação teve um enfoque mais amplo que não o educativo, segundo o texto: "Estamos aqui para defender uma educação de qualidade e com coerência pedagógica. Mas também para defender os nossos direitos sociais e individuais. Porque não só está em perigo a educação. A lista é longa, longuíssima...". Dentro desta lista encontra-se a sanidade, a atenção à dependência, os serviços sociais, a administração pública e os serviços de extinção de incêndios.

A manifestação contava com o apoio de numerosas organizações da sociedade civil balear, sindicatos e todos os partidos políticos do arco parlamentar balear, exceto, evidentemente, do PP. Alguns manifestantes mostraram cartazes em que reclamavam a demissão do presidente balear, José Ramón Bauzá.

Um uso "equilibrado" das línguas, diz o governo

O governo balear diz que o TIL quer introduzir um uso "equilibrado" do catalão, castelhano e inglês nas aulas ilhoas. O PP pensa que o modelo prévio favorecia demasiado o catalão.

Mas os professores argumentam que o governo está a tentar implementar o uso do inglês como língua veicular com recursos insuficientes. E, ademais, recordam que o catalão é a língua própria das quatro ilhas, onde padece uma pressão muito grande do castelhano. Assim, consideram que a língua tem de ter preeminência na escola, para poder contra-arrestar a sua pior situação no uso social.

Tradução do catalão para o galego polo PGL.

Através do Portal Galego da Língua.
Comentarios (0) - Categoría: 00-Xeral - Publicado o 02-10-2013 11:26
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Ambrose Bierce, Anatole France ou Maupassant tamén se poden ler en galego
Sermos Galiza

Malia non estar en páxinas de libro, podemos ler en galego obras de Washington Irving, Ambrose Bierce, Bécquer, Kafka, Anatole France, Flaubert ou Maupassant, Emily Brönte, Henry James, Mishima, Jane Austen ou Mark Twain grazas á biblioteca virtual Bivir que hoxe visitamos no Día Internacional da Tradución.


Desde que en 1985 se creou a Asociación de Tradutores Galegos, o seu proxecto estrela foi facéndose a cada máis sólido na rede. A estas alturas son máis de cento setenta títulos da literatura universal verquidos ao galego que se poden ler directamente na rede. Son todas obras libres de dereitos que se poden descargar de maneira gratuíta en formato PDF a través da propia web ou doutros proveedores na rede.

Máis de 170 títulos

O catálogo de Bivir está composto xa por máis de cento setenta títulos entre os que podemos atopar obras singulares mais tamén tradutores e tradutoras de especial relevancia, desde os nomes pioneiros na tradución galega como Lois Tobío, Fernando Pérez-Barreiro ou Valentín Arias até figuras da literatura actual que ofrecen as súas versións de obras de referencia.

No amplo catálogo, o papel do tradutor ou tradutora merece destaque e é o que ordena polo alfabeto as distintas entradas. É dicir, o nome de quen traduce leva á obra traducida. Xela Arias a Baudelaire, Valentín Arias a Diderot, Moisés Barcia ou Emilio Pérez a Bierce, Silvia Duarte a Kafka, Saleta Fernández a Rilke, Antón Figueroa a Émile Zola, Ánxela Gracián a Xulio Verne ou Emma Lázare a Gustave Flaubert ou Guy de Maupassant. A colección sorprende con pezas como a obra de Paul Valéry traducida por Salvador Lorenzana, pseudónimo de Fernández del Riego.

Ademais de María Reimóndez, traductora de profesión, con obras de Skahawat Hussain e Mary Prince, outros escritores galegos aparecen na listaxe como autores de tradución, como Xavier Queipo -tradutor do Ulysses de Joyce que estará pronto nas librarías- achegan a obra de André Thevet ou Rodríguez, Domínguez Alberte a Becquer ou Baixeras a Boccaccio.
Comentarios (0) - Categoría: 00-Xeral - Publicado o 02-10-2013 11:25
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