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<title>sumidouro</title> 
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   <title>chichón</title>
   <description><![CDATA[<div align=center>vento áspero sobre os botes<br />
os bodes marinhos cortam as amarras<br />
marram para uma tela suja<br />
em golpe de avatares suspensos<br />
<br />
reconheço os andantes de outros séculos<br />
em trabalhos de miração e fuga<br />
clarividentes apenas<br />
os peixes que não saem do mar<br />
<br />
ao esfregar a mão com alface<br />
na alga mais breve e fina da salsugem<br />
um rosto dissoluto evoca a guerra<br />
as prisões de ventres insubmissos<br />
submersos<br />
<br />
agita o mundo graduado<br />
a estepe líquida, perdido lar<br />
o vento neurótico levanta os restos,<br />
estas areias  de cada amor mortas<br />
<br />
lá vai o bote, a vagina activa<br />
<br />
<b>zolter frolina</b></div>]]></description>
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   <category>_emas</category>
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   <pubDate>Sat, 10 Feb 2007 19:10:00 +0100</pubDate>
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   <title>solitude</title>
   <description><![CDATA[<div align=center>um velho na carroça d'asturies aparece<br />
soa extramundi, de ovniedo,<br />
carapaça uma gutural acenação<br />
morde as árvores ao para trás<br />
de espaldas nunca perde a vista<br />
nunca vê<br />
<br />
a mari vai entre as uvas<br />
cegando as palavrinhas entre lábios<br />
ao fraterno animal porco e sonoro<br />
<br />
zoroastram as felicidades sem tempo<br />
o camuflado da paisagem ignora<br />
seu civil, o país<br />
e as moscas parvejam de encontro<br />
à idade do carbono.<br />
<br />
metem as filhas as ligas<br />
no temporal de fazer caminho,<br />
são azedas estas mamas<br />
que brilham no postal <br />
com carimbo do negócio<br />
<br />
luas, o motor não pega<br />
<br />
<b>leonor teixo</b></div>]]></description>
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   <category>_emas</category>
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   <pubDate>Fri, 09 Feb 2007 23:40:00 +0100</pubDate>
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   <title>trobalho</title>
   <description><![CDATA[<div align=center>encontrei um namoro na berma, ia só<br />
na minha cabeça, um esquisso para abandonar<br />
a carreira do enjoo<br />
<br />
falam, remoem, passam, a curva<br />
é um cilindro sobre a naturalidade <br />
natur, o homo natur, o esquecido<br />
<br />
vai em zomba pelo vidro que nos vê<br />
aos encapsulados que sombreiam<br />
os estômagos de lidar com a família<br />
<br />
Pagam bilhete e pouco<br />
morrem<br />
<br />
<b>zolter frolina</b></div>]]></description>
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   <category>_emas</category>
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   <pubDate>Fri, 09 Feb 2007 18:14:00 +0100</pubDate>
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