Avante Galiza!
'Estamos fartos de saber que o povo galego fala un idioma de seu, fillo do latim, irmao do Castellano e pai do Portugués. Idioma apto e axeitado para ser veículo dunha cultura moderna, e co que ainda podemos comunicar-nos com mais de sesenta millóns de almas (...) O Galego é un idioma extenso e útil porque -con pequenas variantes- fala-se no Brasil, en Portugal e nas colónias portuguesas'.

(Castelão - Sempre em Galiza)



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4 anos de chuza...

Disque este ano a rede social galega de envio de novas chuza! cumpre quatro anos... neste tempo logrei acadar o mesmo número de envios de novas que usuários registrados há! :D

Parabéns para mim! X)
Comentários (1) - Secçom: Reflexions - Publicado o 15-03-2010 17:04
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A Galician? What is that?
—You are Spanish.

—No, I am Galician.

—A Galician? What is that?

—Have you heard about a northwest corner, north of Portugal? This is a land that happens to belong to Spain Politicaly, but the point os wiev of spirit is more akin to Portugal, and I belong to that land, and that is my nationality, and the only one I have.

—How cute, how interesting.

Assim é como explicava Ernesto Guerra da Cal o que é ser galego a um inglês.

Se é que está a ler isto e acaba de descobrir que existiu um tal Ernesto Guerra da Cal, deveria informar-se sobre a vida e obra deste histórico nacionalista galego. Pode começar por aqui.
Comentários (1) - Secçom: Reflexions - Publicado o 11-03-2010 15:32
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Nacionalismo avança em Fryslân

O Partido Nacional Frisom (Frysk Nasjonale Partij, FNP) confirmou a tendência que já apontava há quatro anos. Naquela ocasiom, o partido conseguira 44 regedores municipais, quatro mais dos obtidos em 2002. Agora, no entanto, a FNP superou-se e tornou a subir o listom. Os nacionalistas frisões escolheram 52 representantes seus, oito mais de quatro anos atrás. O resultado é 'histórico' segundo o partido.


Mais info aqui.
Comentários (1) - Secçom: Fryslân - Publicado o 11-03-2010 15:21
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Mandela, Otegi e a Audiência Nacional
Arnaldo Otegi disse o 9 de junho de 2005 que Euskal Herria poderia conseguir pola negociaçom o cenário democrático que merece e engadiu: 'devemos-lho aos presos políticos bascos, refugiados e tantos camaradas que temos deixado na luita e conseguiremo-lo'. Essa frase é utilizada pola Audiência Nacional espanhola, tribunal herdeiro do TOP franquista, para condena-lo a dous anos de cárcere e dezasseis de inabilitaçom.

Da sentença surpreende que os magistrados Ángela Murillo (presidenta e relatora), Teresa Palacios e Juan Francisco Martel discutam um ponto que para além assinalam expressamente que nom é penal. No intento de refutar os argumentos de Arnaldo Otegi, incorrem num erro histórico escandaloso: Na sua intervençom en Zornotza, Otegi falou de Nelson Mandela, que passara 27 anos na prisom, lembrando que Gatza levava por aquel entom 25 (hoje já quase 30). Os assinantes da sentença consideram que esta comparaçom é 'imprópria e manifestamente falsa' e nom duvidam em deixar por escrito que Nelson Mandela é 'um autêntico herói, que permaneceu na prisom por motivos ideológicos, exclusivamente por isso, mas nunca utilizou a violência nem a suportou em pós de conseguir a supresom do apartheid'.

Em 1961, trás a ilegalizaçom do Congresso Nacional Africano, Nelson Mandela criou a organizaçom Umkhonto we Sizwe (Lança da Naçom), que na sua apresentaçom pública anunciou: 'seremos o braço armado do povo contra o governo e as suas políticas de opresom racial. Seremos a força de choque do povo que luita pola sua liberdade, os seus direitos e a sua liberaçom final'.

Mandela recebeu instruçom guerrilheira em diversos lugares da África e organizou cursos para outros camaradas. Trás a sua detençom foi condenado a prisom perpétua por sabotagem contra o Estado e no juízo, no famoso Discurso de Rivonia, declarou: 'visto que a violência no nosso país semelhava inevitável, seria incorrecto e pouco realista que os líderes africanos seguíssemos a predicar a paz e nom-violência em momentos em que o governo enfrentava as nossas demandas pacíficas com a força'. Aclarou, porém, que a decisom foi tomada como último recurso trás ser fechadas as vias pacíficas.

Umkhonto we Sizwe nom deixou a actividade armada até 1990 e em 1994 os seus militantes foram integrados no novo exército sul-africano.

Cinco anos antes, o presidente Pieter Willem Botha ofereceu a Nelson Mandela a sua liberdade a cambio de renunciar à luita armada. A sua resposta foi eloquente: 'Que liberdade se me oferece, enquanto continua proibida a organizaçom da gente? Só os homens livres podem negociar. Um preso nom pode entrar nos contratos».

De facto, até junho de 2008 Nelson Mandela e o seu partido, o CNA, estiveram na lista terrorista dos USA. E, por esse motivo, o prémio Nobel da Paz e os membros do seu partido tinham de pedir, até essa data, um permisso especial para entrar no seu território.




Mais info aqui.
Comentários (0) - Secçom: Reflexions - Publicado o 04-03-2010 17:14
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"Se aínda somos galegos é por obra e gracia do idioma"
(Castelao)


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