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<title>Dende o País Basco...</title> 
<link>http://www.blogoteca.com/paisbasco/</link> 
<description>"Dende o País Basco" é o blogue dum galego em Donostia. Falaremos aquí de política, de língua, de música, de história e de cultura dos sete territorios bascos: Biscaia, Guipúscoa, Álava, Navarra a Alta, Navarra a Baixa, Lapurdi e Zuberoa.

Não me fago responsável dos comentários vertidos neste blogue. Ademais, os textos e outros materiais como videos que não esteam feitos pelo autor do blogue não reflictem necesariamente a vissão do mesmo.

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   <title>Barcina suma e segue: proíbe os actos de Gora Iruñea!</title>
   <description><![CDATA[<i>A «caça de meigas» do Concelho de Iruñea contra a esquerda abertzale acada agora à plataforma Gora Iruñea, formada por mais de 40 associações, entre elas a Federação de Penas da cidade. A alcaldesa, Yolanda Barcina, argumentou onte que Gora Iruñea «vai da mão de ANV» para justificar o veto a 400 actos de São Fermim convocados na Taconera. A plataforma vem de recever apoio de toda a oposição e levará o tema ao pleno do día 3. </i><br />
<br />
A atitude do Concelho de Iruñea, governado por UPN, tensa de novo as vésperas são-ferminheiras. Trala cessão de diversos escenários da cidade a uma campanha publicitária da empressa Red Bull, que começou onte a instalar o seu "motor home" na Praça do Castelo, na noite do joves notificou à plataforma Gora Iruñea que não tem permisso para celebrar mais de 400 actividades festivas populares no Parque da Taconera nas vindeiras festas. <br />
<br />
Logo de que a denegação do permisso tentara-se justificar alegando que o programa previsto «não aporta nada novo», Yolanda Barcina confesou onte o motivo real do veto. A preguntas dos jornalistas, a alcaldesa esgrimiu que Gora Iruñea, conformada por 40 colectivos muito diversos, «vai da mão de pessoas que ían na lista de ANV, ilegalizada [sic] pelo juíz Garzón». <br />
<br />
Junto a tudo, Barcina aferrou-se ao motivo técnico esgrimido na denegação do permisso. Asegurou que «a cidade já está saturada». <br />
<br />
O veto municipal materialiça-se muitos meses despois de que Gora Iruñea pedise o permisso (as conversações começarom em febreiro). O Concelho só dixo não logo de que o martes os vozeiros da plataforma publicitasem um programa muito ambicioso, com jantares, actuações infantis (incháveis, magos, teatro…), concertos de todo tipo com grupos locais e foráneos (Txarrena, Governors, Etsaiak, Deskontrol, Zikuta…), verbenas, filmes, monólogos, campeonato de mus… Reclamara-se permisso para instalar uma carpa de 25x15 metros, e se encargaram já 60.000 vasos reutilizáveis para evitar ensuxar o entorno (o Concelho anunciara o mesmo, pero o pospuxo). Tudo isto está a difundirse já a travês de 40.000 cartaces em éuscaro e castelão, que inclúem um protocolo contra as agressões sexistas. <br />
<br />
<b>Recurso e pleno </b><br />
<br />
Os representantes de Gora Iruñea não se quedarom parados, e onte mesmo lograrom reunirse no Concelho com os três grupos da oposição: PSN, Nafarroa Bai e ANV. En princípio, todos lhe derom o seu apoio, polo que a plataforma decidiu levar o tema ao pleno do día 3, a apenas três días do arranque festivo. A intenção é reivindicar alí a cessão da Taconera, para o que tomará a palavra Endika Lakuei, presidente da Federação de Penas. <br />
<br />
PSN, Nafarroa Bai e ANV contam com maioria no Concelho, o que permitiría aprovar alguma moção neste senso. NaBai apuntou onte que, contra o que di a equipa de governo, os actos propostos «aportam, e muito», já que se situam maioritariamente no tramo da tarde que coincide com a corrida de touros e queda vazío no programa oficial. <br />
<br />
Gora Iruñea apelará mentres tanto aos tribunais, a travês de um recurso de reposição contra o veto municipal que se presentará hoje mesmo. Tildam de «cínico» que o Consistório lhes inste a concurrir a concursos de ideias quando «não somos nenhuma empresa, mas parte activa da cidade» e quando ao mesmo tempo cede-se espaço público a marcas comerciais. <br />
<br />
]]></description>
   <link>http://www.blogoteca.com/paisbasco/index.php?cod=42297</link>
   <category>Guerra, criminalização, repressão</category>
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   <pubDate>Sat, 28 Jun 2008 16:45:00 +0100</pubDate>
 </item> 
 <item>
   <title>Parlamentários de EAJ-PNV, EA e EB ressaltam as diferenças entre EHAK e Batasuna</title>
   <description><![CDATA[<img src=http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/f/f9/Ehak.jpg align=right border=0><br />
Os parlamentários bascos <a href=http://es.wikipedia.org/wiki/Joseba_Egibar target=_blank class=tEnlac>Joseba Egibar</a>, <a href=http://es.wikipedia.org/wiki/Rafael_Larreina target=_blank class=tEnlac>Rafael Larreina</a> e <a href=http://es.wikipedia.org/wiki/Oskar_Matute target=_blank class=tEnlac>Oskar Matute</a> coincidirom nas diferenças  entre o <a href=http://gl.wikipedia.org/wiki/Euskal_Herrialdeetako_Alderdi_Komunista target=_blank class=tEnlac>EHAK - Partido Comunista das Terras Bascas</a> e a formação ilegal Batasuna, quando declararom onte no juízo contra <a href=http://gl.wikipedia.org/wiki/ANV target=_blank class=tEnlac>ANV</a> e EHAK. <br />
<br />
Neste senso, el parlamentário do <a href=http://gl.wikipedia.org/wiki/Euzko_Alderdi_Jeltzalea_-_Partido_Nacionalista_Vasco target=_blank class=tEnlac>EAJ-PNV</a> JoseBa Egibar asegurou que o grupo parlamentar Ezker Abertzalea (onde estão os deputados de EHAK) nunca  opuxo-se a que o Parlamento Basco manifestase de jeito unánime a sua posição em contra da violência de ETA a diferença de Batasuna, <i>"que não só se opunha, senão que defendia uma postura distinta à que mantém agora EHAK".</i> Ele explicou que EHAK <i>"não tem impedido em nenhum momento que houbese um pronunciamento por unanimidade no Parlamento por muito escabroso que fose o tema"</i>. Egibar redundou na ideia de que EHAK e Batasuna são duas coisas diferentes. <br />
<br />
Outro parlamentário que compareceu como testigo e secundou as declarações de Egibar foi Rafa Larreina, parlamentário de <a href=http://gl.wikipedia.org/wiki/Eusko_Alkartasuna target=_blank class=tEnlac>Eusko Alkartasuna</a>. O portavoz abertzale, quem começou asegurando que não tem um <i>"interesse pessoal"</i> nesta causa, insistiu nas diferenças existentes entre Batasuna e EHAK: <i>"Agás em intres concretos, há uma diferença evidente entre ambos partidos"</i>. Ademais Larreina lembrou que a declaração institucional do Parlamento Basco em relação à morte a mãos de ETA do concelheiro socialista Isaías Carrasco saliu adiante com o apoio de EHAK. <i>"A postura em contra da política penitenciaria e o afastamento dos presos não é uma coisa que faga de jeito exclusivo EHAK, mas também partidos como IU, PNV ou EA sem que ninguém lhes obrigue"</i>, engadiu. <br />
<br />
O terzeiro dos parlamentários que declarou foi Oskar Matute (<a href=http://gl.wikipedia.org/wiki/Ezker_Batua target=_blank class=tEnlac>Ezker Batua</a>), quem também coincidiu com os argumentos dos seus dois predecesores à hora de destacar as diferenças entre Batasuna e a formação liderada por Nekane Erauskin.<br />
<br />
]]></description>
   <link>http://www.blogoteca.com/paisbasco/index.php?cod=41864</link>
   <category>Política - Politika</category>
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   <pubDate>Sat, 21 Jun 2008 11:51:00 +0100</pubDate>
 </item> 
 <item>
   <title>A estrategia do vale-tudo de Barcina</title>
   <description><![CDATA[Na longa estrategia de criminalização e repressão emprendida já faz tempo contra a esquerda abertzale, temos visto de tudo. <br />
<br />
Temos visto a juízes actuando tal e como dita o governo espanhol, e isso que Espanha é (supostamente) um estado onde há separação de poderes. Temos visto policias que, tras torturar a detidos, são absoltos. Temos visto terrorismo de estado, temos visto criminalização de músicos, de jornais, etc.<br />
<br />
Pero o que eu nunca vira é a uma alcaldesa usurpando as funções a um grupo de concelheiros polo simples feito de pertenzer a um determinado partido político. <br />
<br />
Estamos a falar da nossa "querida" Yolanda Barcina, de profissão trepa e alacaldesa da capital do País Basco, Iruñea. Resulta que Barcina (que nem tam sequer é navarra, mas de Burgos) tem emprendido um projecto para ilegalizar por etapas ao grupo municipal intependentista, de Eusko Abertzale Ekintza - Acción Nacionalista Vasca. Primeiro proibiu-lhes empregar a sala de prensa, logo botou-lhes fora dos organismos de representação municipal, mais tarde suspendeu ao grupo sem que nenhum juíz o tenha ordeado, logo impediu-lhes celebrar vodas civís e lhes retirou o correio electrónico.<br />
<br />
Despois de tudo isto, a alcaldesa Barcina vem de quitar-lhes o despacho aos membros da formação. Um passo mais na estrategia de apartar aos que não pensam como ela das instituções. Quando Mikel Gastesi tentava entrar ao despacho, a policia municipal, ás ordes de já sabemos quem, lanzou-se contra ele e contra os que o acompanhavam.<br />
<br />
<a href=http://www.gara.net/paperezkoa/20080330/70034/es/Barcina/deja/a/ANV/sin/6.000/euros/al/ano/bodas/civiles/y/correo/electronico/y/de/paso/garantiza/mayorias/ target=_blank>Mais informação sobor as medidas impostas pela alcaldesa Yolanda Barcina contra ANV</a><br />
<br />
<FONT SIZE=+1><B>BARCINA, ENTZUN, IRUÑEA EUSKALDUN!!!!</B></FONT>]]></description>
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   <category>Conflito basco</category>
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   <pubDate>Thu, 19 Jun 2008 14:34:00 +0100</pubDate>
 </item> 
 <item>
   <title>Euskal Kronikak - Crónicas bascas</title>
   <description><![CDATA[Cronache basche - Euskal Kronikak (Crónicas Bascas) é um documentário realizado polos italianos Matteo Scanni e Angelo Miotto em 2007 sobre o Conflito Basco.<br />
<br />
Cá o tendes, em 6 partes:<br />
<br />
<div align=center><br />
<b>Os inícios do conflito</b><br><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/3SW_jMptxqk&hl=en"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/3SW_jMptxqk&hl=en" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344"></embed></object><br />
<b>A língua, o éuscaro</b><br><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/nFmAn_RcKbk&hl=en"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/nFmAn_RcKbk&hl=en" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344"></embed></object><br />
<b>A apariçao de ETA</b><br><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/kEG0auskBto&hl=en"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/kEG0auskBto&hl=en" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344"></embed></object><br />
<b>As vítimas do conflito e seus familiares</b><br><br />
<object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/aCEw1wPo8R0&hl=en"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/aCEw1wPo8R0&hl=en" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344"></embed></object><br />
<b>As vítimas oficiais, assasinados por ETA</b><br><br />
<object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Vxo6VlGPUzU&hl=en"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/Vxo6VlGPUzU&hl=en" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344"></embed></object><br />
<b>As torturas, a violência do estado espanhol</b><br><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/6AMLEOGMhgo&hl=en"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/6AMLEOGMhgo&hl=en" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344"></embed></object></div>]]></description>
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   <category>Conflito basco</category>
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   <pubDate>Wed, 18 Jun 2008 09:20:00 +0100</pubDate>
 </item> 
 <item>
   <title>Avanços do éuscaro na Universidade de Navarra</title>
   <description><![CDATA[A Universidade de Navarra vem de rotular parte do seu campus incluindo também o éuscaro nos carteis junto ao castelão, o franzês, o inglês e o alemão.<br />
<br />
O Instituto de Idiomas da Universidade de Navarra puxo em marcha fai tres cursos dois novos programas, de russo e éuscaro. Em ambos imparte-se um nivel para aqueles que começam com a linguagem  e outr para os que já a conhezem. <br />
<br />
A língua e a cultura bascas começarom a impartir-se na Universidade de Navarra nos anos 60, da mão do professor José Miguel de Barandiarán. Mais recentemente, o éuscaro foi incluido como matéria dentro do Diploma de Estudos Bascos, mas sua re-ubicação dentro do Instituto de Idiomas permite um ensino mais ajeitado. Também oferta-se como optativa. <br />
<br />
<a href=http://www.noticiasdenavarra.com/ediciones/2008/05/13/sociedad/navarra/d13nav9.1246077.php target=_blank><font size=0.5>Fonte</font></a>]]></description>
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   <category>Éuscaro - Euskara</category>
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   <pubDate>Tue, 17 Jun 2008 19:59:00 +0100</pubDate>
 </item> 
 <item>
   <title>Consulta em marcha: respostando ás críticas</title>
   <description><![CDATA[Velaquí uma apressentação que vem a respostar ás críticas feitas dende certos meios de comunicaçao à consulta prantejada pelo presidente do Governo Basco que propõe um acordo entre partidos bascos para acadar um novo marco jurídico, sob a condição da fim da violência. Esta em castelão.<br />
<br />
<div style="width:425px;" id="__ss_456521"><object style="margin:0px" width="425" height="355"><param name="movie" value="http://static.slideshare.net/swf/ssplayer2.swf?doc=tu-decides-1213034106004326-8"/><param name="allowFullScreen" value="true"/><param name="allowScriptAccess" value="always"/><embed src="http://static.slideshare.net/swf/ssplayer2.swf?doc=tu-decides-1213034106004326-8" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="355"></embed></object><div style="font-size:11px;font-family:tahoma,arial;height:26px;padding-top:2px;"><a href="http://www.slideshare.net/?src=embed"><img src="http://static.slideshare.net/swf/logo_embd.png" style="border:0px none;margin-bottom:-5px" alt="SlideShare"/></a> | <a href="http://www.slideshare.net/Ralava/tu-decides?src=embed" title="View Tu Decides on SlideShare">View</a> | <a href="http://www.slideshare.net/upload?src=embed">Upload your own</a></div></div>]]></description>
   <link>http://www.blogoteca.com/paisbasco/index.php?cod=41586</link>
   <category>Política - Politika</category>
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   <pubDate>Tue, 17 Jun 2008 19:24:00 +0100</pubDate>
 </item> 
 <item>
   <title>Para os visitantes ao blogue....</title>
   <description><![CDATA[<table><br />
<tr><td><img src=http://www4.clustrmaps.com/stats/maps-clusters/www.blogoteca.com-paisbasco--world.jpg align=left width=600 height=225 border=0><br />
</td></tr></table><br />
<br />
<font color=blue size=+1><b><u>Saudos a todos!!</u></b></font><br />
<br />
Alí en cima tedes o mapa das visitas a este blogue dende o seu começo, já fai uns meses. Queria saudar-vos a todos.<br />
<br />
Saudos para ti, o que me visitas dende o Japão!<br />
<br />
Saudos ao que vive em Nova Celandia, ao de Perú, ao dos Estados Unidos, ao de México, ao de...!<br />
<br />
Saudos também às numerosas comunidades brasileira e portuguesa, e saudos aos catalãos, bascos, canários e galegos que de quando em vez passan por aqui.<br />
<br />
Queria pedir-vos que comentedes mais, já que polo de agora comentades puquinho, pouquinho... Se tedes qualquera dúvida preguntade, eu tentarei respostar as vossas questões o mas cedo possível.<br />
<br />
Também esou aberto a sugerências temáticas, sempre e quando tenham algo que ver com o País Basco, Euskal Herria.<br />
<br />
E especialmente aos membros da <b>lusofonia</b>, vos agradeceria correições ortográficas, já que como podedes ver, ao meu português ainda restan-lhe melhoras.<br />
<br />
Agardo as vossas respostas!!<br />
<br />
]]></description>
   <link>http://www.blogoteca.com/paisbasco/index.php?cod=40751</link>
   <category>Opinião - Uste</category>
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   <pubDate>Thu, 05 Jun 2008 16:05:00 +0100</pubDate>
 </item> 
 <item>
   <title>Rações para o não ao TAV em Euskal Herria</title>
   <description><![CDATA[Há muita gente que estrana-se disso de que aquí, no País Basco, a gente não quera um comboio de alta velocidade que passe por diante da sua casa. Haberá gente que pense que é um projecto que trae o progresso e não sei que. Pero o certo é que aquí já há progresso sem TAV. Então não é para que progressemos (eu, malia não ser basco, vivo aquí), mas que para outras coisas. Porém, dizimos que não. E dizimos que não polos seguintes motivos:<br />
<br />
<font color=blue size=+1>1. O TAV causará danos irreparáveis ao meio ambiente</font><br />
<br />
Efeito barreira, brutal impacto sonoro, brutal impacto visual, ocupação de terras, destruição de aquíferos, aumento do consumo energético, infinidade de escombreras, afecção a ecossistemas de alto valor ecológico…<br />
<br />
<font color=blue size=+1>2. O TAV acentuará o desequilíbrio territorial</font><br />
<br />
Contempla unicamente a conexão rápida entre capitais, incrementará a aglomeração de população em grandes zonas macro-urbanas e ocasionará graves prejuízos à agricultura e ao modo e qualidade de vida dos municípios e comarcas intermédias, que lhe servirão de mero suporte físico.<br />
<br />
<font color=blue size=+1>3. O TAV acaba com o conceito de transporte ferroviário como serviço público e universal</font><br />
<br />
O pagaremos entre todos mas, em função dos percursos e o preço do bilhete previstos, tão só poderão utilizá-lo uns poucos.<br />
<br />
<font color=blue size=+1>4. O TAV terá um efeito regressivo na distribuição da renda e o gasto social</font><br />
<br />
E é que se trata da maior e mais cara infra-estrutura jamais projetada neste país. O gasto final da “Y basca” rondará os 6.000 milhões de euros, isto é; o orçamento do departamento de Moradia do Governo Basco para 24 anos; o de Cultura para 25; o de Agricultura, Pesca e Alimentação para 40… Com esse denheiral poderia financiar-se um transporte público de qualidade para o conjunto da população, bem como responder a muitas outras necessidades sociais. Necessidades que, de levar-se a cabo este projeto, continuarão desatendidas.<br />
<br />
<font color=blue size=+1>5. O TAV não solucionará os graves problemas de tráfico e transporte existentes</font><br />
<br />
Por uma parte, desatiende os deslocamentos intracomarcales, que são o 97% dos deslocamentos diários motorizados, e por outra, nem sequer defronta ao crescimento anual do número de caminhões que circulam diariamente por nossas carreteiras. Mais bem ao invés, o TAV faz parte de um gigantesco plano de infra-estruturas de transporte que inclui auto-estradas, superpuertos, plataformas logísticas e um longo etc. e cujo objetivo não é outro que o aumento do transporte de mercadorias como negócio. Pelo que o TAV não só não contribuirá a descongestionar as carreteiras, senão que contribuirá a agravá-lo.<br />
<br />
<font color=blue size=+1>6. O TAV fomentará a precariedad trabalhista e facilitará a deslocalización industrial</font><br />
<br />
Tanto o TAV como o conjunto de grandes infra-estruturas de transporte estão diretamente relacionados com a internacionalização e a globalização dos mercados e a economia bem como com o incremento da precariedade trabalhista e a deslocalização industrial derivada das mesmas. O TAV contribuirá a apuntalar a hegemonia do setor serviços em detrimento do primeiro e segundo setor e converterá a nosso país em zona de passagem de mercadorias. Com isso acentuará a situação de dependência estrutural que padece Euskal Herria e afastará a possibilidade de um desenvolvimento auto-centrado.<br />
<br />
<font color=blue size=+1>7. O TAV é o mais claro exponente do neoliberalismo</font><br />
<br />
O TAV vem reforçar um modelo social e econômico que gera um crescente desequilíbrio ecológico e cada vez maiores desigualdades sociais e de gênero.<br />
<br />
<font color=blue size=+1>8. O TAV é sinónimo de imposición</font><br />
<br />
Estão desenvolvendo o projeto do TAV sem transparência informativa alguma e a costas dos interesses, os desejos e a vontade dos municípios e a cidadania. Uma vez mais, substituíram a informação pela propaganda, e limitado a participação e capacidade de decisão da cidadania à possibilidade de apresentar alegações que são automaticamente recusadas. A maioria social e sindical exige a paralisação do TAV, mas as administrações geridas por PNV, UPN, UMP e PSOE continuam fazendo ouvidos surdos. Com o começo das obras da “Y basca”, o relançamento do projeto de nova linha em Lapurdi e a aposta cega pelo Corredor Navarro de Alta Velocidade, tanto os estados espanhol e francês, como os governos de Gasteiz e Iruñea, optaram, uma vez mais, pela prova de força, a política de fatos consumados e a imposição.<br />
<br />
<br />
Acho que o TAV não é tam bom, eh?]]></description>
   <link>http://www.blogoteca.com/paisbasco/index.php?cod=40744</link>
   <category>Natureza - Izadia</category>
   <comments>http://www.blogoteca.com/paisbasco/index.php?cod=40744#commentarios</comments>
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   <pubDate>Thu, 05 Jun 2008 15:41:00 +0100</pubDate>
 </item> 
 <item>
   <title>Já temos as questões do referendo em Euskadi do 25 de Outubro deste ano</title>
   <description><![CDATA[O lehendakari (presidente do Governo Basco) Juan José Ibarretxe já anunciara fai tempo a celebração duma consulta popular aos cidadãos da Comunidade Autónoma do País Basco.<br />
<br />
O referendo, sem validez jurídica (mas sim política e democrática) servirá para determinar o futuro status jurídico da CAB. <br />
<br />
Já temos data: o 25 de outubro de 2008. E já temos preguntas:<br />
<br />
*<b>Primeira pregunta:</b> Está voçê de acordo em apoiar um processo de final dialogado da violência se previamente ETA manifesta de jeito inequívoco a sua vontade de pôr fim à mesma duma vez e para sempre?<br />
<br />
*<b>Segunda pregunta:</b> Está voçê de acordo com que os partidos bascos, sem exclusões, inicien um processo de negociação para acadar um acordo democrâtico sobor o exercício do direito a decidir do povo basco, e que o devandito acordo se someta a referendo antes de que remate o ano 2010?<br />
<br />
<b>Pode voçê ler aquí o <a href=http://www.lehendakari.euskadi.net/r57-4075/es/contenidos/noticia/decla_20080528_leydeconsulta/es_consulta/presentacion.html target=_blank>documento aprovado pelo governo basco</a>.</b><br />
<br />
Por suposto, já sairom os espanholinhos do caralho a dizer que é um referendo ilegal, que vão recurrir ante o Tribunal Constitucional, etc. Pero haber, que vos pasa?? Tedes medo de que o povo fale?? Não sodes demócratas???<br />
<br />
Eu não lhes comprendo. Ogalhá saia tudo bem, e se celebre a consulta tal e como estaba previsto.<br />
<br />
]]></description>
   <link>http://www.blogoteca.com/paisbasco/index.php?cod=40198</link>
   <category>Política - Politika</category>
   <comments>http://www.blogoteca.com/paisbasco/index.php?cod=40198#commentarios</comments>
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   <pubDate>Wed, 28 May 2008 22:37:00 +0100</pubDate>
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   <title>2012: Comecemos por Sartaguda</title>
   <description><![CDATA[é um propósito cidadão que, com o referente de 1512-2012 -da invassão, conquista, privação da independência, partição, suplantação da soberania e desmantelamento estatal de Navarra-, tem por objeto promover e desenvolver na sociedade navarra as seguintes metas:<br />
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• Reconhecer a variedade das situações vividas na Memória Histórica de Navarra e o que cada corrente de pensamento contribuiu a nossa realidade.<br />
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• Desenmascarar o negacionismo sobre os genocídios, a destruição do patrimônio e a subordinação, padecidos por Navarra.<br />
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• Desenvolver a liberdade individual e coletiva, as instituções de participação da sociedade civil, os valores cívicos da rês pública e da democracia, como o direito à diferença e o respeito do pluralismo.<br />
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• Igualdade de todas as pessoas, sem exeção.<br />
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• Convicção de todos somos filhos de imigrantes, seja da primeira ou da treszentas geração.<br />
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• Presença das raízes culturais e históricas para conseguir entender a complementaridade de cada grupo numa sociedade laica e multicultural.<br />
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• Paz e reconciliação da sociedade navarra, baseada na justiça, a verdade e o mútuo reconhecimento entre vencidos e vencedores, navarros e espanhóis ou franzeses.<br />
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• Pôr fim à partição de Navarra, eliminando as fronteiras impostas.<br />
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• Exercer todos os direitos pessoais e recuperar a soberania de Navarra.<br />
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Tudo isso, mediante a atuação nos campos econômico, social, cultural e político, através da intervenção em meios de comunicação, artigos jornalísticos, organização e colaboração em eventos e atividades que favoreçam a união e cooperação de entidades e associações, para atingir os objetivos propostos.<br />
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Há que partir do entendimento da sociedade civil coma um tudo, ainda em a sua pluralidade extrema, pois tratá-la parcialmente trará como efeito diminuí-la e subordiná-la. Todos os seus aspectos -economia, política, cultura- se acham interrelacionados, nenhum deles pode entender-se isolado. Se falta algum deles, o conjunto da sociedade como sistema, não se acha em a sua plenitude e carece de liberdade.<br />
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O poder dominante, ante a pressão que a sociedade civil subordinada chega a exercer, vê-se obrigado as vezes a consentir -pondo toda classe de limitações e entrabes- o uso de alguns aspectos do acervo negado, sempre de forma inconexa e desmembrada.<br />
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Assim, por exemplo, se a sociedade subordinada reivindica utilizar sua língua própria, o éuscaro, frente ao monopólio imposto da língua do poder, se chegará a permitir-lhe que, com grande esforço, possa ter escolas em seu idioma, mas sempre limitando os contidos docentes e de forma supeditada à língua dominante do Estado grande-nacional. Sobretudo sem que se lhe permita relacioná-la com os outros aspectos do sistema, e nunca entendido como direito irrenunciável da sociedade civil subordinada.<br />
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A subordinação política se plasma na muralha que se fecha frente aos direitos democráticos dos navarros, e impede que se cumpra sua vontade política, quando estes manifestam democraticamente sua decisão.<br />
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Em realidade estamos imersos num conflito de direitos, mais do que num conflito de identidades. Ouve-se com freqüência o do "conflito identitario", como uma muletilla empregada sem precisão e demasiado alegremente. Não faz muito, para referir-se a esta mesma sociedade plural, se propaló orquestadamente aquilo de duas comunidades: a vasca e a navarra. Falsa dicotomia que já começou a desmoronar-se. Tão equívoco foi falar de raças, etnias ou povos, para referir-se a sociedades jurídico-politicamente estruturadas, como o é agora fazê-lo em referência a identidades.<br />
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E como passo mais imediato, precisamos participar na inauguração do Parque da Memória, em Sartaguda, Povo das Viúvas , o dia 10 de maio, para que a sociedade navarra conheça e assuma o último genocídio sofrido por ela, e possamos conseguir uma sociedade soberana, democrática, justa e plural.<br />
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<div align=center>(Um artigo de Tomás Urzainqui Mina, avogado e historiador)</div><br />
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   <category>Opinião - Uste</category>
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   <pubDate>Wed, 07 May 2008 12:51:00 +0100</pubDate>
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