OUTRA VISIÓN


CONTRA O PENSAMENTO ÚNICO (Oficial ou alternativo)
Se repetimos unha mentira unha e outra vez, a xente terminará por crela.

(Joseph Goebbels)



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Actos no 1º de Maio

Vigo 12:00 Cruce da Doblada con Urzaiz

A Coruña 12:00 Praza de Vigo

Compostela 12:30 Praza Roxa

Ferrol 12:00 Avenida de Esteiro (fronte local CIG)

Pontevedra 12:30 Praza da Ferrería

Ourense 12:00 Pavillón dos Remedios

Lugo 12:30 Ronda da Muralla (Edificio Sindical)

A Mariña 12:00 Praza de Lugo en Viveiro

Ribeira 12:00 Praza do peixe, fronte ao local da CIG
Comentarios (0) - Categoría: Galiza - Publicado o 29-04-2007 12:41
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70º Aniversario da destrución de Gernika
O 26 de Abril de 1937 en Gernika(hai 70 anos)ás 16:30 da tarde fixéronse redobrar as campás da igrexa de Santa María, achegábanse avións nazis. Gernika é a vila sagrada dos vascos, alí está a Casa de Xuntas e o Carballo de Gernika, lugar no cal os señores de Biscaia e os reis de España xuraban respectar as vellas leis milenarias do pobo vasco. Tropas e aviación enviadas por Adolf Hitler e Benito Mussolini, conxuntamente cos mercenarios árabes participaron da ofensiva contra o País dos Vascos, cunha inusitada crueldade. Gernika é todo un símbolo para os vascos e naqueles tempos de guerra non se daban rendido; polo tanto o xeneral Franco ideou un escarmento. Conxuntamente co comandante da Lexión Cóndor Wolfran von Richtofen, arrasarían a cidade cun bombardeo masivo de bombas incendiarias e explosivas, con posteriores ametrallamentos dos sobreviventes. Tamén incorporouse a aviación italiana. Os incendios continuaron deica que se apagaron eles sós. Gernika estaba destruída e máis de dous mil persoas morreran sob as bombas nazis. Había moitos feridos e unha devastación que non se borrará xamais da memoria histórica. Gernika foi un prólogo das destrucións masivas que se deron durante a Segunda Guerra Mundial. Diante da indignación mundial do bombardeo a unha cidade aberta e sen defensa, os franquistas e os seus aliados nazis pergeñaron unha mentira mantida durante corenta anos: "os propios vascos incendiaran a súa vila sagrada". O xornalista inglés George Steer foi testemuña da traxedia e a mentira posterior. Relatando a verdade da destrución pola aviación a través do xornal Times. Os gobernos de Alemaña e Italia pediron perdón en 1997 por participar na destrución da cidade de Gernika. En contraposición os gobernos franquistas e os seus sucesores, nunca se fixeron cargo da responsabilidade de ter organizado e executado tamaña inxustiza. É xa tempo de que os españois fagan fronte á súa responsabilidade na destrución do 70% da cidade de Gernika e da morte de numerosísimos veciños da cidade e periferia. Terán a valentia? Ou só teñen valentía nas prazas de touros?
Comentarios (2) - Categoría: Mundo - Publicado o 28-04-2007 01:18
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O choque entre dous modelos
Um choque entre dois modelos
A lógica dos combustíveis fósseis está emaranhada com os ideais da modernidade e do mercado. Pela primeira vez, está surgindo uma alternativa real a esse paradigma. Como obter uma transformação tão radical? E se há condições para fazê-lo, por que insistimos no modelo da devastação? Das 96 páginas de [R]evolução Energética emergem duas conclusões cruciais: nas últimas décadas, surgiram condições para alterar o paradigma de produção de energia vigente nos três últimos séculos; essa transição implica mudanças políticas, sociais e culturais de enormes proporções. O paradigma energético atual é uma das marcas da modernidade. Foi essencial para o surgimento da indústria, para a multiplicação de nossa capacidade de locomoção pelo planeta e para a definição de boa parte de nossos hábitos atuais de consumo. Ao mesmo tempo, permitiu uma expansão extraordinária das relações sociais capitalistas. Curiosamente, boa parte de seus elementos foi copiada com entusiasmo pelas experiências do chamado "socialismo real"... Este padrão baseia-se em ao menos seis princípios centrais, todos muito relacionados e interdependentes entre si. Apoiou-se no uso energético, em larga escala, dos combustíveis fósseis (carvão, petróleo, gás). Floresceu numa época em que se cultivava uma visão antropocêntrica do mundo, para a qual a natureza era, em essência, um "recurso" a ser explorado incessantemente pelo ser humano. Tirou proveito um padrão de consumo individualista, que considerava legítimo adquirir qualquer bem (um super-iate, um automóvel 4x4), bastando ter recursos para tanto. Adotou a concentração produtiva: as jazidas de carvão, petróleo e gás estão presentes apenas em alguns pontos do planeta, e para explorá-las são necessários grandes obras e vastos capitais. Estimulou a competição empresarial: os combustíveis eram abundantes, a concorrência entre as empresas era benéfica ao consumidor, pois tendia a oferecer preços mais baixos. Praticou o descaso com a justiça social: enxergou a eletricidade e transporte como mercadorias (às quais tem acesso quem tem poder de compra) e não direitos (que devem ser assegurados a todos, independentemente de capacidade financeira). A partir de meados do século passado, começou a ficar claro que este paradigma era ambiental e socialmente insustentável. Como destacou o último relatório do IPCC, esse modelo divide a humanidade. Uma pequena parcela tem acesso a um padrão ilusório (e cada vez mais extravagante) de conforto e luxo. A maioria é estimulada a se aproximar do estilo de vida e consumo dos primeiros, mas é cada vez mais atingida pelas conseqüências do modelo. O grande mérito dos movimentos ambientalistas e contraculturais foi argumentar que, nessas bases, a igualdade é, além de impossível, indesejável. Quando cada habitante viver e provocar emissões de CO2 semelhantes às do mundo rico, estaremos num planeta morto. Aliás, o descuidado e devastação da natureza no antigo bloco soviético foi ainda mais brutal que no ocidente. Sementes visíveis de outro futuro
[R]evolução Energética revela algo novo e curioso, tanto do ponto de vista da energia quanto da transformação social. Ao se espraiar entre as sociedades, a contestação ao velho paradigma gerou elementos de um modelo novo. A alternativa não é apenas hipotética ou retórica. Rapidamente, estão surgindo e se multiplicando idéias, iniciativas e tecnologias que invertem, um a um, os princícipos do modelo anterior e tornam possível um mundo de energia limpa.
Dois capítulos do relatório do Greenpeace são dedicados, aliás, à descrição das novas fontes energéticas e aos passos (tecnológicos e políticos) que é preciso dar para que elas substituam os combustíveis fósseis. Em geração eólica, por exemplo, houve avanços no desenho das turbinas, na variedade das usinas (de pequenos cataventos, para suprir comunidades isoladas a verdadeiras usinas de vento, localizadas no oceano, capazes de abastecer grandes cidades) e na difusão da fonte (na Dinamarca, Alemanha e Espanha, os ventos já são parte não-desprezível da matriz energética; em todo o mundo, o volume energético gerado vem crescendo a taxas de mais de 10% ao ano). Outra fonte onde há enormes avanços é a solar. Já não se trata apenas dos coletores térmicos para aquecer a água de residências. Há duas vertentes muito promissoras: as células fotovoltaicas (que permitem gerar eletricidade a partir da luz) e as usinas de concentração solar (nas quais espelhos ou parabólicas captam a radiação e a direcionam para pontos onde, por meio de altíssimas temperaturas, produz-se vapor que move turbinas). Há novidades nas usinas hidrelétricas, já responsáveis por 20% da eletricidade gerada no planeta. Para evitar a construção de enormes represas, que inundam territórios, destróem ecossistemas e deslocam populações, estão surgindo tecnologias "do fluxo do rio", que dispensam ou reduzem significativamente a necessidade de armazenamento de água. Biomassa: uma fonte importante, mas não única
O Greenpeace também não despreza a biomassa. Embora sua queima (em motores automotivos ou na geração de eletricidade) desprenda gás carbônico, esse efeito é compensado, às vezes com sobras, pela fotossíntese das plantas que mais tarde serão usadas para produzir combustível. Uma ampla variedade de fontes e métodos está sendo pesquisada: a produção de álcool, a gasificação (e posterior queima) da matéria orgânica e a geração de energia por meio de fermentação. Aqui, a questão a enfrentar não é a qualidade da energia (incomparavelmente mais limpa que a fóssil), mas o sentido social e ambiental das políticas que serão adotadas para produzi-la. Não é necessário devastar florestas para originar biomassa: há enormes áreas cultiváveis ociosas. Ao invés de se estimular o cultivo em latifúndios (como no caso do álcool automotivo brasileiro), pode-se perfeitamente estimular a agricultura familiar (como se faz, também no Brasil, com o biodiesel). Uma característica essencial das energias limpas é a diversidade. Em vez de apostar todas as fichas nos fósseis, o novo padrão está em busca permanente de novas fontes. O relatório do Greenpeace cita a oceânica (a ser gerada a partir do choque das ondas com captadores sólidos) e a geotérmica (produzida a partir de gêisers e talvez, no futuro, de vulcões). No cenário da revolução, vislumbrado pelo documento, as fontes renováveis responderão, em 2050, por 69,3% da eletricidade consumida no planeta. Irão se destacar a energia eólica (23,1%), solar (18,64%, sendo 9,48% térmica e 9,16% fotovoltaica), hidrelétrica (15,22%) e da biomassa (9,51%). Contribuirão de algum modo a marítima (0,5%) e geotérmica (2,3%). As fontes sujas responderão por 30,7% da eletricidade.
Como energia também significa aquecimento e transporte, o peso dos combustíveis fósseis na matriz energética geral ainda será importante: 50,24% (contra 80% hoje). Abolida a energia nuclear, as fontes limpas responderão, em 2050, por 49,76% do total. O gás natural (22,05%) superará o petróleo, em esgotamento (20,6%, contra 33,8% atuais). Nesse cômputo mais amplo, a biomassa adquire grande relevância. O relatório prevê que ela será, isoladamente, a principal supridora das necessidades de energia do planeta, respondendo por 24,9% do consumo primário.
Comentarios (0) - Categoría: Mundo - Publicado o 25-04-2007 09:16
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A tortura como instrumento político
A denuncia que onte fixo en rolda de prensa o grupo parlamentar basco Ezker Abertzalea da utilización das torturas relatadas polos últimos detidos en Euskadi non debería quedar en mera anécdota. Nun estado de dereito é esixible que as súas institucións, así como os partidos que participan nelas, mostren especial celo diante das posibles vulneracións de dereitos humanos, e con maior dilixencia se estas procedesen dalgunha desas institucións. Diante dunha denuncia de torturas, inmediatamente deberían porse en marcha as investigacións pertinentes para sancionar o delito se o houbese ou, en caso contrario, para non deixar lugar á menor dúbida sobre ese tipo de prácticas. Non ocorreu así tampouco tralas últimas detencións e a sombra dunha dúbida máis que razoable, que en Euskadi alóngase desde hai moitos anos, planea sobre certas institucións do Estado. A actitude da maioría dos partidos non é compatible cos dereitos humanos que din defender.
Comentarios (0) - Categoría: Mundo - Publicado o 14-04-2007 07:16
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As revelações do “affaire Valadés”
As revelações do “affaire Valadés”
Por Fernando del Rio Iglesias,
Militante do BNG e sócio da Asociación Galega de Amizade con Israel


O “affaire Valadés” é muito grave. Pelo que supõe de atentado indiscriminado contra a dignidade de uma pessoa, a actuação do BNG resulta completamente reprovável. Porém, acredito em que uma pausada leitura entre linhas é necesária. O caso é revelador. Muito revelador.
Descobre que muitos no BNG estão insuficientemente impregnados do alicerce ético inalienável: a veneração dos sacros dereitos individuais. Proclamam acreditar na existência de objectivos trascendentes –seja a libertação nacional ou a de classe- justificadores das suas acções e bálsamos para as suas conciências. Estes objectivos, qualificados de dereitos colectivos polos fieis, situam-se por cima dos dereitos individuais –individual é um epíteto se aplicado a dereito- pois trascendem a miudeza das pessoas dada a sua natureza divina. Embora foram à escola desde cativos, ainda não entenderam porque os parisinos gilhotinaram uma cabeça coroada.
A verdade revelada plasma-se em dogmas, inquestionáveis pelos adeptos, tais como o anti-imperialismo ou o anti-sionismo. E qualquera pode ser acusado de hereje –tu, leitor, também- pois os vagos dogmas sempre podem ser interpretados e manipulados convenientemente para executar o seu secreto e inominável cometido: queimar no lume da fogueira aqueles que não se submetem aos desígnios da hierarquia imbuida da graça divina. Porque afinal sempre é o mesmo conto, no BNG ou no Palmar de Troya. Os deuses não são mais que os ídolos sacados em procissão pelos sacerdotes gordos como cochos. E o Pedro renunciou a adorar becerros de ouro.
As frequentes purgas no BNG têm demostrado que esta organização carece de instituições que dirimam os conflitos internos de jeito independente. Instituições neutrais que apliquem regras do jogo conforme procedimentos claros e transparentes, garantam a defessa do acusado e presumam a sua inocência. E no “far-west”, Lynch impõe a sua lei. Os linchamentos públicos tornam-se regra. A chusma maioritária, convenientemente incitada pelos adalides da vingança, avassala a minoria desvalida. Porque, todos sabemos que logo de sumaríssimo juiço, a iníqua condena do Pedro G. Valadés é ante tudo um acto de ignominiosa vingança.
Comentarios (0) - Categoría: Galiza - Publicado o 09-04-2007 09:08
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Ciutadans catalans per la pau i contra la judeofòbia
Ciutadans catalans per la pau i contra la judeofòbia

Els sotasignants, ciutadans de Catalunya, Illes Balears i País Valencià, davant de l´agudització del conflicte àraboisraelià, volem manifestar a l´opinió pública:
Que el poble israelià i el palestí tenen dret a viure en pau en dos estats independents i democràtics, amb fronteres segures i reconegudes, i que es el deure de tots els demòcrates contribuir a fer realitat aquests objectius.

Que lamentem l´actitud d´alguns mitjans de comunicació que ofereixen una visió parcial i sectària del conflicte tot emprant termes acusatoris contra Israel mentre ignoren el patiment de la població israeliana i de les víctimes del terrorisme.

Que lamentem l´actitud de determinades institucions, entitats i mitjans de comunicació, els quals utilitzen el conflicte del Pròxim Orient per difamar el poble jueu amb missives judeòfobes que atempten contra la veritat i contra la convivència.

Que refusem la difamació que es trasllueix en la trivialització de la Shoah (l´Holocaust). A títol il·lustratiu, succeeix quan es compara l´esvàstica nazi amb l´estrella de David d´Israel, posant així en evidència el menyspreu a milions de víctimes del poble jueu.

Que rebutgem el gir polític autocràtic de l´Autoritat Nacional Palestina, que des del setembre del 2.000 ha alliberat i manté en el seu Territori grups de terroristes armats i finançats, que lluiten contra el procés de pau entre ambdós pobles, i els objectius dels quals són la destrucció de l´Estat d´Israel i de la implantació d´un règim dictatorial mancat dels drets i els valors que caracteritzen un estat democràtic.

Que la mort de civils israelians no és un acte d´alliberament sinó de terrorisme sistemàtic i organitzat que utilitza i dignifica el suïcidi d´innocents com a mecanisme per assolir un objectiu polític.

Que anomenar els terroristes "activistes" és falsejar conceptes amb la intenció de legitimar d´aquesta manera, actes que són èticament condemnables.

Que el conflicte del Pròxim Orient és de caràcter polític i no religiós.

Que els valors democràtics que són constitutius de l´Estat d´Israel són els mateixos que els de las societats europees.

Que rebutgem que es traslladin a casa nostra els enfrontaments intercomunitaris en funció de posicions discrepants respecte del conflicte àraboisraelià alhora que cridem la nostra societat a denunciar les actituds judeofòbiques i xenòfobes.

Que el nostre desig és que tots dos pobles recuperin la via del diàleg, dins d´un marc pacífic de respecte mutu i de dignitat.

Demanem, finalment, a les institucions catalanes, als ajuntaments i a les entitats cíviques, incloses les organitzacions no governamentals, un esforç d´objectivitat en la seva posició sobre el conflicte àraboisraelià, i que alhora promoguin el debat crític i respectuós en tots aquells àmbits on puguin influir, com són la cooperació internacional i les relacions interculturals, i d´aquesta manera poder contribuir a fer possible la pau, la convivència, la democràcia i la llibertat per a tots els pobles del Pròxim Orient.

Signen:
Joan B.Culla, Pilar Rahola, Marta Pessarrodona, Jaume Renyer, Lluis Permanyer, Vicenç Villatoro, Valentí Puig i altres.

http://catalunya-israel.blogspot.com/
http://cat-israel.frbb.net/index.htm
FORUM CATALUNYA-ISRAEL:
Comentarios (2) - Categoría: Mundo - Publicado o 08-04-2007 09:12
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Por que Israel necesira un valado de seguridade?


POR QUE ISRAEL NECESIRA UN VALADO DE SEGURIDADE?

Deixémonos de enganos, o principal inimigo do pobo palestino é o terrorismo. Terrorismo que non "loita armada". Sen esa chantaxe moi probabelmente o estado palestino xa existiría.
Comentarios (4) - Categoría: Mundo - Publicado o 07-04-2007 06:50
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Como pintar a Mona Lisa
Comentarios (1) - Categoría: Xeral - Publicado o 06-04-2007 04:06
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