Made in Galiza


Eu nunca serei yo
Um caderno de trabalho de Séchu Sende

A minha obra neste caderno está licenciada baixo creative commons, copiceibe.

O autor solicita comunicar-lhe qualquer uso ou modificaçom da sua obra no email de contacto aqui sinalado.

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Trivial GZ


ENTREVISTA CON TOXO.

3º clasificado no Campionato de Trivial GZ do Dia da Pátria

P.- Como coñeceu o Trivial.gz? Xa xogaba antes dos campionatos? Era vostede xogador de algún trivial similar?

R.- Comecei a jogar para leva-lo ás aulas pois, como profe, dei com umha ferramenta interessante para o alumnado. Nunca fum mui jogador de trivial nem de parchis ou baralhas e o monopoli pareceu-me sempre umha tonteria como umha casa. Mas no trivial gz aplicado ás novas tecnologias atopei um jogo divertido e educativo.

P.- Élle útil para a súa profesión unha ferramenta como esta?

R.- Como defensor do Aprender Jogando e consciente da importáncia da criaçom de motivaçom no lugar do trabalho em grupo que é umha aula de secundária, o trivial gz é umha pílula vitaminante e supermineralizante.

P.- Cre que ferramentas como estas contribúen á normalización lingüística e cultural de Galiza?

R.- Pois si. É um jogo participativo e a participaçom social é imprescindíbel para conseguir cambios e procesos de transformaçom social. Semelha participativo polo grande número de persoas que incluem, de seu, perguntas mui variadas e representativas de construçons ideológicas diferentes.

P.- Que melloraría vostede desta aplicación, tanto nos aspectos referidos á dinámica do xogo como nos meramente informáticos?

R.- O jogo nom pode consistir numha proba de resisténcia de horas e horas na que ganhe quem aguante mais horas ao pé do ordenhador, como foi desta.

P.- Que recomendación daría a quen se achegue a xogar ao trivial?.

R.- Nom te deixes enganchar. Eu que nunca fum ludópata vivim durante este campionato momentos de preocupaçom pola minha saúde mental e livre albedrio. De feito penso que se quedei de terceiro foi debido a algum tipo de trastorno.


P.- Utilizou vostede algunha estratexia especial neste campionato

R.- Todas as estratégias secretas do Livro de Estratégias Secretas do Trivial GZ.


P.- Que tipo de xogos cre que se deben desenvolver para a web?

R.- Um jogo de rol sobre política actual: Que farías tu se fosses Tourinho? E se estivesses na pel de Quintana? Protagoniza um Conselho da Xunta no papel de Pachi Vázquez. Como te comportarias se fosses um cidadam/á implicada na Rede Galiza nom se Vende? Com probas especiais do tipo: Missiom em Reganosa ou Operaçom Courel ou O regreso do Partido Popular...

P.- Finalmente, pensa que é unha boa opción que a AS-PG aposte polo desenvolvemento das novas tecnoloxía no campo do lecer e o tempo libre?

R.- Por suposto.

P.- Quere comentar algunha cousa máis?

R.- Pois que no fondo todo o mundo é um pouco friki algumha vez na sua vida. Hai que leva-lo com humor. E que bem me venhem os 200 euros em livros! Trabalhinho custou!

Mais, aqui

E aqui, para jogar ao TRIVIAL GZ
Comentários (2) - Categoria: Geral - Publicado o 30-07-2008 11:59
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Com a Naçom dos Latin Kings e Queens e a Asociaçom Ñeta em Barcelona




Unid@s por el Flow é um projecto que, impulsado polo Kasal de Joves de Roquetes e o Casal de Prosperitat, bárrios de grande presenza de inmigraçom latina, leva mais de dous anos construíndo um proceso de criaçom social asombroso.





Unid@s por el Flow vén sendo a mao que se choca e o ombro a trabalhar de muitos rapaces e rapazas latinos que, hai tempo enfrontados pola guerra, procuram agora cooperaçom para procurar junt@s a melhor forma de se enfrontarem aos problemas no caminho da vida.

A energia do Flow esta-se convertendo num CD, um DVD e um livro.



Alá fomos trabalhar buscando palavras como exploradores de histórias para o livro de Unidos por el Flow e a gente foi generosa: a história do ladrom que fugia diante dos olhos da polícia convertendo-se em cousa; o avó que tinha umha horta que alimentava toda a familia e que pouco a pouco se foi disolvendo; o cepilho de dentes no terremoto de Colómbia; o televisor inclinado; as escaleiras que maltratam mulheres; o teatro do oprimido, as 12 horas de trabalho, as pipas que matavam a fame, e tantos e tantos outros episódios da aventura de vida.



Histórias que nunca poderiamos ter imaginado e que escoitamos como descubrindo o amor.



No caminho de enfrontamento á opresom, o racismo e a injustiça que estam a viver, a loita d@s inmigrantes latin@s que em Unid@s polo Flow repressentam a Nación Latim e a Asociaçom Ñeta ?junto outr@ gente nova- é umha loita em processo e em positivo, criativa, generosa, na que o primeiro passo já foi dado: pacificar umhas relaçons entre Latins e Ñetas que os Medios de Comunicaçom mais fieis ao Capital repressentam ?interesadamente- como um filme de violéncia de rua, criminal e deshumanizada, na que o responsábel ultimo nunca foi apressentado: o capitalismo.

E nom. Isto nom é um filme. É a dura vida real.




Porque detrás dos titulares dos jornais e as images mediatizadas da tele hai muito mais que saber sobre a gente latina que chega á Europa das cidades grandes e pequenas. Está toda a história de América, por um lado, e polo outro, a nossa própria história, e a ponte que compartimos.





Em Unid@s por el Flow, como já se verá no seu momento, descubrimos que podemos, -si, umha vez mais hai que berrar bem alto que é posibel, que hai espaços nos que se está a conseguir-, cambiar a realidade desde o trabalho colectivo, a energia das relaçons humanas, a participaçom, e a loita pola justiça social.




Nestes dias de trabalho com @s amig@s do Kasal de Joves de Roquetes descubrimos que no caminho do Cámbio Social, e na vivéncia das múltiples precariedades que cria o sistema, os trabalhador@s inmigrantes do mundo som irmaos e irmás com quem chocar as maos e arrimar o ombro.





Mil abraços desde Galiza para Llanero, Julio, Crazy Men, Manaba, Maria José, Mani, Wilston, Almendra, Julia, Patú, Luz Marina, Escopeta, Bullterrier, Sofía, e @s outros rapaces e rapazas que vinherom de longe. E para Chispón, que trabalha a cooperaçom entre as persoas construíndo liberdade desde a conciéncia política e a humanidade das persoas que procuram a justiça social. Bks, Naroa. E sorte grande aos tres em Pernambuco!



E um beijo a
Selso, com quem conseguimos guardar milheiros de palavras como parábolas numha caixinha. E que em pouco tempo saíram livres a contagiar liberdade.
Comentários (2) - Categoria: Nom serviam - Publicado o 24-07-2008 19:01
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Galiza nom se vende...



...tampouco no verao
Comentários (1) - Categoria: Nom serviam - Publicado o 15-07-2008 12:29
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Vanessa na cafateria
Já nom me preocupo de vestir-me bem,
os dias passam e nada me motiva
e empeço a pensar movidas raras.
Ás vezes sonho que me leva a morte.

Necessito sentar-me e pensar um dia
em voltar ser como era antes.
Estou desganada, eu era guai
e agora vejo-o todo negro, tia.

Eu nom som eu, nom me conheço, mira.
Eu sempre animava a todo o mundo
e agora choro polas esquinas.

A vida é umha merda, tia,
quero cambiar e nom sei como.
Estou soa, sem trabalho, etcétera.

Estou cansa desta maldita vida.





Comentários (2) - Categoria: Geral - Publicado o 12-07-2008 15:04
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Laurel & Hardy/ Lijó & Meixide




0s 4 no coraçom!
Parabéns, Tomás!
Comentários (1) - Categoria: Geral - Publicado o 11-07-2008 01:05
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Virai costas a Castela


Senhora, senhora do Almortão
Senhora do Almortão
Ó minha linda raiana
Virai costas a Castela
Não queirais ser castelhana

Senhora, senhora do Almortão
Senhora do Almortão
A vossa capela cheira
Cheira a cravos cheira a rosas
Cheira a flor de laranjeira

Senhora, senhora do Almortão
Senhora do Almortão
Eu pró ano não prometo
Que me morreu o amor
Ando vestida de preto


Canta Davide Salvado
Comentários (2) - Categoria: Geral - Publicado o 11-07-2008 00:28
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Parkour na Galiza


Cangas




Conxo



Corunha




Vigo?




Marim

...

O parkour está entre nós!
l'art du déplacement ou técnica de evasão é uma actividade com o princípio de se mover de um ponto para outro da maneira mais rápida e eficiente possível, usando principalmente as habilidades do corpo humano.

Chouteir@s a choutar a chimpos!

Um deporte undergroud, alternativo e rupturista que libera os espaços.

Umha frase concentra a sua filosofia: Nom existen límites, só obstaculos

Parkour, umha forma de luita?

Máis na wiki
Comentários (2) - Categoria: Geral - Publicado o 09-07-2008 12:57
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Alberto Pimenta


1.

dum lado da jaula
os que vêem
do outro
os que são vistos

e vice-versa



2.

A Encomenda do Silêncio


Já reparaste que tens o mundo inteiro
dentro da tua cabeça
e esse mundo em brutal compressão dentro da tua cabeça
é o teu mundo
e já reparaste que eu tenho o mundo inteiro
dentro da minha cabeça
e esse mundo em brutal compressão dentro da minha cabeça
é o meu mundo

o qual neste momento não te está a entrar pelos olhos
mas através dos nomes
pois o que tu tens dentro da tua cabeça
e o que eu tenho dentro da minha cabeça
são os nomes do mundo em brutal compressão
como um filtro ou coador
de forma que nem és tu que conheces o mundo
nem sou eu que conheço o mundo
mas os nomes que tu conheces é que conhecem o mundo

e os nomes que eu conheço é que conhecem o mundo
o qual entra em ti e o qual entra em mim
através dos nomes que já tem
de forma que o que entra pelos meus olhos não pode
entrar pelos teus olhos
mas só pela tua cabeça através
dos nomes dados pela minha cabeça
àquilo que entrou pelos meus olhos já com nomes
e do mesmo modo
o que entra pelos teus olhos não pode
entrar pelos meus olhos

mas só pela minha cabeça através
dos nomes dados pela tua cabeça
àquilo que entrou pelos teus olhos já com nomes
e assim o que tu vês
já está normalmente dentro de ti antes de tu o veres
e assim o que eu vejo
já está normalmente dentro de mim antes de eu o ver

e tudo quanto tu possas ver para aquém ou para além dos nomes
é indizível e fica dentro de ti
e tudo quanto eu possa ver para aquém ou para além dos nomes
é indizível e fica dentro de mim
e é assim que vamos construindo a nós mesmos pela segunda vez
tu a ti e eu a mim...

construindo uma consciência irrepetível e intransmissível
cada vez mais intensa e em si
tu em ti eu em mim
no entanto continuando a falar um com o outro
tu comigo e eu contigo
cada um
tentando dizer ao outro
como é o mundo inteiro que tem dentro da cabeça
e porque é e para que é

tu o teu mundo que tens dentro da tua cabeça
eu o meu mundo que tenho dentro da minha cabeça
até que morra um de nós
e depois o outro...

...

E aqui, o seu poema mais conhecido. Discurso do Filho da Puta
Comentários (1) - Categoria: Geral - Publicado o 09-07-2008 02:32
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Antonio Orihuela


Os meus amigos poetas
afirmam que me laio de mais,
que a verdade, é difícil entrar nos países da toleráncia,
mas umha vez dentro,
a toleráncia...
é que dás com ela em qualquer semáforo.

Toleráncia com o negro, com o castanho, com o amarelo
em quanto trabalhem por dous e cobrem por médio,
com a sudaca, a mil quinhentas a criada
e foda gratis se se presta.
Que para malos,
já fixo Deus os skinheads.

Nosoutros, por Deus, nosoutros!
anaco de pao á boca dos meus filhos,
chalesinho residensial, Ferrari um por Testa Rossa da família,
casinha no Rrrrosssío, poldrinho jerezano.
Nosoutros
por Deus
nosoutros!

....

Um poeta bastante comprometido de Huelva.

E aqui, alguns poemas
Comentários (2) - Categoria: Geral - Publicado o 09-07-2008 02:07
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Meee!


Um dia
despois de 6 horas seguidas diante da TV
dixem Meeee!
E dixem Meeee! ao seguinte
quando acabei de ler um artigo de opiniom
de La Voz de Galicia.
Quando dixerom na rádio
que o cemento era progreso
dixem Meee!
E o dia das eleiçons votei Meee!
O dia que me dei conta
de que havia umha ovelha branca
no espelho
fixem um esforzo,
puxem-me a duas patas
e dixem Nom!
e voltei ser umha persoa.
E assi foi como nunca mais voltei
dizer Beee!
quando leo o jornal
ou olho a TV
ou alguem me pergunta
Tu cres que de verdade hai gente
que se converte em ovelha sem dar-se conta?
Comentários (3) - Categoria: Nom serviam - Publicado o 08-07-2008 13:11
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Joseph Collard
Comentários (2) - Categoria: Geral - Publicado o 08-07-2008 09:59
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Ecologia acústica


Mapa de Sons na Galiza.




E alguns textos sobre Paisages Sonoras, Antropologia do Som, Armas Sónicas, Arte Sonora ou Tecnologias de Control Social a través do som do Projecto Escoitar.

Na Bitácora "podes atopar o traballo de campo das gravacións que o Equipo de Escoitar vai realizando onde podes consultar documentación sobre o lugar e características das paisaxes recollidas".
Comentários (1) - Categoria: Geral - Publicado o 07-07-2008 12:44
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A Xunta decidida a acabar co Courel !!


"Desobedecendo de xeito temerario a lexislación europea e utilizando fondos comunitarios, a Xunta de Galicia está arrasando o Courel con plantacións piñeiros para destruír a Rede Natura 2000 e aumentar o risco de incendio:


Nos montes da Escrita, no Taro Branco, en Froxán, entre as devesas, ....por toda a Serra


- Utilizan maquinaria pesada para destruír os hábitats propios do Courel, destrúen a cuberta vexetal e expoñen o chan a erosión, coa conseguinte acidificación e morte das augas dos ríos.

- Coa ocupación do monte por plantacións masivas de piñeiros, estase a desbotar definitivamente calquera oportunidade para as explotacións gandeiras, apícolas, froiteiras, ...

- Achegan as plantacións de piñeiros a soutos, devesas, prados, cultivos .... co que aumenta o risco de incendiar este espazo protexido.

- Non se respectan e destrúense os elementos arqueolóxicos e históricos: mámoas, castros, covas, paisaxe tradicional, camiños tradicionais...

- Engánasenos aos veciños: cando pedimos castiñeiros, faias, teixos, carballos, careixeiras, freixos, pradairos, ..... dísenos que só están permitidos os pinos.

- Lonxe de habilitar cortalumes con franxas de frondosas e prados de regadío, insístese coa fabricación de ?autovías? de terra morta que parcelan toda a Serra, nunha orxía de desfeita paisaxística sen precedentes no Courel.

- Mirando o rumbo do Courel, calquera se pode preguntar para que serve toda a literatura ambiental, de sostibilidade e paisaxística con que se adorna a Propaganda Institucional que nos recorda cada día o ben que vai este País.

- Visto o trato que nos está dando a Xunta, e despois de avisalos reiteradamente, varías asociacións do Courel, estamos preparando unha nova queixa ante a Comisión Europea por incumprimento da normativa comunitaria e por posible fraude aos Fondos da UE.!

SOS COUREL: DIFUNDE, ESPALLA!
Comentários (2) - Categoria: Desenhos - Publicado o 04-07-2008 20:38
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ParaÑoia


De Igor Lugris
Comentários (3) - Categoria: Nom serviam - Publicado o 04-07-2008 20:33
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Euskaraz hitz egiten hasteko jarraibideak


Welcome to the best method to learn Basque!

Bienvenu à la meilleure méthode pou apprendre le basque!

Euskaraz hitz egiten hasteko lehenengo pausoa erraza da. Egizu karnet tamainako argazkia, euskaraz egiten hasi baino lehen nolakoa zinen gogoratzeko.

Bigarren pausoak ahalegin apur bat gehiago eskatzen du: beldurrik gabe euskaraz irakurtzea. Animoa eta aurrera!

Hirugarren pausoan gaude. Bulinsky interpretazio metodoan oinarrituta, hizkuntza ikasten ari den pertsonaia baten paperean sartu behar duzu, ondorio dramatiko guztiekin.

Adibidez, kopako sonbreroa, bibotea edo ileordearekin mozorrotu, sartu taberna batean esate baterako, eta euskaraz lehenengo hitzak bota pertsonaia horren izenean: "Zurito bat mesedez".

Zergatik mozorroa? Ikasten hasten garenean komenigarria da -jende lotsatiarentzat batez ere- ezagunek nor garen ez jakitea. Ezagun hauek askotan gure misioa kakazteko abilidade berezia dutelako, hauen modukoak esanez:

* Euskaraz egiten duzu? Beituuu! (barrez)
* Eneeee! Ze ondo egiten duzun! (%100 ironia eta zuzenkeria politikoa)
* Oso ondo neska/mutila! (pozik antzean baina beldurrez)
* Ostias! Honekin orain euskaraz egin behar da. (hau esan ez baina pentsatu bai, eta aurpegian igarri)
* Zelan euskaraz ba? (ikaratuta)
* Zer, perfilaren azterketa daukazu? (zinismo gordina)
* Ostia, colega, ¿y a ti qué punto te ha dado? (moskeatuta)
* Ondo egingo bazenu sikieran... (jatorrista, profanazio-sentimendua)
* Igarri egiten da, ez duzu amaren tititik edan. (jatorristago)

Ergelkeria hauek esaten dituztenek ez dute intentzio txarrik izaten, baina askotan irteten zaizkigu horrelakoak, eta ?Zer esango dute?? horrek atzera bota ditu euskaraz egiten saiatu den bat baino gehiago.

"Zer esango" hori dena dela, norberaren semeak bankua atrakatzen badu arduratzeko motiboa izan daiteke adibidez, baina hizkuntza bat erabiltzeak ez ditu ondorio berdinak, ez horixe!

Edonola ere, argi izan galdera horrek inseguritatea dakarrela: Eta euskaraz egiten hasten banaiz, zer esango dute?

Kategoria berdintsuan egon daiteke "Zer pentsatuko dute?" galdera ere, hizkuntza ikasteko prozesuan psikiatriak zer-nolako garrantzia daukan konturatzeko balio behar diguna.

Euskaraz egiten hasteko laugarren pausoa norberaren errorei barre egitea da, besteek barre egin baino lehen. Umoreaz hartu behar dira "Ez nahi dut" edo "Utzi paketean!" bezalakoak. Zientifikoki frogatuta dago historian inor ez dela joan A: Hizkuntza bat ere ez erabili egoeratik C: Hizkuntza bat ondo erabili egoerara, tarteko B: Halan-holan hitz egin egoeratik pasatu gabe.

Irakurtzen dakienak liburuetan aurkitu dezake laguntza. Hiztegietan ia berba guztiak daude Atik Zra ordenatuta. Dena dela, irakurtzen ez badakizu, edo, besterik gabe, ez badaukazu irakurtzeko gogorik, lasai. Kasu asko dokumentatu dira, euskaraz libururik egundo irakurri ez duten pertsona asko daude, eta euskaraz ederto baten egiten dute berba.

Azken fasera heltzen ari gara, euskararen desmitifikazio-fasera hain zuen ere, une honetan, esanak esan eta mitoak mito, konturatzen gara euskara munduko beste hizkuntza guztiak bezalakoa dela, berez ez daukala aparteko transzendentalitaterik. Eta egun batean harrituko gara konturatuta norbaiti, natural-natural, ia pentsatu gabe, ordua galdetzen ari garela euskaraz.

Eta behin helburua lortuta, berriro harrituko gara ikustean -batzuek diotenaren kontra- euskaraz egiteko ez dela ez abertzale erradikala izan behar, ez baserri batean bizi behar.

Euskaraz egiteko instrukzio hauetako azken pausora heldu gara, ez dago atzera egiterik gainera. Lehengo argazkia oraingo argazkiarekin konparatzeko ordua da, eta dena berdina dela ikusiko dugu.

Aldaketak ikustezinak izango dira, eta baten bat balego azalpen bakarra denbora edo euskararekin zer ikusirik ez daukan beste edozein faktore baino ez da izango.


....

Adaptaçom ao euskera do relato de Made in Galiza


Em karrajua

Obrigado, Benito!
Comentários (3) - Categoria: Desenhos - Publicado o 04-07-2008 20:14
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Desacordos ortográficos


Carlos Santiago, trunfando em Portugal, despois do éxito de Mamá Lusitánia

Parabéns!
Comentários (1) - Categoria: Geral - Publicado o 04-07-2008 11:58
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Xelis de Toro


Em Brighton, Phoenix Gallery.
Comentários (1) - Categoria: Desenhos - Publicado o 04-07-2008 11:25
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Mapa electoral BNG/PSdG


Alto secreto: BNG e PSOE-PSdG estam rematando os seus programas electorais em matéria de protecçom do medio-ambiente e desenvolvimento sostíbel.

Assi estam as cousas: Top Secret

;)

Passa a bóla!
Comentários (2) - Categoria: Geral - Publicado o 04-07-2008 10:07
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Made in Carral





Foto-novela baseada em tres relatos do Made in Galiza, feita polo alumnado do club de lectura Deleria, do CPI Vicente Otero.

Muitos bicos e muita alegria para a gente de Karral!!!!

Assi dá ghusto!

E umha aperta para Anxo!

Feito na casa polo club de leitura deleria
Comentários (6) - Categoria: Desenhos - Publicado o 03-07-2008 14:41
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-INSTRUCCIONES p'entamar a falar asturianu-


WELCOME TO THE BEST METHOD TO LEARN ASTURIAN!!!

BIENVENU À LA MEILLEURE MÉTHODE POUR APPRENDRE L'ASTURIEN!!!

El primer paso que debería dar la persona que pretenda empezar a hablar asturiano es sacarse una fotografía tamaño carné para tener un recuerdo de cómo era antes de saber hablar asturiano.

El segundo paso requiere un esfuerzo algo mayor: enfrentarse a leer sin miedo en la lengua objecto del aprendizaje. ¡Suerte!

Yá tamos nel tercer pasu, que tien que ver col métodu Bulinsky d'interpretación teatral, que consiste'n metese nel papel d'un personaxe que ta deprendiendo una llingua con toles consecuencies dramátiques p'iguar.

Asina, por exemplu, tien que camudase l'aspeutu cun chapín de copa o bigotes falsos y dicir nel supermercáu, como primer esperiencia, las sos primeres pallabres n'asturianu en boca del so personaxe: Si fai favor, u tan les pataques?.

L'envís del disfraz - pa la xente más murnia - ye nun ser conocíu pela xente vecina que nesta estaya del deprendizax, dellos vegaes, fai colar de la misión con frases poco afayadizes como:

-¿Date por falar "bable"? Veote estrañu (nun tonu de comedia)

-Uy, que graciosu tas...(cínicu)

-¿Qué ye lo que dicen los tos pas d'esto? (incrédulo)

-¿Cómo te dio por ahí? (asustáu)

-Ostia, colega, ¿y tú de qué vas? (molestu)

-Aún si lo hablaras bien....(indigná)

-Nótase que nun lo mamasti...(purista)

La más della xente que diz estes babayaes nun tien mala intención, pero delles vegaes, dicen coses que dan p'atrás y, inda que semeye bilordia, dalgunes persones que'intentaron falar asturianu, nun l'algamaron por mor de la presión del que dirán.

El "que dirán" ye una de les coses que pue azotar a una má cuando el so fíu roba un bancu, por exemplu, pero semeya que falar una llingua nun ye lo mesmu.Hai que tener claro, qu'esta seldrá una entruga que pue dar inseguridá: Y si empiezo a hablar asturiano, ¿qué dirán?

N'una categoría asemayá taria el "que pensarán", esto fainos reflexonar sobro l'importancia de la psiquiatría nel procesu deprendizax ya usu de la llingua asturiana.

El cuartu pasu p'entamar a falar asturianu ye rise de los propios erros enantes de que se ría otra xente. Hai que llevar con humor eses pequeñucos disparates ya interferencies como "Este libro ye miu" o "Voute pegar una lleche" sabiendo que nenguna persona na Hestoria pasó del estáu A: Nun falar una llingua al estáu C:Falar perbien una llingua ensin un perióu intermedíu B: Falar más o menos mal esa llingua.

La xente que sepa lleer pue atopar dalgu d'ayuda nos llibros. Nos diccionarios tan casi que toles pallabres ordenaes de l'A a la Z. La xente que nun sepa lleer ou nun y-preste facelo que nun s'abluque. Hai milenta casos de persones que nunca lleeron un llibru n'asturianu y fálenlu perfeutamente.

Tamos aportando al final, entramos na etapa de desmitificación de la llingua asturiana, cuando escubrimos que realmente l'asturianu ye una llingua como cualesquier otra, ensin poderes transcendentales añadíos. Asina podemos sorprendenos un día entrugando l'hora n'asturianu a daquién con naturalidá, ensin danos cuenta.

Algamáu'l nuesu oxeutivu, escubrimos de mena sorprendente que, escontra lo que piensa milenta xente, pa falar asturianu nun fai falta ser independentista nin dir vivir n'una aldea.

El cimeru pasu d'estes instrucciones pa falar asturianu nun tien retornu:

Ye tiempu de facer comparanza de l'antigua semeya carné cola nuesa imaxe d'anguañu n'un espeyu y confirmar que tou ta nel mesmu llugar. Los cambeos son imperceutibles, y cualesquier camudamientu inesperáu solo pue tener como desplicación nel pasu tiempu o cualesquier otra cosuca ayena a la llingua asturiana.


.....

TORNAMIENTU N'ASTURIANU DEL TESTU DE MADE IN GALIZA


A traduçom é de Samuel Gradín no seu blog astur

Munches gracies!
Comentários (3) - Categoria: Geral - Publicado o 03-07-2008 14:35
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