Made in Galiza


Eu nunca serei yo
Um caderno de trabalho de Séchu Sende

A minha obra neste caderno está licenciada baixo creative commons, copiceibe.

O autor solicita comunicar-lhe qualquer uso ou modificaçom da sua obra no email de contacto aqui sinalado.

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Curso de cozinha para homes! (1)


Com Fernando Asensio!



Em 2009 puidemos melhorar as nossas habilidades culinárias ao participar num Curso de Cozinha para Homes organizado polo Concelho de Tominho.

O mestre cozinheiro foi Fernando Asensio, de Goiám, um grande profissional da restauraçom e excelente comunicador, com quem 16 homes aprendemos muitas cousas sobre a vida dos alimentos desde a ponta dos coitelos até os pratos, passando polas tijolas.

Esta foi a minha olhada, que entrou polos olhos e saiu polos dedos.

Um saúdo aos companheiros de aventura e um abraço a Fernando Asensio!

Mais info.


...

(Realmente forom pensadas como folhas de rascunho, recolhidas para uso persoal, de aí o descoido tanto gráfico como lingüístico...)


1º Dia:

- Caldo de polo e verduras
- Polo recheio de marmelo e queixo
- Brochetas de polo, toucinho e vegetais.

























Comentários (11) - Categoria: Desenhos - Publicado o 31-05-2011 22:17
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O polícia secreta que aprendeu a falar galego



Era-se umha vez um policía secreta. Na académia diciam que fora o melhor da sua promoçom. Era brilhante, diciam. Quando o destinarom a Galiza trazia muita ilusiom. Por fim poderia entrar em acçom: espiar, fazer-se com informaçom, infiltrar-se, converte-se em toupa entre os inimigos da orde estabelecida, defender a estabilidade da sua naçom...

Era mui bom actor e tinha essas cousas imprescindíveis para ser um bom polícia secreta: lábia, um sorriso bonito e umha olhada que sempre olhava de frente, com confianza. Podia passar dias interpretando um papel. Dias! Era um polícia secreta com um dom especial. Mas...

Mas para ser um bom polícia secreta faltava-lhe algo. Umm... Despois de muito pensa-lo, umha noite chegou á conclusiom de que tinha que faze-lo. Nom chegava com vestir e sorrir como aquela gente. Tinha que botar-se a falar como eles, quem lho diria a el, que acabaria tendo que falar naquela espécie de portugués! E assi foi. Ao dia seguinte pronunciou as suas primeiras palavras, tímidas e inseguras, que levantarom a admiraçom e figerom medrar a confianza e o seu apreço entre as persoas daquel grupo de gente no que se infiltrara.

E assi si, assi, quando descobreu que falar galego era imprescindível, aquel polícia secreta conseguiu ser um bom polícia secreta.

Era o que lhe faltava para ser... perdom, para parecer, umha daquelas persoas que diciam luitar pola igualdade, a liberdade, a justiça social... e essas cousas sobre as que um bom polícia secreta deve informar e combater, polo bem da orde estabelecida e, de passo, do seu futuro profesional.



Comentários (23) - Categoria: Desenhos - Publicado o 29-05-2011 09:27
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Com Sex Please: Eu som contigo



Buscar más artistas como SexPlease en Myspace Music



Eu, eu, eu, eu som
Eu, eu, eu, eu nós

Eu som contigo, quando sonho
Eu som contigo se abro os olhos,
Eu som contigo quando cuspo,
Eu som contigo e Pippi Langstrumpf
Eu som contigo e o senhor Nelson
Mandela.

Eu som contigo e mais as pedras
Eu som contigo entre cadeias,
Eu som contigo e me liberas,
Eu som contigo se abro os olhos
Eu som contigo e os arredistas

Eu som contigo e com os dragóns
Eu som contigo e a natureza,
Eu som contigo e a resisténcia,
Eu som contigo e os tractores
Eu som contigo, independéncia.

Eu som contigo no estrangeiro
Eu som contigo e os estrangeiros
Eu som contigo e mais com V,
Eu som contigo e mais o lume,
Eu som contigo e ti es comigo
Eu som contigo e das-me a vida
Eu som contigo, minha língua.
Eu som contigo, independéncia.

Eu, eu, eu, eu som
Eu, eu, eu, eu nós

...

Improvisando, abril, 2011.
Comentários (10) - Categoria: Geral - Publicado o 29-05-2011 00:04
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Acampada do Obradoiro: fotos



Um símbolo: o círculo de gente






Reunióm informativa sobre feminismo








Umha asembleia pola manhá













Asembleia das 20.00





Na cozinha


Umha reuniom da comisiom político-legislativa








Obradoiro sobre actitudes lingüísticas: Método de hipnose para falar galego




















Fotos: Javi Valles

Obrigado, meu!

Comentários (12) - Categoria: Nom serviam - Publicado o 27-05-2011 15:13
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Sex Please: a música da besta


Sex Please nom é um grupo nada habitual. Os seus integrantes celebram este ano que levam 10 reunindo-se para fazer música. Som colegas, amig@s, que se juntam umha, duas, tres, quatro vezes ao ano para estar junt@s com a música como um elemento mais da sua identidade grupal.

Segundo Santi, Sex Please é “um entramado metálico-orgánico multiforme, que se nutre das nossas ideias e vomita umha bastarda mestura de alcohol, rock, poesia, raiva e comunhom entre colegas.”

”Todo começa com umha tímida invocaçom, já pode ser um rasgueo repetitivo dumha guitarra, umha nota tocada ao azar num teclado ou simplemente, o tangido dumha litrona acústica. A partir de aí, qualquer cousa pode passar, a besta começa a tomar o control e a retroalimentaçom dispara-se. De repente, TODO tem sentido: cada nota, cada palavra, cada percusom encaixa perfectamente no tapiz que tecemos entre todos.“

“Todos formamos parte de Sex Please! –continua Santi- e durante um tempo nom existe ningumha outra banda em todo o universo, só nós com os nossos aditivos e cíclicos cánticos, aditivos e cíclicos cánticos… Pouco a pouco a tensiom diminue, os músculos relaxam-se e os gritos volvem-se susurros case inaudíveis. Umha nova sesiom acabou e todos estamos fatigados, satisfeitos. Mas a besta quer máis e nom se contenta facilmente. Alguém golpea accidentalmente umha litrona e o mecanismo volve pór-se em marcha mais umha vez e outra...”


Carlos, avante hermético, recorda-nos que “Sex Please está a piques de sacar o último disco, Inner Tour, e o recompilatório destes dez últimos anos que se chama A ten-year night.

Para el, “Sex Please é sobretodo um veículo de creaçom, onde todos os membros pedaleam cara a outros mundos mais alá do racional. Um estado de comunhom entre várias persoas ao que nom se pode chegar por outros médios. É um ritual improvisado onde a comunicaçom brota sem passar polos caminhos já transitados.”

Christian di que "Sex Please é um "momento", um momento para evadir-se sem deixar de estar acompanhado."

Para Iago, "Sex Please significa moitas cousas... Amiçade, criatividade, ser capaz de evadir-te de todo durante uns minutos, sentir a extase coletiva quando uns sonidos se convertem em melodia, em música, incluso em boa música."

Um dos instrumentos que afirmam a identidade do grupo é a litrona eléctrica. A litrona eléctrica foi criada e incorporada como instrumento em dezembro de 2008 ao seu Inner Tour.



Na foto, o virtuoso da litrona eléctrica, Mon Mourelle.

"Como evoluçom artificial da litrona acústica, um dos instrumentos clave de Sex Please, a litrona eléctrica foi criada por Jimmy com a inestimável ajuda de Vitocho. A litrona é um engendro visionário, artefacto sonoro que pode conectar-se a um ampli e incluso ser filtrado por toda clase de distorsóns habitualmente usadas na sua irmá, a guitarra eléctrica", explicam.

Este é um dos temas fundacionais do grupo: Pass me the join

Um saúdo desde aqui a Noa, por aquela inesquecível versom da B.S.O do Tetris.

...

Aqui o seu myspace

E podedes ver umha sesiom de Sex Please, com a participaçom dum servidor como colega convidado, sobre um texto do poeta Xan Castro Huerga aqui,

Comentários (7) - Categoria: Geral - Publicado o 25-05-2011 23:15
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Os 100 corvos faladores



















Umha mulher vivia soa na Chaira da Névoa com 100 corvos faladores.

Criara 100 corvos umha mulher e aos 100 corvos cortara-lhes o músculo do siléncio, que está por baixo da língua, e os corvos aprenderam a dizer palavras.

A mulher vivia com 100 corvos no seu labradio. E os corvos viviam com ela. Nom vivia com 100 gatos nem com 100 cans nem com 100 vacas, nom: vivia com 100 corvos, 100 corvos faladores.

Falava a mulher com os 100 corvos na Chaira que Vai Cambiando de Nome.
100 corvos negros pousados na neve da Chaira dos 100 Corvos Faladores no inverno.
100 corvos negros a voarem no reflexo das poças da Chaira das Ras em primavera.

Adestrou 100 corvos aquela mulher na Chaira Cha e aprendeu-lhes a falar. A cada corvo, as suas palavras.

Caminhava pola Chaira dos Mil Rios aquela mulher com 100 corvos a voar á sua beira.
E os corvos faladores da mulher falavam e o vento levava e traía as palavras dos corvos no ar.

Caminhava cara á cidade, a mulher, de vez em quando, com um vestido vermelho de cotio, e 100 corvos faladores sobre dela no céu.

-Aí chegam os 100 corvos faladores, berravam os nenos.
-Vem com eles a mulher, a mulher vem com eles, a mulher de vermelho! anunciavam as nenas.
-Rápido, que as palavras venhem a favor do vento e chegam antes!, diziam os velhos.
-Tapai os ouvidos, avisavam as velhas, para nom ouvir as verdades.
-As verdades, as verdades!, corria espaventado um senhor de gris pola rua do méio.
-Nom creades as verdades, som mentira!, berrava umha senhora de chapeu negro com as maos nas orelhas.

E a mulher de vermelho cruzava lentamente a cidade, lentamente através, lentamente, e os corvos faladores falavam. Alguns falavam pousados nos telhados, nos ciprestes da alameda, na fonte da praça, na torre da igreja, no relógio do concelho, ou voavam a dizer as verdades no ar. Ás vezes os corvos reuniam-se todos juntos na praça.

E todo o mundo sabia.

Que os corvos ceivavam as verdades. Os granhidos eram palavras. As palavras caiam do céu. E muita gente, aínda que fazia que nom, ponhia o ouvido para as recolher.

Dava a impresiom de que havia gente que tinha medo do que podia escoitar. Alguns fechavam-se na casa. Outros cantavam em alto para nom ouvir outra cousa que a si mesmos.

A gente sabia que se escoitavam aquelas verdades a sua vida podia cambiar. Já tinha sucedido. Desde que os 100 corvos faladores começaram a vir á cidade, algumhas cousas mudaram dum dia para outro sem explicaçom... Umha mulher espetara-lhe ao xastre umhas tesouras na mao direita, por exemplo.

E havia ruas que cambiavam de nome, caminhos que mudavam de lugar, gente que cambiava de língua. Um velho mudou de passado e umha nena, de futuro. E havia cousas que nunca cambiavam que tamém cambiarom.

E quando os corvos cansavam de falar, a mulher e os 100 corvos voadores regressavam á Chaira Sem Nome.

-Isto nom se pode permitir, berrou um dia um velho.
-Essa mulher é perigosa!, dixo alguém,
-Umha tola!, cuspiu umha mulher.
-Umha bruxa!, berrou outra.
-Só nos trae desgraças!, dixo um home de gravata.
-Há que acabar com os 100 corvos faladores, dixo outro, de traje gris.
-Os jornais dim que está tola, dixo umha mulher erguendo um periódico de letras vermelhas.

Daquela dixo umha nena: Mas, se acabades com os 100 corvos faladores quem nos vai dizer as verdades?

Quem vai dizer as verdades se acabades com os 100 corvos faladores?, perguntou.

Dizem que de vez em quando aparece polo caminho que vem da Chaira dos 100 Corvos Faladores umha mulher com 100 corvos faladores.

E que ás vezes pousam nos telhados ou gralham nas praças.

Tamém dizem que se chegas a escoitar as palavras que ceivam os 100 corvos faladores e olhas os seus olhos já nunca volver ser a mesma persoa que eras antes, nunca mais.

Comentários (5) - Categoria: Desenhos - Publicado o 25-05-2011 10:58
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Expo: Resisténcia Animal!
Resisténcia Animal:

A minha primeira exposiçom!!!

Os animais fazem
um chamamento à acçom coletiva,
porque as cousas podem cambiar.

Animais
que lutam no caminho da vida,
em defensa própria.

Contra a destruiçom meioambiental
na Galiza.

Umha olhada surrealista e
social-realista ao mesmo tempo.

Com tenrura e violéncia, amor e rebeldia.

Cores, beleza e poesia contra o poder.
































Despois dumha intervençom lúdico-educativa com alunado de Educaçom Ambiental, de Pedagogia Social, na Faculdade de Educaçom da Universidade da Corunha, intitulada Conflitos sociais, Arte e Educaçom, inauguramos a exposiçom das aguarelas que protagonizam o livro Animais (Através, 2010)

A Expo pode-se olhar no Pavilhom de Estudantes, no Campus de Elvinha, na Corunha.

Um abraço mui grande á professora Araceli Serantes e ás estudantes que compartistes este dia comigo!
Comentários (7) - Categoria: Desenhos - Publicado o 10-05-2011 22:38
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O músculo da língua


Tem-se falado muito sobre a língua mas pouco sobre a sua condiçom muscular. O músculo que levamos na boca é o grande esquecido do debate sociolingüístico.

Diremos de entrada, e com poder metafórico mas com precisom científica, que a língua é o único músculo de movimento voluntário que nunca se fatiga. Tem-se dito que a língua é o músculo mais forte, aínda que realmente esse é um mérito que lhe corresponde ao glúteo máximo –as nádegas- sem o qual nom poderiamos caminhar de pé.

Vaia, a língua é um dos músculos mais elásticos e enérgicos e ademais o único que se move em qualquer direcçom. Um músculo práctico e valioso. Mas qual é a importáncia deste músculo no debate sociolingüístico?

Falar qualquer língua requer um adestramento muscular muitas vezes inconsciente mas fundamental para a correcta reproduçom dos sons. O ser humano nasce com os órgaos preparados para produzir sons de qualquer língua. Quando começamos a falar nem nos damos conta do processo polo qual esse músculo que temos na boca adquire destreza lingüística. Mas este treinamento múscular fai-se mais consciente quando aprendemos outras línguas ao medrar.

Muitas vezes perguntamo-nos Que curioso, Maria leva aquí toda a vida e nom dá falado galego e ás vezes responde alguém: Es que no se le dá. Este texto vai dirigido para toda essa gente, porque vamos basear-nos nos exercícios estruturais (ou “Pattern drills”) para umha aprendizagem lingúística acelerativa.

Por meio da repetiçom sistemática sobre um modelo (ou “pattern”) adestraremos os movimentos anatómicos mais acaídos ao nosso idioma e superaremos essa dificuldade de saída articulatória: “Es que no me sale”

Quando umha persoa sente que o galego “nom lhe sae” podemos pensar num problema cultural, psicológico ou ideológico mas nunca que detrás desse deficit pode haver um problema anatómico. Si, anatómico. Ou de articulaçom. E muitas vezes identificamos a aprendizagem do galego com actividades morfo-sintácticas ou léxico-semánticas quando o que realmente se precisam som exercícios de treinamento muscular.

Acordo-me agora de Carmen, umha profe de história que chegou de Madrid e me contratou como professor particular de língua para poder impartir as aulas em galego. Recordo que gastavamos o mais do tempo em treinamento da língua: caixxxa, xxxa, xxxa. Repite: Ai-la-lei-lo, ai-la-lai-la. Se vou a Bueu num bou, vou, se nom vou a Bueu num bou, nom vou! Mais que um professor de língua ás vezes sentia-me como um monitor num ginásio: Mui bem,, agora mais arriba, mais abaixo, no padal! um pouco mais, venha, agora com a ponta da língua! Assi, si, siiii!

Para a gente que tem dificultades para falar galego –porque nom lhe dá saído ou pensa que nom lhe senta bem ou porque lhe custa fala-lo- é mui recomendável o treinamento muscular da língua. Familiarizará o seu músculo com o nosso idioma até que a sua pronúncia seja natural e nada estranha., como própria, até sentir como seu o nosso idioma.

Por isso, como iniciaçom indicada para persoas ás que lhes custa falar galego –levem aquí toda a vida ou acabem de chegar- estes som alguns exercícios para agilizar a língua:

- Abrir a boca, sacar a língua e levanta-la muito e despois baixa-la muito.

- Mover a ponta da língua lateralmente, de esquerda á direita, fora da boca.

- Repetir os movimentos anteriores en dous, tres e quatro tempos.

- Descreber umha circunferéncia fora da boca com a ponta da língua, lentamente primeiro, logo mui rapidíssimo.

- Facer como que se limpam os dentes com a língua.
Sacar e meter a língua na boca, lenta e rapidamente.

- Intentar tocar com a ponta da língua a ponta do naris.

Podo asegurar que os resultados chegam ao pouco tempo, por própria experiéncia: eu comecei a falar galego na adolescéncia movendo a língua diante do espelho. Afazendo-me. Porque ao principio fazia-se-me raro… mas com um pouco de práctica e algo de ginásio… solta-se a falar a nom para! Já sabedes: temos umha língua que nunca se fatiga, forte, enérgica, ágil, práctica, valiosa, que se move em qualquer direcçom.
Comentários (6) - Categoria: Geral - Publicado o 08-05-2011 16:34
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Galiza na Feira do Livro em Braga


No dia Galaico-Minhoto!

O sábado 7 de maio, as escritoras Andrea Nunes Brións, Belém de Andrade, Carlos Quiroga, Lucía Novas, Marilar Aleixandre, Mario Regueira, Marta Dacosta, Raquel Miragaia, Román Raña, Séchu Sende, Teresa Moure participarám numha mesa que tem como objectivo dar visibilidade á literatura galega na Feira. Tamém participarám o professor Elías Torres e, na criaçom musical, Uxía Senlle, Sérgio Tannus e Xurxo Martins.

Este é o programa:

Día Galaico-Minhoto na Feira do Livro de Braga

15h Lançamento da obra Ayes de mi País, o primeiro e até agora inédito cancioneiro de música popular galega, uma compliação feita por Marcial de Valladares a meados do século XIX. Por José Luis do Pico Orjais e Isabel Rei Sanmartin.

16h Mesa de escritoras e escritores da Galiza, que darão visibilidade à literatura galega na Feira com uma intervenção musical da cantora galega Uxía Senlle e o músico brasileiro Sérgio Tannus

20h Encontro de escritoras e escritores da Galiza e do Minho num jantar oferecido pela Feira do Livro e que permitirá estabelecer relações aos dois lados da Raia. Neste encontro participarão os professores Elias Torres Feijóo pela Universidade de Santiago de Compostela e Carlos Cunha pela Universidade do Minho.


Parque de Exposições de Braga.
Comentários (7) - Categoria: Geral - Publicado o 05-05-2011 22:58
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