Made in Galiza


Eu nunca serei yo
Um caderno de trabalho de Séchu Sende

A minha obra neste caderno está licenciada baixo creative commons, copiceibe.

O autor solicita comunicar-lhe qualquer uso ou modificaçom da sua obra no email de contacto aqui sinalado.

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Os ninhos da língua em Nova Zelándia


1. Carlos, se podes, trae-me algo escrito em maori de Nova Zelanda, anda!

2. O nome próprio de Nova Zelandia é Aotearoa, Terra da Grande Nuve Branca. Pois, quando em 1980 os maoris se derom conta de que a sua língua ia de mal em pior acordarom fazer umha grande assembleia. Assi nacerom os Te Kohanga Reo ou ninhos lingüísticos.

Um ninho lingüístico é um programa de inmersom na língua, cultura e valores maoris para os nenos e nenas em idade preescolar.

Estám consideraods como um dos melhores modelos educativos do mundo e som exemplo para muitos lugares que procuram a revitalizaçom da língua própria.

Busca-se desenvolver a língua e a cultura maoris dentro dum ambiente que se identifica com o concepto maori de whanau ou família extensa, que suponho que tem que ver com essa ideia de que a educaçom dum neno ou nena nom é cousa só da sua família senom de toda a comunidade social.

A definiçom dos ninhos lingüísticos que apareceu no New Zealand Official Yearbook em 1993 pom em relevo a importáncia dos valores, actitudes e motivaçons na transmisom da língua: Os nenos e nenas aprenden aroha (amor), manaakitanga (compartir e hospitalidade) whanaroutanga (responsabilidades familiares) e os conhecementos tradicionais, ofícios e costumes, todo por médio do idioma maori.



Poderia-se dicer que os elementos esenciais dos Te Kohamga Reo som:

1.- Deve-se empezar mui cedinho, como num ninho com passarinhos.

2.- O impulso para a revitalizaçom da língua deve vir dos própios maoris e o control inicial dos ninhos lingüísticos deve ser levado adiante pola comunidade.

3.- Implicaçom dos pais e nais, mesmo quem nom sabem falar maori.

4.- @s neozelandeses começarom a reconhecer a língua e cultura maoris como um valor comum e adoptam a sua herdanza cultural como própria.


Hoje hai mais de 700 ninhos em Nova Zelándia.


Informaçom adaptada do Instituto Lingüistico de Invierno, obrigado.

Mais, aqui.

Por certo, o livro Guines reconhece a palavra Taumatawhakatangihangakoauauotamateaturipukakapikimaungahoronukupokaiwhenuakitanatahu, que lhe dá nome a um outeiro, com 92 letras, como o topónimo mais longo do mundo.


3. Umha aperta, Carlos, cabeça abaixo!
Comentários (5) - Categoria: Nom serviam - Publicado o 31-03-2008 20:42
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KGZ


CLASIFICACIÓNS CRITERIUM INTERNACIONAL

Clasificaçom final equipas:

1 High Road 22.28.54
2 Team CSC 2.26
3 Slipstream Chipotle - H30 2.41
4 Cofidis 4.39
5 Karpin Galicia 9.49
6 Caisse d'Epargne 11.33
7 Rabobank 11.43
8 Française des Jeux 13.12
9 Bouygues Telecom 13.23
10 Skil-Shimano 15.35
11 BMC Racing Team 17.08
12 Crédit Agricole 17.21
13 Team Milram 17.59
14 Agritubel 18.33
15 Euskaltel-Euskadi 19.53
16 Lampre 28.30
17 Barloworld 28.57
18 AG2R La Mondiale 29.33
19 Landbouwkrediet-Tönissteiner 47.26

Mais na web de KGZ

Aínda guardo desde pequeno umha viseira do Teka com um autógrafo de Suso Blanco Villar, director do KGZ nesta proba nas Ardenas.

Cicleiros!

Na foto, Ezequiel Mosquera: Vamos indo, vamos vendo

Comentários (3) - Categoria: Desenhos - Publicado o 31-03-2008 10:39
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O esfincter, animador á leitura


O esfíncter como músculo animador á leitura.


O esfíncter é um músculo de fibras circulares concéntricas dispostas em forma de anel que controla o grau de amplitude dum determinado orifício. O nosso corpo tem mais de trinta esfíncteres, entre os que destacam pola sua importáncia o cárdico, o pilórico e o anal. Este é o que nos interessa: o esfincter anal ou músculo do cu, com perdóm para todas aquelas persoas que considerem esta palavra de mala educaçom.

É o que hai. A realidade está aí: o esfíncter resulta ser um músculo decisivo á hora de producir estímulos leitores nas persoas.

Nom hai que agardar nemgum estudo da Universidade de Illinois ou Michigam para confirmar como tese umha hipótese sobre a que muita gente, durante muitos anos, tem pensado. Por que quando vamos ao banho e sentamos na taça, se temos algum tipo de texto ao alcance da mao é practicamente imposível resistir-se a le-lo?

Seja o papelinho com as indicaçons do xampu ou da pasta de dentes, seja um jornal atrasado, ou um folheto de rebaixas do ano passado, o caso é que quando sentamos e o esfíncter se abre e se fecha um impulso inexplicável leva a nossa mao cara ao objecto com o texto escrito.

Nom é de estranhar, pois, a relaçom entre estas duas acçons tam importantes na nossa vida: cagar e ler. Esta simbiose pode-se comprobar ao fazer literatura comparada entre a máxima escatológica universal, Cagar é um pracer, e esse outro lema publicitário, protagonista de muitas campanhas de animaçom á leitura: Ler é um pracer.

Mas nom estamos a falar por falar. Nom, baseamo-nos em datos empíricos extraídos do experimento intitulado: O esfincter como músculo vital para a animaçom á leitura.

Com a ajuda inestimável de vários alumnos e alumnas de secundária, que se oferecerom voluntariamente para participar num experimento de animaçom á leitura que se prolongou durante várias semanas, puidemos iniciar a experiéncia:

O alumnado comprometeu-se a colocar ao alcance da mao no váter um objecto susceptíbel de ser lido (e dentro desta categoria entrariam: revistas, livros, jornais, o teléfono móbil, accesórios de aseo com letras impresas, prospectos de medicamentos ou outros objectos com texto incorporado, etc)

O alumnado comprometeu-se a registrar as vezes que , na taça, estirava a mao, apanhava o objecto susceptíbel de ser lido e ejecutava a acçom de ler.

Ao cabo de 30 dias recolherom-se escrupulosamente os datos e puido-se comprobar que:

- O 93 % das vezes que o esfíncter se pom em funcionamento, acto seguido ?ás vezes mesmo antes- a mao se dirige cara ao objecto susceptível de ser lido, e o objecto coloca-se diante dos olhos, iniciando-se o acto da leitura.

- A porcentage é maior nas persoas de sexo feminino que nas de sexo masculino: 97 % nas rapazas vs 89 % nos rapazes.

- O tempo de permanéncia na taça do váter aumenta num 65 % desde que se instalam objectos susceptíbeis de ser lidos ao alcance da mao.

- Um 32 % das persoas participantes que se reconhecerom antes da proba como reácias á leitura, asegurarom que, a raíz desta experiéncia, o acto de ler deixou de ser aborrecedor e começou a resultar entretido, mesmo agradável, nom só quando o esfíncter entrava em acçom senom tamém noutras situaçons e espaços nos que o esfíncter se mantém á marge.

Como feito curioso cumpre informar de que, ao final do processo, um 37 % das persoas participantes no experimento decidiu acondicionar no banho um pequeno espaço onde colocar objectos susceptíbeis de ser lidos, bem em forma de revisteiro ou de biblioteca pequena.

E já para rematar, o grupo de trabalho que analizou a casa de banho como lugar de leitura chegou á conclusom de que o músculo esfíncter é talvez, -junto com os párpados nos olhos e os dedos nas maos-, a parte do nosso corpo que mais influe na experiéncia da leitura como um verdadeiro pracer.

Fai a proba: pom um livro no váter!
Comentários (6) - Categoria: Desenhos - Publicado o 30-03-2008 22:08
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A língua em post-its


O outro dia estivemos no IES Rosalia de Castro, em Compostela, contando algumhas histórias sobre língua, parapsicologia, drogas, hipnose, lendas urbanas e onanismo, e ao começar pedim-lhes aos mais dum cento de rapaces e rapazas que fixeram um desenho num pos-it a partir destas duas perguntas: Com que animal, cousa ou persoa identificades a língua galega ou com que vos gustaria identifica-la?

Pois aqui estám alguns dos vossos desenhos, meus!

Uns sorprendentes, outros contraditórios, surrealistas ou políticos ou tenros, reivindicativos ou tradicionais ou conflitivos, incomprensíbeis ou criativos e, sobre todo, repressentativos e diferentes!

Um saúdo ás rapazas e rapaces do Rosalia com quem passei um momento bem agradável!

Ah, e outro aplauso para Xabier, polo da Muxideira...
















Comentários (15) - Categoria: Desenhos - Publicado o 30-03-2008 15:39
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A produción social de soños


Cos pés na terra camiña a miña sombra.
Xa sabes,
a realidade supera a fricción.
Din que en Galiza podemos mirar a través da néboa
e que sabemos chamar o arco íris.
Nós fixemo-lo.
Falo contigo, e contigo
e saúdo a quen pase por este verso.
Na fonoteca do futuro gardo os sons dos soños:
as palabras, as exclamacións e o vento.
Era imposíbel imaxinar o que está sucedendo,
dixemos.
Era imposíbel imaxinar isto,
diremos.
Non sei, din que
talvez se cumpra unha parte proporcional dos nosos soños se os soñamos xuntos.
Necesitamos instrucións para soñar ao mesmo tempo,
unha convocatoria para soñar xuntos á mesma hora,
un método para a produción social de soños.
Se fabricamos coitelos en cadea
por que non Liberdade?
É o seguinte paso na evolución da espécie.
E conseguiremo-lo
mirando-nos aos ollos.


....

Um poema de 2002 e 2003

Obrigado, nasas, por recupera-lo!
Comentários (4) - Categoria: Nom serviam - Publicado o 29-03-2008 09:11
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Mensage de Songoku á sociedade galega



Apreçados galegos e galegas:


Conhecemo-nos de muito, som o super-guerreiro Songoku e desde que cheguei á Galiza, -um mundo alegre, um país encantado- desde o velho Japom, nom tivem ningum problema para aprender e falar a vossa língua, cousa que me ajudou a sentir-me como na casa, entre vós.

Mas agora vejo-me diante dum problema, um grande mistério, umha conmoçom!: dentro duns dias fara-se o lançamento dos DVDs d´As bolas do Dragom GT e os nenos e as nenas -e adultos- que procurem o DVD verám que a mim, a Krilim, a Songoanda, ao velho Mutenhroi! e ao resto dos colegas animados negou-se-nos a possibilidade de falarmos, -como sempre fixemos nas pantalhas da Galiza-, na vossa língua, na nossa língua.

Por isso queremos fazer constar, desde o nosso universo de aventura, que com a mesma intensa energia com a que aprendemos a vossa língua ao chegarmos aqui, os desenhos animados da série As bolas do dragóm, despois de nos reunir em assembleia, decidimos lançar umha onda vital em forma de denúncia deste abuso, que nos enche de indignaçom e impoténcia.

E queremos denunciar os responsábeis... por silenciar a nossa voz em galego.

Isso doe!

Desde o nosso mundo de fantasia nom podemos fazer nada para evitar que nos impidam falar em galego, por muito que o intentemos com os meus golpes e o meu bastom!

Mais nada, despide-se, em representaçom dos personages da nossa série, um super-guerreiro abatido, entre todos os mistérios, com grande emoçom!:



Moitas apertas!

Songoku


P.D. E tu, que les isto e sabes reconhecer o Mal, recorda: deves viver bem esperto, nom mirar nunca atrás, só assí luitanto poderás trunfar!



.............


Mais em chuza!

E algúns capítulos em Xeración Xabarín
Comentários (2) - Categoria: Desenhos - Publicado o 28-03-2008 21:56
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Deixar falar em sardo



26 de março de 1927

Caríssima Teresina, deves escrever-me longamente sobre os teus. Franco me parece muito vivo e inteligente: acho que já está falando correntemente.

Em que língua fala? Espero que o deixes falar em sardo e não o desgosto quanto a isso. Foi um erro ter proibido que Edméa, quando pequena, falasse livremente sardo. Isso prejudicou a sua formação intelectual, impôs uma camisa de força à sua fantasia.

Não deves cometer o mesmo erro com os teus meninos. Aliás, o sardo não é um dialeto, é uma língua à parte, embora não tenha uma grande literatura, e é bom que as crianças aprendam várias línguas, se for possível.

E depois, o italiano que vocês lhe ensinarem será uma língua pobre, manca, feita só daquelas poucas frases e palavras das conversas com ele, puramente infantil; ele não terá contacto com o ambiente geral e acabará aprendendo dois jargões e nenhuma língua: um jargão italiano para a conversa infantil com vocês e, um jargão sardo, aprendido aos pedaços e bocados, para falar com os outros meninos e com a gente que encontrar pela rua ou na praça.

Eu te recomendo, de coração, que não cometas esse erro e que deixes os teus meninos sugarem todo o sardismo que quiserem e se desenvolvam espontaneamente no ambiente natural em que nasceram; isto não será um empecilho para o futuro deles; ao contrario.


António Gramsci

Mais aqui.
Comentários (4) - Categoria: Nom serviam - Publicado o 27-03-2008 22:28
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A árvore do ouriço


22 de fevereiro de 1932

Délio querido, gostei do teu cantinho vivo com pássaros e peixinhos. Se os pássaros escapam às vezes da gaiolinha, não deves agarrá-los pelas asas ou pelas patas, que são delicadas e podem quebrar ou luxar, é preciso empunhá-los pelo corpo todo, sem apertar.


Eu, quando menino, criei muitos pássaros e também outros animais: falcões, corujas, cucos, garças, gralhas, pintassilgos, tentilhões, andorinhas; criei uma cobrinha, uma doninha, ouriços, tartarugas.

Agora te conto como vi os ouriços fazerem colheita de maçãs. Uma noite de outubro, quando já estava escuro, mas esplendia luminosa a lua, fui com outro menino, meu amigo, a um campo cheio de árvores de fruta, principalmente macieiras.


Ficamos escondidos atrás de uma touceira contra o vento. Eis que de repente saem de cova os ouriços, cinco, dois maiores e três pequeninos. Em fila indiana se dirigiram para as macieiras, rodopiaram pela gramam e depois se puseram a trabalhar, ajudando-se com os focinhos e as patinhas, faziam rolar as maçãs que o vento derrubara das árvores, e as recolhiam em uma clareira bem pertinho uma das outras.


Mas as maçãs espalhadas no chão não bastavam; o ouriço maior, de focinho no ar, olhou em volta, escolheu uma árvore muito curva e encarapitou-se nela, seguido de sua mulher.


Os dois pousaram sobre um ramo carregado e começaram a balançar-se ritmicamente; os seus movimentos comunicaram-se ao ramo, que oscilou cada vez mais com bruscos abalos, e muitas maçãs caíram no chão. Reunidas também estas perto das outras, todos os ouriços, grandes e pequenos, se arredondaram, com os espinhos eriçados, e se deitaram sobre os frutos que assim ficavam como que enganchados: alguns tinham poucas maçãs espetadas (os ouricinhos), mas o pai e a mãe conseguiram enfiar sete ou oito maçãs cada um.


E enquanto estavam voltando para sua cova, nós saímos do esconderijo, apanhamos os ouriços com um saquinho e os levamos para casa.


Eu consegui o pai e dois filhotes e os criei por muitos meses, livres, no quintal; eles davam caça a todos os bichinhos, baratas, besourinhos e comiam frutas e folhas de verdura.

Gostavam mais das folhas frescas e assim pude domesticá-los um pouco; não se embolotavam mais quando viam as pessoas.

(...)

Te beijo,

Papai


António Gramsci



......


Mil agradecementos a Antón pola história.

....

Que bem me cae este Gramsci!!!

Comentários (1) - Categoria: Desenhos - Publicado o 27-03-2008 22:28
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@s nen@ fam o que vem...



Do melhor -com muitissima diferéncia- e único blog de educaçom infantil da aldeia de Soldóm, no Courel, Escola de Soldón tiramos este vídeo que di muito de nós, o homo sapiens, como espécie animal.

Ai, que vida é a dura!
@s meninhos, ás vezes, é que som como animalinhos...

E tu, si, tu, amig@, tu que tes esse costume de nom lhes falar galego aos nenos e nenas..., nom pensaches em cambiar o costume?

Fam o que vem e falam o que escoitam.
Fai que a tua influéncia seja positiva

Fala-lhes galego.

Comentários (6) - Categoria: Nom serviam - Publicado o 27-03-2008 22:00
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Ataque Escampe: o neofalante Serafin



Serafin é un neofalante moi elegante,
fala coa sua moza en reintegrado
e co seu amante en inglés...


Novinho de trinque no youtube!





Rock de Série B: Ataque Escampe
Comentários (0) - Categoria: Geral - Publicado o 26-03-2008 22:57
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Nom á morte da agacha e a arcea


A Xunta acaba de legalizar a caça da agacha e a arcea, espécies em perigo. A do desenho é umha agacha, nome que, por certo, acabo de conhecer.

O governo, com a barbárie.
Comentários (0) - Categoria: Desenhos - Publicado o 26-03-2008 12:27
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Norteamericanos em Irak


Sem palavras.
Comentários (3) - Categoria: Nom serviam - Publicado o 26-03-2008 08:30
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O meu guarda-rios



Comentários (0) - Categoria: Desenhos - Publicado o 25-03-2008 22:45
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Puerto Rico Bilingüe?



O conflito lingüístico entre o espanhol e o inglés. Um pintxo de colonialismo lingüístico...


E aqui vam umhas palavras interessantes:

"Nosotros no rechazamos el inglés pero reafirmamos nuestro español como la parte vital de nuestra identidad y nacionalidad portorriqueña"


Ou, noutras palavras, para extraterrestres:

"Nós nom rexeitamos o espanhol, mas reafirmamos a nossa lingua galega como a parte vital da nossa identidade e nacionalidade galega"




Comentários (1) - Categoria: Nom serviam - Publicado o 25-03-2008 14:31
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A marimba de Sergio Landrove


Das terras de Cerdido, marimbeiro.

E, como curiosidade, umha txalaparta em maos mui novinhas...

Comentários (1) - Categoria: Desenhos - Publicado o 24-03-2008 21:06
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Aturuxando em Boiro


No Local Social Aturuxo, todo um pracer!

E aqui chega umha nova fornada de gente nova preocupada polo social, a dar-lhe voltas tamém, mais umha vez, como sempre, ao tema do Ñ e do NH.

Hai que abrir todas as portas e as janelas para a língua.

E Galiza nom pode intentar implicar no chamado processo de normalizaçom a gente que vive o galego desde a distáncia em quanto nós mesmos, nós mesmas, quem falamos e escrebemos em galego, estamos a impedir que umha parte substancial, dinámica e imprescindível para a vida da nossa língua, @s do NH, sejam integrad@s em igualdade de condiçons neste processo que deve ser comunitário, participativo e integrador.

O processo de normalizaçom da nossa língua nom está legitimado como processo comum, sumativo, se se exclue, de facto, umha parte das persoas mais interessadas e trabalhadoras pola língua.

Nom se pode entender no século da Comunicaçom Social e os projectos sociais participativos, que o processo que poderia cohesionar-nos arredor da língua continue a discriminar um número, qual for, de persoas por questiom ortográfica.

Ou expresado em positivo, que sempre nos leva a ver as cousas doutra maneira: é posível que quando a gente que escrebe com NH na Galiza deixe de estar silenciada polos organismos públicos, a nossa voz comum seja mais alta, mais criativa, tenha mais energia e nos ajude a comprender-nos melhor para seguir adiante pulando junt@s polo bem comum.

O caminho é longo e sempre mais alá.








Comentários (2) - Categoria: Nom serviam - Publicado o 24-03-2008 20:42
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A Volta Grande do Courel

Comentários (3) - Categoria: Desenhos - Publicado o 24-03-2008 20:41
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Janelas do Courel

Na Volta Grande do Courel.
Comentários (3) - Categoria: Fotografia - Publicado o 24-03-2008 20:41
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Neve no Courel

De sábado para domingo!
Comentários (0) - Categoria: Fotografia - Publicado o 24-03-2008 20:41
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Surrealismo animal




O leirom voador de Pedro e Pili

A história de Surrealismo animal começa o 25 de dezembro quando Rozio me agasalha umhas acuarelas, e nom sei quando acabará.

Em dezembro umha febre cromática apodera-se da minha vontade e o fondo branco dos papeis vai recibindo umha onírica impresom da vida animal no meu país.

Despois de desenhar e desenhar obsesivamente dúcias de ouriços cacho, outros animais acodem á chamada, até o ponto de que em sete dias, entre o 2 e o 9 de março, aparecem perto de vinte animais da fauna galega, incluíndo o koala, filho adoptivo.

Com toda a ingenuidade dum amador que se achega á acuarela como terápia de relaxaçom -poderia ser tai-chi ou ioga-, e com a aventura de trazer os animais da natureza ao papel através dos dedos, Surrealismo animal é um exercício, um passa-tempo, um jogo com o rotulador e os pinceis que me devolvem a infáncia dum neno que sentia que os animais eram, tamém, os seus companheiros.

Como o porco que está deitado na cama a ler o livro A revolta dos seres humanos, a ver se nos damos conta de que o homo sapiens é, efectivamente, a espécie mais perigosa para a vida deste planeta.

E do meu país em particular.

E de que, dentro das nossas possibilidades, cada um, cada umha de nós, deve actuar em consecuéncia.

A flor de nuves existe. Mui pouca gente conseguiu ve-la mas aínda queda média dúcia de especímenes na serra do Courel. No extremo do talo, no lugar onde outras plantas tenhem os frutos, a flor de nuves desenvolve um singelo processo físico de condensaçom de vapor de água -que a própria planta produce- formando pequenas nuves de diferentes variedades -cúmulos, estratos, cirros, brétemas...- e de espectacular apariéncia segundo a metereologia.

Protejamos a nossa natureza e protejamo-nos e nós mesm@s da cobiça dos mais ruíns dos nossos congéneres.

Galiza nom se vende.






A biblioteca da gineta





A sombra branca da curuxa






Ouriço na mao





O incéndio






Um merlo na janela






O lobo na escaleira






On the road





Les Noticies: Incendios en Galicia. Umm, llástima...





O corço no aire





Ouriça cacho sonhando





Maternidade






Javali ceivo






Um koala na Marinha






Banheira com garça






Avefria na lata






Um porco teixo dentro da casa






O amor impossível entre a antena e a bubela






Caracol, caracoleiro






Haviam caçar-vos a vós, bárbaros!






Vai-se o assassino!






A píntega que fugiu de Manolo






A flor de nuves e o coelho






Poldro eólico






Azul e negra






O escornabois contra máquina excavadora






Moucho no souto do Courel






Esquio ou guindastre?






Pita-cega






O corvo

Comentários (13) - Categoria: Desenhos - Publicado o 24-03-2008 20:39
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