Made in Galiza


Eu nunca serei yo
Um caderno de trabalho de Séchu Sende

A minha obra neste caderno está licenciada baixo creative commons, copiceibe.

O autor solicita comunicar-lhe qualquer uso ou modificaçom da sua obra no email de contacto aqui sinalado.

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Nom sempre podes conseguir o que queres...


(...)

Fum á manifestaçom
para receber a minha justa dose de malos tratos
cantando vamos liberar as nossas frustraçons
se nom o fazemos, estouparemos como um fusíbel de cincuenta ampérios

Mais nom sempre podes conseguir o que queres
nom sempre podes conseguir o que queres
nom sempre podes conseguir o que queres
aínda que se o intentas algumhas vezes
poderias atopa-lo
e conseguir o que necessitas


(...)


Um pulso contra a injustiça
Comentários (2) - Categoria: Geral - Publicado o 09-10-2008 00:48
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Encontro de Nov@s Escritor@s


Mesa "Cartografías literarias do novo século".



Mesa: "Presenza e invisibilidade das/os escritoras/es na sociedade actual".




"A literatura. Internet e novas tecnoloxías".




"Literatura, sociedade, nación"




Recital: A mantedora foi Antía Otero e os artistas Estíbaliz Espinosa, María Lado + Lucía Aldao, García (Dios Ke Te Crew), Enma Couceiro, Celso Sanmartín e O Leo

...

Desde O levantador de minas, abrigado!
Comentários (2) - Categoria: Geral - Publicado o 08-10-2008 23:54
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O rinoceronte de Dürer


Dürer pintou o primeiro rinoceronte
que chegou a Europa,
a Portugal, no século XVI.

Dürer pintou na Alemanha
um rinoceronte que nunca viu diante,
que só puido imaginar
a partir dumha carta
com umha descriçom de quatro linhas
que enviarom desde Lisboa.

Nom vaiades pensar
que antes de Dürer
os rinocerontes tinham esse corno
por riba do nariz.
Nanai.

Dürer desenhou-lhe um corno
ao rinoceronte
porque tinha muita imaginaçom
e o gravado quedou tam bem
que desde aquela todos os rinocerontes
som como os pintou Dürer,
com um corno aí
no méio da cabeça.

Que curioso.
Comentários (2) - Categoria: Geral - Publicado o 08-10-2008 01:40
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As criaturas marinhas do C@urel



Em junho de 2002 em La Voz de Galicia aparecia este titular:

Investigadores galegos estudam um novo jacimento de fóseis achado nas montanhas do sul de Lugo


Segundo redigia Francisco Albo, redactor de La Voz de Galicia em Monforte, um equipo científico da Universidade da Corunha investigou umha grande cantidade de fóseis marinhos atopados na serra do C@urel que, ?ajudarám a reconstruír a história geológica desta parte da Península".

O jacimento foi achado no mesmo lugar onde um grupo de científicos de Madrid localizou hai anos umha série de fóseis do período Silúrico.

Os que forom estudados em 2002 pertencem ao período Devónico, umha época geológica posterior, porém mui primitiva.

Os fóseis localizados polos investigadores da Universidade da Corunha atoparom-se nos arredores do grande pregamento tectónico de Campodola, nos límites dos municípios de Quiroga e Folgoso do C@urel -mui pertinho, justo ao lado, das obras da nova estrada entre Quiroga e Folgoso- e som do período Devónico -iniciado hai 400 milhons de anos.

Os restos pertencem a animais marinhos, pois quando quedaron sepultados, o território da Galiza aínda estava afundido no oceano e as terras que com o tempo acabaríam por converterem-se nas montanhas do C@urel formavam parte do fondo dumha gran ria ou fiordo.

Segundo explicava Javier Sanz, os restos destes animais aparecerom en grandes quantidades e todo fai pensar que forom acumulados polas tempestades marinhas.

A fauna do Devónico achada em Campodola estava formada por peixes, trilobites -crustáceos primitivos-, braquiópodos -invertebrados provistos de cuncha-, corais e briozoos ou moluscos diminutos.

Todos estes fóseis eram restos e fragmentos de tamanho minúsculo que só podem identificar-se com o auxílio dum microscópio ou um escáner de barrido.

Como seguimos lendo no artigo de La Voz de Galicia, a estudante Carmen Expósito realizou a sua tese de licenciatura sobre esta descuberta, dirigida polos professores José Román Montesinos e Javier Sanz, do departamento de Ciéncias da Navegaçom e da Terra da Faculdade de Ciéncias da Educaçom da Corunha.

O artigo, de junho de 2002 asegura que o material recolhido na serra do Courel continua sendo estudado. Segundo Javier Sanz, na zona onde foron achados estes restos aínda queda muito por investigar.
....


Evidentemente, umha zona com a riqueza científica e cultural do C@urel, mais alá das suas potencialidades para O desenvolvemento dumha economia sustentável diversificada, exige, -e mais quando se está comprobando o fracasado caminho sem saída do sector da lousa, baseado na destruçom irreversíbel do meio- umha aposta pola inversom em projectos sustentáveis de investigaçom e desenvolvemento em todos os campos.

C@UREL, PARQUE NATURAL JÁ!

MENOS CEMENTO E MAIS JACIMENTOS NO C@UREL

Comentários (4) - Categoria: Nom serviam - Publicado o 07-10-2008 19:44
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As palavras dominam o mundo



1.

As palavras fixerom-me como som.
E a ti tamem.

Todas e cada umha delas
edificarom de vagar.
a nossa forma de ser.

Porque as palavras nom nos obecedem.
Todo o contrário.

As palavras som a espécie
mais inteligente do planeta.

E nós obedecemo-las, indiscutibelmente.

As palavras som a espécie superior por exceléncia.


2.

Desde um ponto de vista biológico
as palavras
levam relativamente
pouco tempo sobre a Terra.

Desde que colonizarom
os primeiros seres humanos
até hoje só passarom
uns milheiros de anos
e porém
hoje som a espécie mais numerosa
e invulnerábel.
Vai ser difícil liberar-se delas,
estám em todas partes
e reproducem-se dentro do nosso cráneo.

Cada dia duplicam o seu número
e aumenta o seu poder incesante,
e nós sem dar-nos conta
de que somos os seus servos,
territórios ocupados,
fontes de energia,
e as alimentamos
para que se reproduzam
infinitamente.


3.

As palavras
primeiro conseguirom moldear na nossa gorja
as nossas cordas vogais,
convertendo em voz os sons
do nosso espazo interior,
e despois lograrom reproducir-se
através dos nossos dedos
quando inventarom a escritura
-com consecuéncias dramáticas
para a memória humana-
nesse momento em que se di que começa
a história.

Com a invençom da imprenta em China,
em 1048,
na Europa em 1448 por Gutemberg,
puxemos a nossa tecnologia ao serviço
da sua reproduçom em masa.
E despois o teléfono, a rádio, a TV,
satélites, internet e todos os mecanismos
que nos oprimem hoje
sem dar-nos conta
de que a história do ser humano
obedece servilmente os intereses das palavras.



4.

É necessário pois estirpar,
extraer as palavras do nosso corpo,
erradica-las do planeta.
É a única maneira
de salvar-nos como espécie.
Vaciar-nos de palavras
e voltar a ser os animais
livres que sempre fomos
antes de que as palavras
decidiram fazer-nos crer
que nós as creamos a elas
quando, sem dúbida,
foi justo ao contrário
e elas nos eligirom a nós
pola nossa debilidade
entre outros animais,
o rinoceronte ou o lagarto,
por exemplo.

É necesário liberar-nos das palavras
antes de que seja demasiado tarde.


........


Ilustraçom: cordas vogais
Comentários (2) - Categoria: Desenhos - Publicado o 06-10-2008 11:57
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Qual a minha velocidade escritora?
20 palavras

Speed test



Pois é facile e divertente!

Proba a velocidade dos teus dedos.

Via chuza.org
Comentários (14) - Categoria: Desenhos - Publicado o 03-10-2008 21:17
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Se abres um livro?


Se abres um livro
si, pode que nom gostes del.
Fecha-o!

E abre outro
e segue buscando.
Confia.
Como as mulheres
e os homes,
nom todos os livros som iguais.

Se abres um livro de poesia
coidado,
pode que nunca voltes ser @ mesm@.

Melhor.

Se abres um livro de pintura
pode que as formas dos teus sonhos cámbiem.

Se abres um livro de fotografia
talvez aprendas a deter o tempo.

Se abres um livro de história
vai ser mais difícil que te enganem os tipos de gravata
que saem pola tv.

Se abres um livro de viages
poderás marchar a...

Se abres um livro sobre política
ao melhor descobres por que papá nom tinha raçom
aquel dia.

Se abres um livro de filosofia...
uf, se abres um livro de filosofia...
pois como se abres umha coca-cola
e te pos a pensar
qué fago eu com umha Coca-Cola na mao.

Se abres um livro sobre a natureza
talvez atopes um ouriço cacho
a viver ai dentro, no teu peito.

Se abres um livro de aventuras
pode que o teu corpo gere adrenalina,
se che dilatem as pupilas,
aumente o teu ritmo cardiaco,
o teu cerebro produza dopamina
e chegue a criar adicçom:
daquela estás perdid@.

Se abres um livro pode que aparezas tu.
Precisamente tu,
a gente que conheces
e a que aínda nom conheces.

Se abres um livro pode que todo cámbie.

Se abres um livro pode que já nada siga igual.

Pode...
se abres um livro.


Comentários (5) - Categoria: Geral - Publicado o 03-10-2008 19:24
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Foliada em Barna


O vídeo, de Bocixa e Raquel Rei.

O programa, AQUI!
Comentários (2) - Categoria: Geral - Publicado o 03-10-2008 11:28
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Fiesta Españhola!


Com ocasiom do Día de la Raza, a plataforma cidadá Sei o que nos figestes... nos últimos 525 anos organiza umha grande Fiesta Españhola no Centro Social O Pichel


Mais em Sei o que figestes nos últimos 525 anos!

11 de outubro!

Galiza Ceive... y Olé!
Comentários (3) - Categoria: Nom serviam - Publicado o 01-10-2008 21:15
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Osmogénese na Volta Grande do Courel


Isto contou-no-lo Lois o Zurdo, que vai ter umha nena em março que se vai chamar Estrela:

Quando Ro e mais eu chegamos ao Courel e mercamos a palheira da Barreira, que está no cimo da aldeia de Soldom, na Volta Grande, ninguem nos dixo que na casa havia um fantasma. Foi despois quando o descobrimos, a noite das psicofonias e os psicocheiros.

O senhor Manolo tinha umha dessas tardes faladoras e o livro da vida aberto e contou-nos sobre a bruxa de Torbeu, que tinha, como todas as bruxas, um calcetim dumha cor e outro doutra; e falou-nos dos banhos de ar, que seica se te pos espido num lugar onde haja corrente, esse banho de vento é mui bom para o peito, e falou-nos do tio Pepe, que no 64 estava picando lenha e entrarom-lhe as ganas, entrou na palheira a fazer de ventre e já quedou ai, contra o fondo, anicado morreu dum infarto; e aínda despois Manolo sacou o fonendoscópio que foi mercar a Lugo a umha farmácia, porque el é afeccionado a escoitar os corpos por dentro, como outra gente merca telescópios para olhar os astros, e despois de me escoitar atentamente e dicer-me que sonava forte como um becerro, dixo que ia preparar umha lata de sardinhas para cear e alá marchou.

Rozio e mais eu entramos na palheira. Daquela aínda montavamos dentro a tenda de acampada que mercaramos no Eroski, porque chovia polo lousado abaixo, e prendiamos um lume contra umha esquina para espetar um chourizo e ceavamos á luz do candil alógeno que mercaramos no Leroy Merlin, e despois abriamos os sacos de inverno, que aguantam os 5 baixo cero, e a durmir.

Era a terceira ou cuarta noite e já começavamos a reconhecer alguns dos sons da Volta Grande do Courel, como os uhú, uhús da avelaiona, essa palabra nova que aprendim numha guia de aves de Galiza e que vem sendo o que antes conhecia como curuxa, aínda que a curuxa realmente fai seeeesssss, ssssseeeeessss, ou algo assi, e é mais grande e branca. E mais conheciamos o ruído do vento e da chúvia. E o siléncio.

Durmiamos quando espertamos. Puf, como fede, dixo Ro com os dedos no nariz. Abofé, dixem eu. Cheira a?, puagh. Escoita?

Um arrepio entrou-nos no corpo. Era um gemido. O ruído dalguem que, fóra da tenda, aí ao lado, a menos de dous metros, estava a fazer força, como se estivesse levantando umha pedra pesadissima.

Nheeeeeegh, nheeeeeegh, aaaaaaah!

Ou era mais bem como se alguem estivesse a fazer de ventre com esforço.

Quem está aí fóra? Tatexei eu. A resposta foi outra vez o nheeeeeeeeeegh, nheeeeeeeegh, aaaaaahhh!

Era tal, um home a fazer de ventre. Quem anda aí, dixo Rozio. Vamos saír!, e incorporei-me e abrindo a cremalheira da tenda, raaaaaaas! botei a cabeça com a lanterna na fronte que mercara no Decathlon e olhei a esquina de onde vinha o ruído.

Nada. Nom havia nada nem ninguem. Saím da tenda, Rozio tamem, com a lanterna de mao que mercamos em Coronel Tapioca. Olhamos bem a palheira e, uuuuhhuú, uuuuhhhuú, só escoitamos o siléncio e o ulular da curuxa, perdom, da avelaiona.

Quando olhei a Rozio tinha os dedos fazendo pinça no naris. Tenho medo?, susurrou. Pois eu mais, dixem em baixo. Como fede?, puagh.

Entramos na tenda e aló quedamos os dous com os olhos abertos e cheirando aquel olor a excremento, que pouco a pouco desapareceu pouco a pouco.

De manhá quando vimos ao Manolo já nos dixo Que, pola cara que tedes, esta noite conhecestes o fantasma do tio Pepe, eh?... Pois tranquilos que nom trae mal ningum, aparte do fedor. É um caso típico de osmogénese, que vem sendo como lhe chamam os livros ao olor que producem as ánimas. Probe tio Pepe!

Isto conto-lho á gente que dorme aqui por vez primeira, dixo-nos o Lois o Zurdo á luz do candil alógeno o dia do San Miguel,...porque o fantasma do tio Pepe pode aparecer a noite menos pensada... Assi que nom vos asustedes muito. O Courel é assi...

E antes de bocejar e apagar a luz, dixo Lois o Zurdo: Como dicia um poeta que nom me acordo como se chamava num livro que merquei no Corte Inglés: Courel dos tesos cumes que ollan de lonxe, eiqui séntese bem o pouco que é un home!



....

Aqui podedes escoitar o som da AVELAIONA
Comentários (3) - Categoria: Geral - Publicado o 01-10-2008 20:55
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Coco explica o etnocentrismo lingüístico


O-ola, nenos,
o-ola, nenas, som Coco!

Sabiades que todas as línguas do mundo
tenhem os mesmos direitos,
en Po-polónia, em Ma-madrid
ou na Ga-galiza?

Pois, pois, pois...
se falamos de línguas
conheço algumha gente que vive aqui
no Bárrio Sésamo,
em Madrid,
ou em Vigo
que-que nom entendem que o galego seja unha língua
como outra qualquer,
hi, hi!
co-como o espanhol
ou o inglés,
e polo tantoooooooo
que...
todo o que se pode comunicar em qualquer idioma
pode comunicar-se em galego!
E vice-viceversa!

Aqui no Báaaaaarrio Sésamo,
como em Madrid ou na Repú-pública Checa,
hi, hi,
temos direito a ter
eu que sei....
os extintores do hospital na nossa língua,
e as facturas do súper, na nossa língua.
e os vi-vi-video-jo-jogos, na nossa língua

e assi sucesivamente!


Si, amiiiigos e amiiiigas!
E nom é por levar-lhe a contrária a ninguém.
É porque algunha gente somos assi,
ga-galeg@s,
me-mesmo sem querer.


Hi, hi!
Hai quem pensa
que a cultura espanhola é melhor
que a ca-catalana ou a ba-basca ou a ga-galega,
ou a por-portuguesa,
e nom enteeeeeeeeeeeeendem
que.... som..... simplemente....
culturas diferentes!!!!!

Isto chama-se etnocentrismo!
Et-no-cen-tris-mooooo!
hi, hi,
que palavra mais rara, nom-nom si?

O etnocentrismo espa-panhol,
como qualquer outro,
sempre vai acompa-panhado
doutras palavras raras...
xe-xenofóbia,
dis-discriminaçom
pre-prejuíços,
e origina casos mui curiosos.

Por exemplo,
Carmen,
a pesar de que vive em Lugo
é umha se-senhora um poooooouco
etnocentriiiiiiista
e assi
no periódico etnocentriiiiiiiista espanhol El Mundo
o 28 de setembro de 2008 di:


Yo soy de un pueblo re-remoto donde hablaba gallego, pero fui vendedora y me acostumbré a tratar con el público en espa-pañol


Hi, hi... Ou:

Han tenido que inventar palabras en gallego para poder redactar los libros
de texto escolares.


Ou, hi, hi:

El año pasado mis hijos iban a un colegio
donde incluso los apuntes de Gimnasia eran en gallego.


Ou, hi, hi:

Lo que no puede ser es que aprendan Física y Química en gallego

Hi, hi, ou:

Es muy bonito vivir en Galicia, pero por desgracia o por suerte, hay que salir de la región para avanzar profesionalmente

Hi, hi, nenos, nenas,
hoje estamos a falar do etnocentriiiiismo!

Recorda-dade que o etnocentriiiiiiiiismo favorece
o autoritariiiiiiiiismo e todo tipo de compleeeeexos,
de superioridade e de inferioridade.


O etnocentriiiiiiismo linguístico-co
chega a provocar que algumha gente
se avergonce
da língua em que aprendeu a fa-falaaaaar,
e chegue a creeeeeer
que nom se pode aprender educaçom física ou
matemáaaaaaaaticas
na lingua em que ela mesma aprendeu a falaaaaar
quando eram neeeeenos e neeeeenas.

Sempre houvo em Bárrio Sésamo,
em Madrid
e tamem aquí na Galiza,
gente que nom gos-gosta nada
de que em Galiza se fale galego.

Melhor seria se todos falasemos espa-panhol,
que fossemos iguais que eleeeeeees?
pensarám.

Maaaaaaaaaas,
como dixo a ra Gus-Gustaaaaavo o outro dia...
Despois de mais de catro séculos de política asimilista,
exercida com toda riqueza de astucias e violencias,
o noso idioma está vivo
.

E isto é todo por hoje, neeeenos
e neeeenas.

Manhá vamos aprender a diferéncia
entre Atráaaaaaaass...
e, plas, plas, plas.
Adiaaaaante...

Aburinhooooooo!


Comentários (2) - Categoria: Desenhos - Publicado o 01-10-2008 12:21
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