Gelem, gelem lungone dromensar
maladilem baxtale Rromençar
A Rromalen kotar tumen aven
E chaxrençar bokhale chavençar
A Rromalen, A chavalen
Sàsa vi man bari familja
Mudardás la i Kali Lègia
Saren chindás vi Rromen vi Rromen
Maskar lenoe vi tikne chavorren
A Rromalen, A chavalen
Putar Dvla te kale udara
Te saj dikhav kaj si me manusa
Palem ka gav lungone dromençar
Ta ka phirav baxtale Rromençar
A Rromalen, A chavalen
Opre Rroma isi vaxt akana
Ajde mançar sa lumáqe Rroma
O kalo muj ta e kale jakha
Kamàva len sar e kale drakha
A Rromalen, A chavalen
Andei, andei por caminhos longos
Dei com afortunad@s romà
Ai, romà, de onde vindes
com as tendas e @s nen@s fament@s?
¡Ai, romà, ai, rapaces!
Tamém eu tinha umha grande família
foi assassinada pola Legióm Negra (SS)
homes e mulheres forom esnaquizad@s
entre eles tamém nen@s pequen@s
¡Ai, romà, ai, rapaces!
Abre, Deus, as negras portas
que poda ver ónde está a minha gente.
Voltarei a percorrer os caminhos
e caminharei com afortunad@s ciganos
¡Ai, romà, ai, rapaces!
¡Arriba, Ciganos! Agora é o momento
Vinde comigo @s romà do mundo
Da cara morena e os olhos escuros
gosto tanto como das uvas negras
¡Ai, romà, ai, rapaces!
Pois já sabedes de onde vem a palavra Chaval!
O Hino Internacional Gitano, compuxo-o o romà Jarko Jovanovic a partir duma peça popular cigana dos países da Europa do Leste.
Os seus versos estám inspirados n@s gitan@s que forom recluíd@s nos campos de extermínio nazis. Foi adoptado oficialmente como hino no Primeiro Congresso Gitano, celebrado em Londres em 1971.