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Eu nunca serei yo
Um caderno de trabalho de Séchu Sende

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Omar Khayyam



Umha escena do famoso livro Rubaiyat.

Escaneado dumha página que supostamente alguem arrincou dum livro otomano de 1647 e posta á venda no bazar dos livros de Estambul, junto a milheiros de manuscritos originais e falsificaçons.

Cúmplice do expólio, pensei: Isto nom é como se alguém arrincase os fólios do Cancioneiro de Ajuda e os vende-se na feira de velharias de Sárria ou Aveiro?

30 euros polo que, em fim, suponho, ha ser umha falsificaçom que nom deixa de ilusionar.


Omar Khayyam, o livro, a copa, o sol.




55.

Iremos nos perder na estrada do amor,

e o destino nos pisará, indiferente.

Vem, menina, taça encantada, dá-me de beber

em teus lábios, antes que eu me torne pó.




73.

Alguns amigos me dizem: Não bebas mais Khayyam.

Respondo: Quando bebo, ouço o que me dizem

as rosas, as tulipas, os jasmins;

ouço até o que não me diz a minha amada
.



64.

Um pouco de pão, um pouco de água,

a sombra de uma árvore, e o teu olhar;

nenhum sultão é mais feliz do que eu,

e nenhum mendigo é mais triste.




Os Rubaiyat

Comentários (1) - Categoria: Geral - Publicado o 28-11-2007 10:15
# Ligazóm permanente a este artigo
Chuza! Meneame
1 Comentário(s)
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Comentário por victoria secrets uk (21-11-2014 10:24)
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