Made in Galiza


Eu nunca serei yo
Um caderno de trabalho de Séchu Sende

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Touriño, Quintana, nom somos tont@s!


Cumpre distinguir para nos pór ao dia entre Plataforma Nunca Máis e Movimento Social Nunca Mais.

1. A Plataforma Nunca Mais hoje em dia é um instrumento que responde preferentemente á dinámica partidista, electoralista e publicitaria da pugna entre partidos. Perdeu a sua identidade originária: plataforma de participaçom cidadá.

2. O Movimento Nunca Mais foi umha corrente de creaçom de discurso e acçom baseado na participaçom directa e na responsabilidade política -política como res pública clásica- da cidadania, entre outras muitas cousas.

Durante estes dias tanto o Psd-G como o BNG estám a celebrar actos conmemorativos no 5º aniversáiro do Prestige. E botam man nos seus discursos de palavras altisonantes como movimento cidadá ou dignidade popular.

E nas suas mensages nos média, nas fotos de Touriño diante da Cadea Humana ou nas de Quintana entre overois brancos tinguidos de chapapote, pretendem identificar-se com os valores de justiça e integridade, entre outros, que representam o azul e negro.

Mas nom somos tont@s.

E sabemos que a energia nom desaparece, transforma-se.

O epicentro da dignidade social ou o quilómetro cero da conciéncia política cidadá nom estavam onte onde forom as cámaras da TVG, nom estavam onde Touriño e Quintana falarom para os micros com um papel diante.

O lugar onde se manifestava esse espírito que levou á cidadania a berrar Nunca Mais estava onte em Mugardos, com a gente fechada contra Reganosa na casa do concelho.

E a semana anterior estivo em Corrubedo, nos passos da gente que caminhou até o mar berrando Galiza nom se vende!

E antes estivo, e voltará estar no Courel, entre a gente que reclama que este governo nom permita, nom cause, a destruçom da montanha, entre as persoas que exigimos um plam alternativo para o desenvolvemento sustentável da serra de Novoneyra.

E manhá a energia que moveu milheiros de persoas ao berro de Nunca Mais estará em Quilmas, ou na Serra da Groba ou em qualquer dos muitos nós desta rede de agresons, de atentados terroristas contra o médio ambiente, e contra nós mesm@s, dos que o governo bipartito é responsável.

Nom é de estranhar que já se esteja pensando em botar mao da experiéncia e começar a boicotear, com humor mas com poténcia, os actos propagandísticos d@s responsábeis políticos que nom se derom conta de que agora, si, dicimos que chove.

E que quando os responsáveis políticos despreçam, ingoram, e humilham a gente oprimida polas suas decisons hai muita gente para os sinalar com o dedo: Vós sodes os culpáveis.

E íde-lo pagar.

Esta sexta feira, venres, apressenta-se a REDE GALIZA NOM SE VENDE, umha rede social que já aprendeu que um dos objectivos é evitar as intrusons de qualquer partido político e as asociacións colaboracionistas...

Umha rede na que a gente tem confiança e que hai que tecer entre tod@s.

Como berrou onte Luz Marina de Meá em Mugardos: Venceremos nós!

Que queiram, que nom, temos a raçom!

Mecaghiná...
Comentários (2) - Categoria: Geral - Publicado o 11-11-2007 17:28
# Ligazóm permanente a este artigo
Chuza! Meneame
2 Comentário(s)
1 estou contigo no 90%, discrepo somente en criminalizar a toda a xente que está organizada, ou sexa ás bases de moitas organizaciois que pouco teñen que ver co#blgtk08#s seus responsables, chámense BNG, aínda que polo que poiden ver no peche de filas ante a cacicada dos altos cargos empezo a pensar que cada vez son os menos
Comentário por salton (12-11-2007 00:50)
2 Ups, ao melhor expliquei-me mal, nom quixem criminalizar a gente que está a currar na base de ningumha organizaçom política,

referes-te ao momento em que digo que hai que evitar as instrusons do partidos em redes sociais como Galiza nom se vende?

vale, aí si que me puidem explicar de forma confusa, e rectifico, por suposto: numha rede social pode participar quem tenha essa vontade, por isso é umha rede: aberta, participativa, incluínte, sumativa.

mas da experiéncia de N+, da Plataforma como organizaçom, penso que podemos tirar como lecçom que a dinámica e intereses do partido e das organizaçons afins a este estám muitas vezes por riba dos intereses da própria rede ou plataforma.

Movimento social e partidos tenhem diferente paso e caminhos.

dou-me conta tamem de que umha rede que passa a ser controlada por um partido supom-se que derivou numha rede feble,

e por isso neste momento estou a ver que a rede Galiza nom se vende vai ser forte, porque os partidos estám tam e#blgtk08#nfrontados á base social, ás organizaçons preferentemente ecologistas neste caso, afectadas especialmente por conflitos locais, que, agora que estam no poder, nin BNG nem PsdG vam poder intervir desde dentro com o objectivo de controlar o movimento social.

Basicamente vam receber lenha, que é o que o movimento di que merecem.

De todos xeitos penso que das decisons dos responsábeis do BNG ou do PSOE tamem som um pouco ou muito responsábeis as bases, nom?, como de qualquer organizaçom ou colectivo, seja club de fútbol ou asembleia anarkista, aínda que a forma de participaçom, responsabilidade ou irresponsabilidade seja bem diferente...

Por isso som bases dum partido: supom-se que soportam o que hai por riba...

Se as decisóm fossem tomadas de forma mais participativa, máis compartidas, mais horizontais haveria menos problemas...

Mas quem e que decida no Psd-G ou no BNG tamém é responsabilidade d@s afiliad@s, nom?








Comentário por madeingaliza (12-11-2007 08:50)
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