Made in Galiza


Eu nunca serei yo
Um caderno de trabalho de Séchu Sende

A minha obra neste caderno está licenciada baixo creative commons, copiceibe.

O autor solicita comunicar-lhe qualquer uso ou modificaçom da sua obra no email de contacto aqui sinalado.

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Rosa Caramelo


História de Margarita, a pequena elefanta que nom se puxo rosa.

Clica aqui para ver e escoitar um conto que nunca esquecerás...

(Tes que busca-lo na secçom "Contos")

De Adela Turin, um dos seus livros para nenas.

Comentários (0) - Categoria: Nom serviam - Publicado o 10-02-2008 11:10
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50 nacionalistas espanhois radicais pro-castelhano na Corunha


A polícia espanhola pom-se de parte dos 50 nacionalistas espanhois radicais pro-castelhano na Corunha e carga contra activistas em defensa da língua galega.

...em chuza, mais.

Crónica de galiza.indymedia

e fotos degaliza.indymedia

Tamém em briga

No Portal Galego da Língua.

O conflito nos Muitos Papeis:

Em El Correo

Em La Opinión

Em La Voz


1º Lei do Pringue:

Diante dum conflito social qualquer cidadám ou cidadá soporta duas forças:
1. força centrífuga ou de evasom.
2. força centrípeta ou de participaçom.

Quando pola energia do conflito a força centrípeta supera a força centrífuga @ cidadám ve-se impulado a pringar, posicionando-se pessoal e socialmente a respecto do conflito.

A Lei do Pringue favorece a apariçom de pringad@s -no melhor sentido da palavra- ou partidari@s, palavra familiarizada com partisano, etimologicamente relacionado com tomar partido.

A tradiçom de participaçom social a respecto do conflito lingüistico na Galiza basea-se em valores de justiça social e defensa dos valores culturais locais e promoçom da diversidade universal do pensamento.

O activismo lingüístico é, -e foi-, fortemente responsábel na procura do bem comum e consciente dumha necessária pedagogia que se enfronte aos privilégios e privilegiad@s socio-lingüisticamente.

Na interpretaçom e narraçom da notícia fica bem claro que e Lei do Pringue afecta os jornais galegos, começando polo idioma escolhido para a redacçom do conflito.

De aí que, mais umha vez cheguemos á conclusom de que diante do conflito lingüístico a comunidade que toma partido pola língua minorizada deve comportar-se como tal, como comunidade, palavra proveniente do latím COMMUNICARE, ser em comum, participar em comum, criando um processo participativo e SOCIO-CRIATIVO de COMUNICAÇOM SOCIAL.

A "revoluçom" -da medida das nossas forças- que já está a ter lugar e que deve ser umha revoluçom, em primeiro lugar, comunicativa.

Pois queremos compartir, ser comunidade, criar em comum.

Com umha língua livre, criativa e independente.

E muito trabalho!

É interessante nesta altura, o pensamento do filósofo Carlos Santiago e a sua Teoria dos Electróns:

"Mentres o país continúa desestruturado a nivel físico ou xeopolítico, o espazo virtual permite unha territorialización que antes non era posible.

É evidente que a apropiación do espazo virtual galego é unha conquista, e iso ten un efecto estruturador brutal que é moi revolucionario dentro da propia cultura galega".

Por outra banda, e dentro desta estruturación que Carlos Santiago xa ve, a rede provoca movementos de descentralización coma os xa comentados, o que el chama a "Teoría dos Electróns": "Consiste en que pasamos dun modelo cultural que eu chamaba nuclear ou protónico a un electrónico.

Isto quere dicir que a cultura xa non está patrimonializada por un núcleo ou unha elite, senón que hai moita máis actividade nos electróns", explica. "Ademais eses electróns manteñen órbitas variadas. Hai tendencias centrípetas, que poden levar algúns a se incorporar ao núcleo, e outras centrífugas que os afastan, polo que poden escapar da órbita e buscar novos núcleos".

Como resumo desta nova situación da cultura, para Santiago "descentralízase a propia acción cultural, con tendencias opostas, e fai posible acción na órbita e non só por parte dunha elite".




....
Comentários (7) - Categoria: Nom serviam - Publicado o 09-02-2008 11:34
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Unha Lousa sobre O Courel





Um documental de Mabel Rivera e Enrique Banet.

Proximamente... nas pantalhas mais ceivas da Galiza e parte do estrangeiro!


SOS COUREL

Galiza non se vende
Comentários (0) - Categoria: Nom serviam - Publicado o 05-02-2008 21:01
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INDEPENDÉNCIA


1.

Quando era neno
nos livros de texto iam aparecendo
as diferentes épocas históricas
da nossa literatura:
provincialista,
regionalista,
nacionalista?
aquilo era algo parecido a subir
por umha escaleira...
Estava claro que chegariamos
á fase independentista, nom?
Pois já chegamos.
E agora como segue a história?



2.

Tenho que reconhecer
que a pesar dos esforzos
da escola, a igreja,
a tele, a rádio, a prensa,
e muita outra gente por consegui-lo,
incluíndo em parte á minha família?
eu definitivamente nom som espanhol.

As palavras livre, ceive e independéncia
cruzarom-se no meu caminho e aqui estou,
entre dous versos.

Se eu fosse espanhol
nom teria o menor problema em dice-lo,
como se fosse italiano ou tibetano.

Mas, é-che o que hai,
e com toda a sinceridade do mundo
tenho que dicer, mais umha vez,
e todas as que seja necessário,
que eu nom som espanhol.

A ver se ponhendo-o num poema
queda mais claro.

E passamos a outra cousa.



3.

Hai um caminho que ás vezes fago só
em coche, em bíci ou caminhando
escoitando reagge ou hip hop
ou em siléncio

e outras, com muita gente cara adiante
numha rua
ou dentro dum sonho,

e aparece de súbito umha estrela
no céu ou num sinal de tráfico
e daquela dou-me conta
de que é o Caminho da Independéncia.

O Caminho da Independéncia é como outro qualquer.
Nom é umha cousa doutro mundo.

Ás vezes passa por umha ponte, pola cozinha,
pola carniceria ou por um livro de poemas.

É como o Caminho das Tartarugas Patas Arriba,
se esperas um pouco ao final
sempre dam a volta.

Como o Caminho dos Livros Fechados,
sempre necessitas abrir outro para dar o seguinte passo.

O Caminho da Independéncia é como
o Caminho Dos Ouriços Cacho Em Primavera
ao cruzar as estradas de noite.

É como o Caminho Onde As Cousas Cámbiam,
começando por ti mesm@.



Comentários (3) - Categoria: Nom serviam - Publicado o 05-02-2008 14:27
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GZ NOM SE VENDE!


POR ISTO E ISTO E ISTO E ISTO E ISTO E ISTO E ISTO...!

Assina o manifesto, e passa a bóla!



Virás á mani, ouh?

17-F!

Comentários (0) - Categoria: Nom serviam - Publicado o 04-02-2008 00:26
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Abrir caminhos públicos


Qualquer persoa pode abrir um caminho. Nunca abriste um caminho abandonado?

É duro, muito trabalho. E quanto mais abandonado está o caminho mais devagar se avança. O mais difícil é abrir um caminho perdido. Primeiro hai que encontrá-lo. Hai que falar com a gente que algum dia o transitou e aínda assi ás vezes fai-se necessário variar a rota originária. Cuidado com as cousas oxidadas, os vidros rotos, os animais venenosos, os caborcos, os desprendementos, os arames de espinho ou as persoas que nom querem livres os caminhos públicos.

Muito cuidado com a própria ferramenta. A fouce é umha arte perigosa para gente nom iniciada. A desbroçadora pode enviar-nos umha pedra aos olhos; a motoserra, virar-se contra nós. Cuidado com nom mancar ninguém. Hai muito trabalho por diante.

Mede as tuas forças porque um caminho pode rebentar-nos, e nom é cousa de baldar-se um dia se amanhá nom podes nem erguer o braço. O melhor é ir acompanhad@s. A soidade fai o caminho mais selvagem e duro. E som necessárias as palavras, nom só as que andam na cabeça, tamém as que atopamos nas revoltas, nos saúdos, nas cançons, nas conversas compartidas. Abrir um caminho pode ser umha festa alegre. Umha reuniom emocionante.

O caminho público nom é de ninguem e é de toda a gente. Qualquer caminho é teu aqui e mais alá. É público e isso significa que é caminho livre, de nosso e sem propriedade nengumha mais que a colectiva, de toda a gente. Tamém temos direitos geográficos, o espaço do caminho é nosso, porque é comum, e debe ser sempre accesíbel, nunca privado. O tránsito, livre, o acceso, livre, e livres os pasos, sem cerres, sem valados, sem obstáculos para ir adiante no caminho. Por isso é necessário liberar qualquer caminho, apropiar-se do que é nosso e de ninguém ao mesmo tempo.

Porque fechar um caminho público é um delito. Os cerres, ilegais. Ninguem pode cortar o passo. Arames fóra. Hai casos de grandes roubadores de caminhos, ladrons que coutam o passo ao horizonte. Hai que juntar-se para enfrontar-se a eles e afastar qualquer obstáculo do caminho. Porque o caminho é nosso. E, claro, de ninguém ao mesmo tempo.

O nosso é um país com grandes abridores de caminhos, gente humilde, discreta, generosa, as mais das vezes. Numha montanha conhecim um que se chama Orlando que abre os caminhos melhor que os jabalis. É maravilhoso ver como converte o longe em perto, como abre passo entre as giestas e as queirugas, como pode atravessar a brêtema com a desbrozadora e fazer um túnel nas nuves.

Galiza tem mil vezes mais caminhos que rios. Muitos mais caminhos que persoas. E todos e cada um desses caminhos públicos devem estar abertos. Nós temos o direito de escolher o caminho que quigermos ou necessitarmos. Caminho aberto, caminho sem arames. Ninguem pode impedir-nos o passo polo caminho público. O caminho deve ser livre. E Galiza é um caminho público.





...........

Publicado no jornal O Pedroso, nº 31.


A foto -de Carlos- é na aldeia de Hórreos, O Courel.

Comentários (1) - Categoria: Nom serviam - Publicado o 03-02-2008 20:42
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Manech@s, Canhot@s, Zurd@s, Sinistroman@s


Um abraço, companheir@s e companheir@s zurd@s, e adiante!!!

Aínda que o mundo esteja feito para as maos direitas... força no caminho!

Nom á discriminaçom das maos esquerdas!


Sinistroman@s na Wikipédia

Livros para zurd@s

Zurdos em Latino-américa

The Left-Handed Page

Produtos para manech@s

Manech@s famos@s

Canhot@s pensam mais rápido!

Comentários (3) - Categoria: Nom serviam - Publicado o 01-02-2008 15:27
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Unha palabra común


Eu só son unha palabra común. A miña vida podía ir mellor ou tamén peor. Gústanme os diminutivos afectivos e non me levo nada mal cos números. Nacín aquí, hai xa bastantes anos, e as cousas desde que eu era unha palabra nova cambiaron moito. En fin, que estou para o que faga falta. Aprendín moi cedo que son única, que ningunha outra palabra pode substituírme, como nos pasa a todas as palabras do mundo.

Coñecín moitas palabras que desapareceron e todos os días me cruzo na rúa con algunha que acaba de nacer.

Mais hai uns quince días sucedeume algo preocupante. Acababa de acordar e estaba saíndo da ducha cando soou o timbre da casa. Vestinme apurada e abrín a porta. Cando vin que era un castelanismo fechei a porta con medo. E respirei fondo. Que quede claro que non teño nada contra as palabras estranxeiras. Na miña vida coñecín moitas que viñan aquí facendo turismo. Pasei bos momentos con algunhas palabras italianas e francesas e unha alemá e mais eu mesmo tivemos unha historia de amor hai algúns anos.

(...)

Um relato Made in Galiza

Mais em Móllate coa lingua, o blog do Equipo de Normalización e Dinamización Lingüísticas do CPI de Maside (Ourense).

E aqui Sobre umha interessante entrevista...

Comentários (0) - Categoria: Nom serviam - Publicado o 31-01-2008 15:27
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Ferrol: Ultranoite Reganosa


"Este sábado 2 de febreiro, ás 20:30 horas, o centro sociocultural Torrente Ballester (Ferrol)acollerá o espectáculo colectivo Ultranoite en defensa da Ría,producido pola rede de acción sociocultural Arredemo e Burla negra, a modo de homenaxe aos veciños de Mehá e á xente do Comité Cidadán de Emerxencia, e como denuncia da actitude servil a intereses económicos particulares manifestada polos gobernos da anterior e da actual lexislatura, e que se traducen na imposición da planta regasificadora contra os intereses da cidadanía e do ben común."

Em arredemo

Comentários (0) - Categoria: Nom serviam - Publicado o 29-01-2008 21:19
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COUSAS QUE A GENTE ESQUECE?



Cousas que a gente esquece...
...aínda que pareza mentira.


Um amor.
Um paráguas no autobús.
A cabeça entre as nubes.
Umha palavra na ponta da língua.
Gernika, Iroshima.
A história da tua própria família.
A data de caducidade dum iogurt.
Os mineiros de Lousame indo cara a Santiago com dinamita para defender-nos do franquismo no 36.
Um agasalho polo aniversário.
@s exiliad@s.
O nome daquela actriz.
Quando estreamos a queimada de cerámica de Sargadelos.
Fazer a compra.
A língua.
Afganistám.
Quem está detrás de cada medio de comunicaçom.
Dizer quero-te.
Fazer o encrucilhado do jornal.
Ou a sopa de letras.
@s pres@s polític@s.
Dar um bico de vez em quando.
Outro amor.

A memória é como um músculo. Necessita exercício. Ou atrofia-se.

Recorda!


..........

Jornal Galicia , janeiro 2008

Comentários (2) - Categoria: Nom serviam - Publicado o 28-01-2008 09:11
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Veteran@s de Nunca Mais


Um princípio científico que tem umha alta força poética e social di que A energia nom desaparece, transforma-se. Cinco anos despois já conseguimos aquela certa distáncia que as nossas curiosidade e impaciéncia necessitavam quando nos perguntavamos com muita, muita preocupaçom: Que passará com todo isto no futuro?


Já estamos aqui. E podemos olhar arredor e falar entre nós de cómo o que passou ?o que vivemos desde o 13 de novembro de 2002- forma parte de nós hoje e por suposto, manhá.

Sabemos que a participaçom foi a nossa onda vital. A participaçom da cidadania no movimento social dotou de energia um motor colectivo que, em tempos de crise, botou adiante o carro da socio-criatividade: umha vontade criadora, umha actitude criativa, pensada e realizada em clave social, cooperativa, comunitária, generosa e, como nom podia ser doutra maneira, entre iguais, horizontal.

Contrariamente ao Manual Planetário de Movimentos Sociais, a intromisóm do Interese Electoral ?segundo alguns- ou a Misteriosa Desafecçom Social ?segundo outras- ou as duas cousas ?talvez-, a falta de participaçom, em fim, condenou a própria organizaçom Plataforma Nunca Mais, -olho, dicia o outro, nom confundir com o Movimento Cidadám Nunca Mais- entre outras cousas, á sua situaçom actual, subsidiária da dinámica partidista.

Quando no quinto aniversário o presidente Touriño brinda de policia Muxia para evitar problemas com os centos de manifestantes contrao Plam Acuícola, ou quando o vicepresidente Quintana -com um lema mais próprio da sensíbel tradiçom estilística do Partido Popular ?Galiza no coraçom- organiza umha comida ?que na televisióm se transforma em comilona ou paparota- como homenage ao voluntariado, muita gente da que participou no Movimento Social Nunca Mais está a ser consciente de que em cinco anos, ehem, ehem, realmente nom parece que mudaram muito as cousas?

Ademais, por exemplo, ao tempo que Tourinho e Quintana atraem com o seu magnetismo as cámaras da TVG cara á Zona Cero, em Mugardos o silenciamento mediático do fim do feche de 111 dias dos vezinhos e vezinhas de Mehá contra Reganosa fica nesse siléncio que se vira censura que se volta abuso e despois injustiça que gera a energia que transforma as persoas normais e corrente em activistas.

Activistas! Porque é sabido que segundo a Revista Patafísica Internacional do Activismo Social, @s activistas galeg@s som activistas de élite, respectad@s polos aliados e temid@s polas forças do mal.

Assi que em quanto aquí falamos de Nunca Mais, e actualizamos um discurso, aí fóra da revista, e seguramente aqui, dentro tamém, o que está passando é que hai uns dias se apressentou a Rede Galiza nom se Vende, da que formam parte perto de 100 organizaçons, asociaçons e colectivos ecologicos, sociais e culturais do país, temíbeis células de activistas, enfrontados á política agresiva, violenta e destrutiva que este governo tamém está a ejercer contra os nossos recursos naturais. E seguramente os realistas e as surrealistas coincidam em que aqui tamém se irrádia como o raio transparente a onda vital de Nunca Mais.

Até que ponto chegou realmente o bipartito ao poder graças á poténcia ejercida por este movimento social, -radicalmente ecologista- que se mobilizou, dinamizou e incentivou a participaçom tamém no circo electoral promovendo nom o voto merecido por nengum partido senóm o boto contra o Partido Popular? Até que ponto pode perder esse poder num pulso mais entre o governo e @s activistas? Em que medida se transformara o movimento cidadám no projecto comunicativo Hai que Bota-los? Como metamorfoseou no cooperativo Lumes Nunca Máis?

As estatísticas dim que cada ano se suicidam arredor de 6000 ex-soldados de Irak nos Estados Unidos. E vós, amigas e amigos, veteranos de Nunca Máis, seguides aí? É certo que passastes á reserva? Porque semelha que nom é facil desfazer-se de vós. Aínda que, como dicia ao princípio, hai gente que nom sabe que a energia nom desaparece: transforma-se.

Em fim, como passa o tempo? Assi que cinco anos despois, que?


Revista Tempos Novos, decembro, 2007

Comentários (2) - Categoria: Nom serviam - Publicado o 27-01-2008 19:57
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Boicot á caza do raposo!


Da lista de correo de Galiza nom se vende


"Tarde, pero enteramonos.

Será o domingo 27 de xaneiro en Portomarin o V Campionato de España de Caza do Raposo.

Apuntate e anima a amigos e amigas para boicotear esta "fazaña".

Contacta por telefono ou e-mail con matarpormatarnonarrobayahoo.es.

A ver se xuntamos a maior cantidade de xente posible para acudir ó monte.Hai que madrugar.

Ás 9 empeza a cazata e hai que telos localizados.De non poder chegar a tempo quedamos frente a eirexa de Portomarin para contactar con enlaces e acudir ó monte.

Divulga esta información."


..........

A NOTICIA D@S ACTIVISTAS AGREDID@S: AQUI

MATAR POR MATAR, NOM
Comentários (0) - Categoria: Nom serviam - Publicado o 26-01-2008 11:25
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A conselheira, sitiada em Carvalho
Um correo electrónico da rede Galiza nom se vende:

Nestes intres a Conselleira de Pesca anda por Carballo de visIta nunha fábrica de peixes de Isidro de la Cal. Dende as 12 da mañá e até agora, ás 16:30, compoñentes de varias plataformas contra o plano acuícola téñena acurralada sen poder saír.

Quen si saiu da fábrica foi o seu coche, cuio chofer tivo que baixar e abrir portas e maleteiro para demostrar que ía só.

Se cadra Toruriño está a falar con Chávez a ver se negocia a liberación.

FIN DA MENASAXE


............

Que passou? AQUI

Comentários (2) - Categoria: Nom serviam - Publicado o 25-01-2008 17:46
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Pippi e os abusóns


Pippi, em coreano, fazendo justiça com os abusóns, ao seu xeito.
Comentários (2) - Categoria: Nom serviam - Publicado o 24-01-2008 03:15
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Isaac ganhou esta batalha !


- Isaac, amigo, o povo está contigo!!
- Eu tamém estou com o povo...

Um dia para a história.

Com momentos desses que sabes que se fixam na memória para sempre.

Quando todo semelhava perdido... vinherom os abraços: Irmás, irmaos, parabéns!!!

Mais aqui!

Cultura 1 - Especulaçom 0.
Comentários (2) - Categoria: Nom serviam - Publicado o 24-01-2008 03:14
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ABORTO LIVRE E GRATUÍTO NA SANIDADE PÚBLICA JÁ




A Marcha Mundial das Mulleres convoca concentracións polo dereito ao aborto.

Diante das agresións e vulneracións de dereitos que veñen sucedendose nas últimas semanas, e que están afectando tanto a mulleres que interrumpiron o embarazo, como ao persoal que traballa nas clínicas onde se realiza a IVE,
o próximo mércores 23 de xaneiro
às 20hs a Marcha Mundial das Mulleres convoca concentracións en varias cidades do país:

* VIGO diante do MARCO
* CORUÑA no Obelisco
* COMPOSTELA no Toural
* FERROL diante do Edificio da Xunta
* PONTEVEDRA na Praza 8 de Marzo

A Coordenadora Nacional reunida o sábado 19 decideu comezar unha campaña de recollida de autoinculpacións que se presentarán nos xulgados o próximo 8 de Marzo, coincidindo co Dia Internacional das Mulleres.

Comentários (0) - Categoria: Nom serviam - Publicado o 23-01-2008 11:03
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A SEÑORITA ROTELMEIER NON IRIA Á CADEA HUMANA, MARY POPPINS, SI.
"E por suposto, o mestre de Pardal, o da língua das bolboretas, tamén iria coas suas alumnas e alumnos entrelazar as suas mans entre Laxe e Muxia. E tamén o Señor Kiping, o profe de literatura do Club dos poetas mortos, que soñaba con Walt Whitman, e a liberdade de expresión E se estudiasen secundária, a imparábel Pippi Calzaslongas, ou Songoku na sua nube voadora ou Xabarin, o indomábel, cos seus colegas, ou mesmo a pija Candy Candy, tamén xuntarian as suas mans o 22 de xaneiro na Costa da Morte.

Non sabemos que faria Barby, se estudiase nun dos nosos centros de secundária. Ao mellor tamén se apuntaba, expoñendo a sua permanente, a minisaia chic e a maquillaxe de fantasia á intempérie da Costa da Morte. Mais a realidade supera a ficción. E nós somos de carne e óso. E sabemos mirar-nos aos ollos coa rábia e a sinceridade dun pobo que sofre. E as nosas alumnas e alumnos queren viver como protagonistas unha das experiencias cívicas máis importantes da sua e da nosa vida. E aportar a forza e as ideas da sua xuventude contra o chapapote nas praias e nos cons, e o ghalipote mental e o piche dos despachos dos que nos gobernan.

Somos moitos e moitas quen queremos participar. Ao comezo iamos ser vinte mil. Logo, vintecinco. E agora xa chegamos aos corenta mil, a unir dous puntos de mans dadas entre o noso presente e o noso futuro. Ninguén nos pode parar. Somos moitos e moitas. E como din @s de Area Negra, somos Mar e somos Terra.

O mundo educativo galego está a conformar-se como un exemplo de compromiso educativo. Esta é a mellor forma de aprender valores e actitudes cara á conviéncia social, cara ao ecoloxismo e cara a unha cultura da participación e a cultura da cooperación. E asi é como de forma extraordinária a educación pode por-se realmente ao servizo do futuro. A Cadea Humana que está a organizar a Coordenadora de Ensino Area Negra concentra várias raíces de interese:

Un interese educativo fundamental:

Porque é fundamental para nosa mocidade APRENDER dos sucesos que estamos a viver neste momento histórico: coñecer a situación; analizar o que está a sucedecer a nível ecolóxico, económico e social; saber e aprender cos pés na terra.

Participación cidadá.
Porque é necesária a cooperación e a participación directa de toda a comunidade escolar para APORTAR entre todos e todas, desde as aulas e desde a sociedade, o noso gran de area. De area negra.

Criatividade.
Porque a enerxia criativa da mocidade é transfomadora e a educación pode transfomar o futuro mellorando-o. Porque todos e todas somos criador@s de soños e productores de realidade.

Liberdade.
Porque queremos viver o noso direito a expresar-nos libremente, a erguer a nosa voz e xuntar as nosas mans manifestando coa nosa preséncia sobre os camiños de terra a nosa oposición á morte, á destrucción e á incompeténcia.

E compromiso social. Porque formamos parte dunha sociedade que está a viver unha crise e cumpre ter unha ollada crítica. Porque queremos ser cidadás e cidadáns activos, e necesitamos que a mocidade aprenda a exixir e a recoñecer a manipulación mediática, a incompeténcia das administracións e as sombras da nosa sociedade.

Quen poderia soñar que a comunidade educativa poderia respostar ante esta agresión á Galiza cunha manifestación de compromiso social formando unha Cadea Humana que até o momento conta con case 40.000 participantes?"



Um texto de janeiro de 2003., publicado em area negra.

O passado presente.
Comentários (0) - Categoria: Nom serviam - Publicado o 23-01-2008 10:40
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Jornal "Galicia" on line


A ediçom ao vivo:
"Galícia"

Um trabalhazo!

Enorme!


Comentários (0) - Categoria: Nom serviam - Publicado o 22-01-2008 15:26
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O portal arredemo em marcha!!


Apresentou-se no Instituto Galego de Informaçom, dentro do Foro Negro, o portal Arredemo 3.0, aberto á participaçom desde já!

Arrancando motores...,entre moit@s, melhor!





Comentários (0) - Categoria: Nom serviam - Publicado o 21-01-2008 08:52
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Cacerolada contra Reganosa


Ante a próxima chegada do gaseiro nº 12 cara á ilegal e perigosa planta de gas de Reganosa, o Comité Cidadán de Emerxencia para a Ria de Ferrol

CONVOCA

Unha cacerolada ? tamboreada para o mércores 9 de xaneiro, ás 16,15 horas, diante do edificio da Autoridade Portuaria, no Peirao de Curuxeiras, en Ferrol.

Características do buque:


LNG SOKOTO

Bandeira de Bermudas

Eslora: 288,75 m.
Manga: 48 m.
Carga: GNL 130.711 m3 (58.476 Tm.)


Prégase difusión

PLANTA DE GAS FORA DA RÍA!

....

Desenho, Xaime Quessada, mural sobre Reganosa.
Comentários (0) - Categoria: Nom serviam - Publicado o 09-01-2008 06:54
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