Made in Galiza


Eu nunca serei yo
Um caderno de trabalho de Séchu Sende

A minha obra neste caderno está licenciada baixo creative commons, copiceibe.

O autor solicita comunicar-lhe qualquer uso ou modificaçom da sua obra no email de contacto aqui sinalado.

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Estes desvariam!
El Mundo em Um galego na corte do rei Gnu

Galiza, no caminho da língua.

Obrigado, Antuán.
Comentários (1) - Categoria: Nom serviam - Publicado o 19-05-2008 23:33
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ADEGA marcha de Galiza Non se Vende


ADEGA, a Asociacion para a Defensa Ecolóxica de Galiza, vem de abandonar a Rede Galiza non se Vende, como fixera Greenpeace hai uns dias.

Pois.

Seguimos tecendo na REDE:

A Cova da Terra
A Fouce de Ouro
Agrupaçom de Montanha ?Augas Limpas?
Amigos da Terra
Anduxía - Plataforma para a conservación e rexeneración do litoral de Bueu
Arredemo
Assembleia aberta do local social Baiuca Vermelha
Asemblea do Suído
Asociación Cultural e Veciñal O Tombo de Ardán (Marín)
Asociación pola Defensa do Parque Rosalía
Asociación O Carballal
Asociación Sagres
Associaçom Cultural A Gentalha do Pichel
Baiuca Vermelha
Bouzas Móvete
Burla Negra
Caleidoskopio
Colectivo Arraianos
Colectivo Ecoloxista do Salnés
Comisión Veciñal contra a Macrodepuradora do Lagares
Comité Cidadán de Emerxencia para a Ría de Ferrol
Comité de Defensa das Rías Altas
Colectivo Nacionalista de Marín
Coordinadora de Crentes Galeg@s
C.S.A. A Casa Encantada
C.S. A Revolta
Drosera
Federación Ecoloxista Galega
Foro Social de Cangas
Foro Social Temos Dereito a Saber ?O Ribeiro?
Fundación Galicia Verde
Fusquenlla
Grupo de Axitación Social (Vigo)
Luita Verde
Maribolheras Precarias
Meis
O Cruceiro de Mehá
O Fervedoiro
Ortigueira Sostible
Pallas@s en Rebeldía
Plataforma Ártabra 21
Plataforma Cidada ?Cultura si, mausoleo non?
Plataforma Contra a Variante Interior de Noia
Plataforma Contra o Viaduto e a Variante de Outes
Plataforma Medioambiental de Corrubedo
Plataforma pola Defensa do Patrimonio Cultural de Quilmas
Plataforma pola Defensa da Ría (Cíes)
Plataforma pola Defensa da Ra de Ribadeo
Redes Escarlata
Salvemos Monteferro
Sociedade Cultural e Desportiva do Condado
Sociedade Cultural Madia Leva!
SOS Courel
SOS Serra da Groba
Verdegaia
Verduxo

e mais que virám!

Adiante, Galiza nom se Vende!
Comentários (6) - Categoria: Nom serviam - Publicado o 14-05-2008 09:07
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La Razón flipa por um tubo


Os sonhos da raçom producem monstros, Goya


Segundo o jornal espanhol La Razón, som um impresentável!

Sempre gostei de analizar os códigos ocultos dos médios de comunicaçom. Com a suficiente distáncia pode chegar a ser um labor mui divertido. Mas este artigo é um insulto á raçom.

Hoje nom estou para bromas... Chegou o momento de falar em sério:

1. Tenho que denunciar pública e mui preocupadamente que La Razón persegue e discrimina os domadores de pulgas, como se pode ler: Fuentes docentes de los institutos donde Sende dio la charla calificaron de «francamente impresentable» la iniciativa y recuerdan que en el currículo del escritor se le presenta además como «domador de pulgas en el Circo de Pulgas Carruselo».

Si, tenho que reconhecer que meu irmao Claudio e mais eu somos domadores de pulgas da escola galega de doma de pulgas. Aínda que nos consideramos inocentes de todos os cargos, sejam quais sejam... Nom esquezades o texto de Martin Niemöller: Primeiro vinherom polos domadores de pulgas, mas tu nom eras domador de pulgas...



2. Sobre o Test: a língua e ti gostaria de explicar que:

a. É un texto criativo que, despois de presentar-me como um tipo que escrebe livros, reparto entre @s rapac@s para abrir um dos focos temáticos do encontro: A relaçom com a língua e as línguas tem umha cara social e outra persoal. O test, que se reparte mas QUE NOM SE RECOLHE, é um texto literário humorístico que se pode ler como se le um poema ou um relato e que serve para reflexionar sobre o seguinte: a relaçom que tem cada um de nós com a língua é única.

b. Quando entrego o Test explico a profes e alumnado que é um exercizo de surrealismo, de absurdo, que está criado como brincadeira ao xeito dos tests das revistas do coraçom que nom se identificam precisamente pola cientificidade á hora de avaliar psicologicamente "Si tu novio te es infiel" ou "A que concursante de Gran Hermano te pareces".

c. O surrealismo é umha forma de expresom nom mui difícil de explicar mas que pode ter como umha das bases o sentido do humor e como outra, o absurdo, além da ruptura lógica com a realidade cotiá e a criaçom de novas realidades.

La Razón por exemplo é um jornal surrealista. O Test tamém pertence a essa tradiçom.

Proba dessa ruptura com a lógica é a absurda explicaçom dos resultados deste test. A ver. Um exemplo, na pergunta número 2:

Se a língua galega fosse um animal seria...

a. Um poni.
b. Umha boa constrítor.
c. Um ornitorrinco.


3. Segundo a notícia, Un test a estudiantes anima a decir procacidades en ese idioma al hacer el amor , ou como se di no titular: Las obscenidades, también en gallego

«Estás haciendo el amor y tu pareja, que acaba de llegar de Toronto, te pide que entre gemido y gemido le digas cosas obscenas en gallego... a) Por supuesto, con toda naturalidad. b) Depende de cómo me lo pida. c) No te sale. Ésta es una de las preguntas a las que debieron responder el pasado abril los alumnos de Bachillerato de dos centros gallegos para calibrar si su relación con el idioma gallego es o no satisfactoria

Gostaria de aclarar que este Test nom é umha actividade de animaçom á procacidade. Poderia ser interessante a nível criativo mas eu persoalmente nom me vejo animando a ninguém a dicer obscenidades em galego: A ver, anima-te: Ca-ra-lho, venha, a agora: Pa-rro-chi-nha... E agora: Me-cago-em-Cris-to Ben-di-to...

Nom, sentindo-o muito e aínda que ás vezes tenho utilizado palavras feas nalgum dos meus textos, tenho que desmentir que o Test esteja feito para animar a mocidade a enriquecer o registro vulgar da língua.

Mais obsceno, considero eu, é publicar umha notícia totalmente manipulada pola ideologia do nacionalismo lingüístico espanhol que apressenta de forma tendenciosa e com um enfoque falso um encontro entre umha persoa que escrebeu um livro e um grupo de gente nova, com a conseguinte práctica comunitária de liberdade de expresom, e polo tanto, umha actividade educativa. Alegra-me que se diga que "se lo pasaron bárbaro, fue un auténtico jolgorio", aínda que nom havia Estrella Galicia.

4. Dentro dessa práctica persoal de creatividade está a minha proposta para reflexionar, a partir dum Test com muita retranca, sobre a situaçom social da língua.

Sempre pensei que a escola deve ser um espaço para a educaçom social, que a escola deve abrir-se á sociedade e que a sociedade deve entrar nas aulas.

Por isso o feito de que a um jornal madrilenho lhe pareza mal que um escritor introduza num texto tres chiscadelas da actualidade social -conflitiva- da Galiza deve ser considerado como um desses síntomas dumha patologia social bem conhecida: espanholismo.

Por outro lado, seguramente o redactor de La Razón nom conheça os grandes textos dramáticos da literatura espanhola de Miguel Gila, esse mestre internacional do humor social que tam bem, e com tanta ironia, escrebeu sobre represores e reprimidos, como fixerom Dario Fo ou os irmáns Groucho e Carlos Marx.

Em fim, está claro que a manipulaçom de La Razom é de livro. Se a partir deste Test sae esse titular, é fácil imaginar como poderia ser interpretado um Test humorístico numha actividade sobre, por exemplo, sexualidade onde umha das perguntas fosse:

Em cuestiom de sexo prefiro:
1. As persoas.
2. Os animais.

Seria talvez o titular de La Razón: "Un test en las escuelas gallegas anima a practicar la zoofilia"?

Quem sabe!

Nom quero imaginar quantos leitores e leitoras de La Razón lerám está notícia, que presenta um texto humorístico, absurdo e surrealista, como umha dessas histórias que se convertem em lendas urbanas em Espanha: Si, tio, en Galicia como tienen el carallo en la boca todo el día están enseñando a los niños a decir tacos y obscenidades para promocionar el gallego en las aulas!

Por último quereria informar á gente de La Razón, e de qualquer outro jornal interessado na socio-lingüística, do Método de Hipnose para Falar galego, outro exercicio de humor, jogo e complicidade com a gente, sobre o que poderia resultar outro destes titulares socio-psicologicamente trastornados e absolutamente surrealistas:
En las escuelas de Galicia hipnotizan a los niños para que hablen gallego

Em conclusom, hai médios que intentan representar a realidade ao seu xeito... E despois estám os medios como La Razón que já nem representam a realidade: La Razón supera a ficçom.

Está claro que La Razón nom entende o humor galego. Nom nos entendem, nom.

Em fim, um cápitulo mais made in spain do livro dos apóstoles da supremacia da língua espanhola na Galiza.


Continuará...

Comentários (27) - Categoria: Nom serviam - Publicado o 05-05-2008 13:23
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Free-Quiroga


Umha festa brava, em todos os sentidos.

Conhecemos a Cañita, boa gente, que si, chegou a falar um pouquinho galego, na intimidade.
Sorprendeu-nos a sua capacidade de sintonizar com a gente e de crear um ambiente moi alegre.


FREE QUIROGA
Comentários (0) - Categoria: Nom serviam - Publicado o 04-05-2008 22:16
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Ecologia e língua


Aínda hai gente que quando ve umha píntega
amarela e negra
esmaga-a com o pé.
Gente que pesca troitas com lixívia
e de noite mata os jabarins no laço
com o machado.
E o governo permite canteiras no Courel
e umha planta de gas ao pé do mar
e das nossas casas.

Devemos proteger os rios de palavras
e as montanhas de significados.
O infinitivo conjugado é um porco teixo
que se agocha no bosque.
Colocar alumínio nas janelas de madeira
e deixar de falar-lhe a língua própria aos filhos.

Se a lei nom protege a nossa terra nem a nossa língua
devemos faze-lo nós.
Conhece a fauna do nosso idioma:
a culher garça, o verme parafuso,
os lobos montarom um grupo punk
manifestaçom de ouriços cacho este domingo:
Galiza nom se vende.

El País despreça o galego e da-lhe voz
ao Clúster da Madeira.
La Voz defende a Reganosa
e discrimina o nosso idioma.
Na TVG nom hai programas de hip hop,
rock, tecno para gente nova
nem, que coincidéncia, nemgum programa ecologista.
O presidente e o vicepresidente do governo
falam mal a nossa língua
porque tenhem piscifactorias e parques eólicos na boca.

A gente pom-se diante das máquinas excavadoras
que ameaçam o nosso idioma.
Nom damos nem um passo atrás.
Um poema pode ser como um esquio
esmagado na estrada
ou como o ouveo dum lobo.
Juntemos as nossas palavras para ser mais fortes.
Nom lhe botes sulfato ás tuas cordas vogais.
Nom lhe vendas os teus traços dialectais
aos especuladores.
Nom tires cigarros entre os libros.
Transmite-lhes aos teus o amor pola vida.
A nossa lingua é o nosso médio ambiente.

....

Á gente que se une baixo as palavras Galiza nom se vende

E aos gandeiros e gandeiras.
Comentários (6) - Categoria: Nom serviam - Publicado o 01-05-2008 10:58
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Com a língua nos selos da Ilha de Man


As línguas das naçons celtas tamem servem para molhar a cola dos selos.

No selo galego pode-se ler: Unha terra, un povo e unha fala

No de Asturies: Um país que desanicia la so llingua pierde l´alma

No da Bretanha: Sem bretom nom hai Bretaña

No da Ilha de Man: Sen língua nom hai país.


Á venda, aqui!

Via vieiros
Comentários (1) - Categoria: Nom serviam - Publicado o 30-04-2008 12:36
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Revoltas em todo o mundo...
.

...a causa da fame.

Haiti, Camerum, Indonesia, Filipinas, Costa do Marfil, Mozambique, Senegal, Etiopía, Madagascar, Tailandia, Paquistám...

De súpeto chégannos novas de revoltas en varias partes do mundo en desenvolvemento polo aumento dos prezos de alimentos básicos e a escaseza no mercado.

Um artigo de Martin Khnor, em altermundo, abaixo e á esquerda está o coraçom.
via chuza
Comentários (1) - Categoria: Nom serviam - Publicado o 28-04-2008 10:13
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Confinamento educativo occidental


Carta aberta aos inventores da felicidade -os funcionarios indignantes e acabados, e particularmente o profesorado mais que mesquinho e em todo caso irrelevante.

Pedro García Olivo, está falando de educaçom, anti-educaçom e o confinamento educativo occidental na Galiza:

Sábado 26 ás 18:00, Laboratorio Social Okupado Atocha Alta 14, A Coruña
Comentários (6) - Categoria: Nom serviam - Publicado o 26-04-2008 09:50
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FRIKISMO SOCIO-CULTURAL
FRIKIROGA: UNHA FESTA FRIKI PARA REHABILITAR UNHA ESCOLA NO COUREL

O vindeiro sábado 3 de maio terá lugar en Quiroga (Lugo), na parroquia da Hermida, un festival cultural e musical para recadar diñeiro para a restauración e o proveito como local social e veciñal da escola de Soldón da Seara, aldea do Courel.

Frikismo social e cultural

Frikiroga preséntase co impulso dun grupo de xente nova da comarca como unha festa de frikis cun frikismo moi particular e socialmente admirable: o interese pola revitalización do Courel e a dinamización cultural dunha comarca con pouca oferta para a xente nova.

Ruxe Ruxe e Cañita Brava



Baixo o lema ?Tod@s somos frikis? a ?Festa non-stop? contará coa presenza de grupos como Ruxe-Ruxe, Santa Compaña, Nunca Se Sabe & Kain233, Armadanzas e Ultraqäns, así como a presenza do chamado ?Hendrix das Tarrañolas?, o cantante Cañita Brava.
Animarán o Frikiroga, ademais a banda de gaitas O recanto e a Charanga Os Veraneantes.Zona de Acampada de valde.

Circo de pulgas e competicións deportivas post-modernas



A ?Parada do freaks galaic@s?, o Frikiroga, contará coa presenza do internacional Circo de Pulgas Carruselo ou Galiza Pulgas Circus. E da mestura entre o tradicional xogo da chave e a play station aparece a primeira competición deportiva ?friki e postmoderna? galega. Dentro deste ambiente lúdico-festivo tamén terá lugar o 1º Campionato de Liado de Cigarros, -en categoría de velocidade e artística- alén doutros xogos populares, na mañá do sábado 3 de maio

A Escola de Soldón



Foto de Roberto Ribao

A Escola de Soldón foi construída no espazo comunal da aldea e con aportacións e man de obra dos veciños e veciñas en 1939. Un ano máis tarde a escola estaba rematada e os nenos e nenas comezaban a recebir clases.

No ano 1974 abren a "Escola Fogar" en Quiroga e pechan a unitaria de Soldón, e apartir daquela o edificio deriva nun estado de ruína.

O Frikiroga quere ser un instrumento para axudar a abrir ao mundo outra vez as portas da escola de Soldón da Seara.

....

Copiado e colado desde FRIKIROGA
Comentários (0) - Categoria: Nom serviam - Publicado o 24-04-2008 20:44
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Língua e responsabilidade cidadá



Fala o cheienne Richard E. Littlebear:


As nossas línguas nativas americanas forom orais desde tempos inmemoriais. Algumhas delas começaron a se escreber nos últimos tres séculos. Devemos recordar a nossa tradiçom oral á hora de aprender as nossas línguas.

Ás vezes negamos esta tradiçom oral e seguimos cegamente o único modelo de aprendizage de línguas que conhecemos: a forma em que nos aprenderom inglés, com a sua grande énfase na gramática. Aprender os nossos idiomas como se nom tivesem umha tradiçom oral é um factor que contribue ao fracaso dos programas de ensino dos idiomas nativos americanos, assi que agora temos o equivalente a umha tradiçom do fracaso.


Probavelmente a causa desta tradiçom do fracaso, entusiasmamo-nos com qualquer cousa que parece que preservará as nossas línguas. Como resultado, agora temos umha ladaínha sobre o que víramos como o único ítem que salvaria as nossas línguas. Único ítem que é rápidamente reemprazado por outro.

Por exemplo, alguém dixo: ?Ponhamos os nossos idiomas por escrito? e fixemo-lo e as nossas línguas nativas seguiam morrendo.

Logo dixemos: ?Fagamos dicionários para os nossos idiomas? e fixemo-lo e as nossas línguas seguiam morrendo.

Despois dixemos: ?Formemos lingüistas adestrad@s nas nossas línguas? e fixemo-lo e as nossas línguas seguiam morrendo.

Logo dixemos: ?Adestremos na lingüística a nossa própria gente, falante das nossas línguas?, e fixemo-lo e aínda assi as nossas línguas seguiam morrendo.

Logo dixemos: ?Solicitemos umha subvençom federal para a educaçom bilingüe? e fixemo-lo e as nossas línguas seguíam morrendo.

Despois dixemos: ?Deixemos as escolas aprender as nossas línguas? e fixemo-lo e as nossas línguas seguiam morrendo.

Despois dixemos: ?Desenvolvamos materiais culturalmente relevantes? e fixemo-lo e as nossas línguas seguiam morrendo.

Logo dixemos: ?Utilicemos os melhores falantes da nossas línguas para que lhas aprendam á gente? e fixemo-lo e as nossas línguas seguiam morrendo.

Logo dixemos: ?Gravemos a gente maior falando os nossos idiomas? e fixemo-lo e as nossas línguas seguiam morrendo.

Despois dixemos: ?Fagamos vídeos d@s noss@s maiores falando as nossas línguas realizando actividades das nossas culturas? e fixemo-lo e as nossas línguas seguiam morrendo.

Despois dixemos: ?Ponhamos os nossos falantes nativos em CD-ROM? e fixemo-lo e as nossas línguas seguiam morrendo.



Finalmente, alguém dirá: ?Fagamos congelar os poucos falantes que nos quedam, de maneira tal que quando a tecnologia avance, os falantes poidam ser revividos e assi teremos falantes das línguas nativas?, e faremo-lo e estas persoas resucitadas acordaram num mundo distante no futuro, onde serám os únicos falantes das suas línguas porque daquela todos os outros falantes das suas línguas terám desaparecido e ninguém os entenderá.

Nesta letania, vemos cada ítem como o único que salvaria as nossas línguas ? e elas nom se salvarom.

Claro está que o recurso da criogenia e o congelamento som medidas desesperadas. O ponto é que, apesar dos avances nos métodos de aprendizage e na tecnologia e a nossa crecente dependéncia disso, os nossos idiomas aínda estám a morrer.

Tamém parte desta morte é causada polo constante desgaste dos falantes nativos. As nossas línguas tenhem poucos recursos, como o nacemento, para reabastecerem-se de falantes nativos, e aínda o nacemento está falhando porque nom estamos aprendendo-lhes aos nossos recem nados a falar os seus idiomas nativos.

(...)

Para reverter a influéncia do inglés, as famílias devem rescatar a sua legítima posiçom de ser as primeiras mestras das nossas línguas. Elas devem falar os nossos idiomas cada dia, em todo lugar, com toda a gente.

Mas se vam relegar ás escolas a sua responsabilidade de ensinar, daquela devem apoia-las. Devem estar segur@s de que as escolas usam métodos de aprendizagem baseados no oral. Devemos usar todos os ítems (agás a congelaçom instantánea) da ladaínha por preservar as nossas línguas em ves de centrar todas as nossas esperanzas num só.

Isso quer dizer que devemos saber ónde cada ítem é importante. Saber qual é o lugar idóneo frecuentemente depende de saber quanta perda houvo no grupo que fala essa língua. Por exemplo, numha língua que só falam persoas maiores de 60 anos pode nom ser necessário um programa de imersom nessa língua. A raçom é que a resisténcia que se requer para ensinar a língua pode ser demasiada para um grupo com essa idade.

O exemplo anterior mostra-nos por qué devemos seguir discutindo sobre os temas relacionados e os esforzos para preservar as línguas nativas americanas e as nativas de Alaska. Estes temas estám sempre cambiando e devemos estar ao dia nisso para manter um alto nível de esforzo na preservaçom da língua.

Devemos abandonar a etapa de auto-vitimizaçom e deixar de sinalar a Oficina de Asuntos Indígenas, as escolas missioneiras, os médios de comunicaçom e as escolas públicas como a causa da perda das nossas línguas.

Aínda que nom nos equivocamos quando os culpamos da perda das nossas línguas, é um feito que eles nom nos vam ajudar a reviver ou preservar as nossas línguas. Eles nom tenhen ningum interés nos esforzos por preservar as nossas línguas. De feito, eles estám mui perto de conseguir cumprir o seu objectivo: matar as nossas línguas.

Daquela, a responsabilidade por salvar as nossas línguas é nossa e só nossa; somos a geraçom fundamental porque probavelmente somos a última geraçom de falantes que pode brincar, conversar sobre tópicos altamente técnicos, articular dor profunda psíquica e tamém discutir sobre estratégias curativas sem recorrer ao inglés.

Conclusom:

As nossas línguas nativas americanas estám no momento penúltimo da sua existéncia no mundo. É a única e última vez que teremos a oportunidade de salva-las. Devemos continuar promovendo os programas exitosos a través de Alaska e o País Indígena.

Devemos deixar de lamentar-nos eternamente e de catalogar continuamente as causas da morte das línguas, em lugar disso devemos ocupar-nos desses asuntos aprendendo dos éxitos que hai nos esforzos de preservaçom de línguas.

Se nosoutros nom facemos nada, daquela podemos esperar que as nossas línguas tenham morto ao fin do próximo século. E essa marge de tempo poderia ser optimista se é que nom facemos nada por preservar as nossas línguas.

Abrira-se um gran vacio no universo que nunca poderá encher-se quando todas as nossas línguas morram.


.....

Ezkarrik asko, Txerra!

E ao Instituto Lingüístico de Invierno, com muita informaçom sobre conflitos lingüísticos.

As fotos, de aqui.
Comentários (5) - Categoria: Nom serviam - Publicado o 23-04-2008 11:45
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Eu, galeg@!


Pois mirai que atopei no youtube!
Comentários (2) - Categoria: Nom serviam - Publicado o 21-04-2008 15:58
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Plan de Fuga, Estaleiro Editora!


Alegria!
Apressenta-se Estaleiro Editora!, umha editorial assembleária, que publica com licenças creative commons, sem ánimo de lucro, para lanzar-nos palavras livres.

E o primeiro livro é Plan de Fuga, de Alberto Lema.

Aqui vai um poema:

Os Pais

Todo o que fixemos por ti,
a túa educación na Escola
Superior de Autómatas,
os avós, tan caros, os veráns en Déjà-Vu,
a difícil reescritura das nefandas liñas
das túas mans, a casa no número catro
do sector corenta da rúa vinte e nove
o teu traballo no Departamento
de Administración de Danos.
Todo o que fixemos por ti,
deberías estarnos agradecido.



Podes desgarregar desde aqui Plan de fuga.

Corre a voz!

Comentários (0) - Categoria: Nom serviam - Publicado o 20-04-2008 17:17
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Pites Run


Podemos ser llibres como les pites de caleya!!


Un videu prestosu!

Saúdos, Noelia e Xavi, Teo, Andrés...!



Comentários (3) - Categoria: Nom serviam - Publicado o 17-04-2008 21:16
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FriKiroga. Objectivo: recuperar a escola!
Obrigado, Pablo:



Por que unha festa?

A ESCOLA DE SOLDÓN DA SEARA

1.Pasado.

Alá polo ano 1939 a unha aldea das montañas polas que sae o sol que ilumina o Val de Lemos chamada Soldón da Seara chegou o rumor de que, se os veciños proporcionaban un espazo, a administración pagaría o salario dun profesional que educase a aquelas xentes da montaña nos oficios de ler e escribir.

Os vecíns chamaron a concello, asembleas nas que participaban tods para tomar decisións que afectaban á aldea, (nada que ver cos actuais AyuntaMIENTOs) e daquelas decidiron construír un edificio que contara cunha aula na planta baixa,
e arriba unha sala con lareira e tres cuartos para hospedar @ mestre.

No ano 1940 a escola estaba rematada, as aportaciós ds vecíns foron económicas e como man de obra, din que "...alí víronse até mulleres dando masa"

Por alí pasaron moits docentes mais a historia da Señorita Teresita merece unha atención especial.

Ocurriu no ano 1954, esta moza andaluza era filla dun señorito de Huelva. Teresita andaba namorada pero o seu pai non aprobaba a relación sentimental desta cun plebeo, así que utilizou os seus contactos e conseguiu que destinasen a súa filla a dar clases a Lugo.

En Lugo decidiron que o destino idóneo para ela era o Soldón da Seara. O impacto tivo que ser moi duro no aspecto lingüístico, por outra banda analizando o clima naqueles anos non é raro que a señorita buscase a vida e subcontratase a Manolo "O Médico".

Así a Andaluza marchou para a capital, Lugo City, e Manolo quedou alí impartindolles clases a cativs e pola noite s adults(1954),.

(?)

No ano 1974 abren a "Escuela Hogar" en Quiroga e pechan a unitaria de Soldón, s nens baixaban o luns para a Vila de Quiroga e voltaban o venres, as semanas que non tiñan que quedar en Soldón a axudar para algún traballo.

A Escola de Soldón quedou abandonada.

2.Presente



Actualmente a escola esta en estado de abandono, con goteiras e co chan podre.
A foto, un agasallo de Roberto Ribao.


3.Futuro

O ayuntamiento (non concello) de Quiroga, ofrece a posibilidade de restaurala se @s vecins lle ceden a propiedade deste edificio de propiedade comunal, igual que os montes.

Gustaríanos que siga sendo así e por iso organizamos esta festa.

Para rehabilitala e poñela en valor e que @s vecíns que viven alí e @s que cheguen no futuro poidan seguir autoxestionándoa por medio dos verdadeiros CONCELLOS onde tod@s, maiores e menores, teñan direito a opinar e decidir.


.........


FRIKIROGA: 3 de maio, parroquia da Hermida, Quiroga.


Festa non-stop

Concertos:


Santa Compaña, Nunca Se Sabe & Kain233, Cañita Brava & Armadanzas, Ruxe-Ruxe & Ultraqäns


Zona de Acampada de valde

Animación
Banda de Gaitas O Recanto
Charanga Os Veraneantes

Actividades:

1º Campionato Mundial de Liado de Cigarros. Modalidades artística e de velocidade.
Trofeo de Chave-Evolution Soccer.
Xogos Tradicionais.
Comentários (3) - Categoria: Nom serviam - Publicado o 16-04-2008 20:03
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S.O.S. Massó


A situaçom em Cangas é crítica.

ACUDIDE Á ALAMEDA VELHA DE CANGAS O DOMINGO 20 ÁS 12.i>

Galiza nom se vende

Cangas nom se vende
Comentários (0) - Categoria: Nom serviam - Publicado o 16-04-2008 10:29
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Eles nom podem ver



Diga o que diga,
vaia onde vaia,
pense o que pense,
faga o que faga...,
ali estarám dicindo que
os da nossa geraçom
nunca sabem o que querem,
por agora
sempre os de fóra
e com demora,
som os que valoram
o que agora está de moda,
pero isso si rematará
quando a nossa geraçom
dictamine novas normas.




Interpretado polo CEIP Covaterreña, de Baiona, para o disco Meniños cantores
Comentários (0) - Categoria: Nom serviam - Publicado o 15-04-2008 12:39
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O pesimismo, contra a língua


1.

O pesimismo nom é um bom motor de trabalho: desmotiva, entristece, paraliza e destrue mais do que motiva, dinamiza e construe.

A gente mais ou menos informada conhece desde hai anos a situaçom da língua entre a gente nova: umha situaçom catastrófica nas cidades e vilas, caracterizada pola perda de usos na nossa língua, com índices proximos á extinçom como língua de uso habitual, informal, nas grandes cidades.

A realidade é mui chunga, dramática, e a lista de adjectivos é tan longa que hai gente especialista em caracteriza-la com mil calificativos terroríficos.

Além das frias cifras e dos estudos sociolingüísticos concienzudos sobre a situaçom da língua na gente nova, muitas das persoas que vivimos em contacto directo com rapaces e rapazas ?e suponho que case todos e todas as persoas temos algum tipo de contacto com nen@s e adolescentes- nom podemos deixar de emocionar-nos, preocupar-nos e ser sensíbeis a essa crescente desgaleguizaçom.


2.

A algumha gente o contacto com realidades problemáticas e nom desejadas produce-lhe depresom, episódios de tristeza ou estados de raiba, com umha crescente sensaçom de impoténcia persoal. E colectiva.

Muita gente, entre a que me incluo, sentimos esses baixóns quando a nossa filha volta do cole falando outra língua que nom é a nossa, ou quando aparecem uns senhores dicindo que o galego está a discriminar os falantes de lingua espanhola. Ou quando nos damos conta de que um dos motores importantes do trabalho, o governamental, se mostra como um agente irresponsável, insensível e ineficaz diante deste problema.


3.

A situaçom, si, chegou a ser mui dura.

Porque nom esquezamos que ao fim de contas, nós ?e aquí que se inclua quem quixer- nós, digo, somos @s filh@s e net@s da gente que perdeu umha guerra a maos do Fascismo.

Perdemos a guerra, recordades? Machacarom-nos.

E a nossa língua foi o símbolo d@s perdedores, @s assassinad@s, @s reprimid@s, @s clandestin@s, os exilad@s, etcétera, etcétera.

Mui triste foi isso de vir perdendo palavras desde que as Suas Altezas os Reis Católicos começarom a Doma e Castraçom do Reino de Galiza hai já puffff de anos.

Si. E levamos anos e anos chorando e temos direito a seguir chorando. Mas em quanto choramos nom podemos trabalhar. Penso que é algo bastante incompatível.

E aquí é quando devemos pór-nos séri@s e ter em conta de que sem trabalho a nossa sociedade nom pode cambiar.


4.

E esse trabalho nom pode ser só individual, persoal, senóm que debe ser um labor colectivo, comunicativo, no sentido etimológico do verbo comunicar, do latim COMMUNICARE: ser, ter em comum.

Quando a gente se junta a trabalhar procura um bom clima: cooperativo, creativo, alegre, assi esteja construíndo umha estrada ou reconstruíndo um país despois dum terremoto.

A ver se nos damos conta de que queixando-nos derrotistamente do mal que está a situaçom nom vamos amanhar nada.

Si, os índices de uso da língua entre a gente nova som os que som. Nós sabemo-lo e, o que é mais importante, a gente nova sabe-o. Porque ás vezes falamos da gente nova como se fossem agentes pasivos do que está a suceder, quando realmente tenhem umha capacidade que a gente maior já temos oxidada: podem cambiar as cousas desde o seu tempo novo, criam continuamente um novo tempo, umha nova história, abrem novos caminhos.

Por isso cumpre dar-se conta de que durante muitos anos aquí se trabalhou socialmente a língua ?especialmente no ensino- desde a perspectiva do uso da língua.

No ensino da língua seguimos a trabalhar milheiros de actividades sobre morfologia, léxico, hortografia... E seguimos a trabalhar pouco com a língua desde um ponto de vista social: as actitudes ou os prejuízos, por exemplo.

Lemos páginas e páginas de livros de texto, fazemos centos de actividades sobre a colocaçom do pronome, mas profes e alunado nom sacamos a língua da aula ás ruas nem traemos a língua das ruas ás aulas.

Como dixo o sábio Txepetx no seu Un futuro para nuestro pasado, claves de la recuperación del euskera y teoria social de las lenguas, e adaptou Manuel Portas no Língua e sociedade na Galiza, o processo de achegamento a umha língua tem outros elementos tam importantes como o próprio uso e entre eles está a motivaçom.

Para mim a gente que se queixa do pouco uso da língua e transmite esse derrotismo alá onde vai pode chegar a ser mais destrutiva que a gente contrária ao desenvolvemento social da nossa língua que combate contra ela. Porque o derrotismo desmobiliza, desmotiva e destrue.


5.

Quem dixo isso de que Devemos ser realistas na análise da realidade e optimistas na vontade para cambiala tinha toda a razom do mundo.

Eu, desde logo, sei que para que o meu país cámbie necessitamos muito trabalho e muita moral e bem repartida. Porque para que este país e a nossa língua mudem temos que compartir entre milheiros e milheiros de persoas umha responsabilidade: o caminho da língua.

Que, por certo, deve ser um caminho público, ou, melhor visto: umha rede de caminhos.

E nos caminhos da língua nom só estamos quem falamos galego sempre, tamém quem falam galego ás vezes, e quem falam castelam.


6.

Quando escrebim Made in Galiza nom tinha na cabeça os meus colegas sociolingüistas ou profes. Em absoluto. Tinha a minha afilhada de 7 anos que case nom fala galego, a gente de 17 de Vigo ou Ferrol, as avoas galego-falantes que lhes falam espanhol aos netos, ou o rapaz ou rapaza a quem se lhe passa pola cabeça que porque nom, claro que si, vou falar galego.

E muita outra gente a quem todos conhecemos, desde os ladróns de línguas até as bonecas que falam a nossa língua.

E claro que é triste chegar a dar-se conta de que alguem escrebe um livro para, entre outras muitas cousas, comunicar-lhes aos seus vezinhos e vezinhas que o que nos fai valiosos como sociedade é a nossa língua.

Porque suponho que quando o poeta Darwish escrebe sobre a liberdade do seu povo nom escrebe só para Palestina. Escrebe para qualquer persoa do mundo.

E a nossa língua é Made in Galiza, mas tamém´pode ser Made in Asturies, Made in Euskalherria, Made in Breizh... Pois o conflito lingüistico, como o de género, o racista o ecológico ou qualquer outro tipo de violéncia é umha expresom mais entre os processos de destruçom nos que o ser humano está implicado.

7.

Mas a energia que em muitos lugares da Galiza está a desenvolver muita gente em favor dum processo de comunicaçom em galego é muito mais intensa do que ás vezes podemos pensar. Penso.

Somos crític@s, rebeldes, exigentes, e, sobre todo, trabalhador@s.

Nestes momentos críticos para a nossa própría existéncia como povo... é umha prioridade cargar-nos de energia, falarmos da língua com humor, com seguridade e com vontade de cambiar o nosso presente, agora, e deixar de falar do futuro como se fossemos videntes ou, pior aínda, visionári@s.

E si, tenho a completa seguridade de que as cousas cámbiam. E de que depende de nós e da nossa força de trabalho persoal e social a intensidade da transformaçom.

A cuestiom nom é deter o processo de desgaleguizaçom. A clave é começar o processo social de galeguizaçom.

Alertemos, si, sobre o perigo. Mas construamos as soluçons.

Um processo que só se pode activar desde a cultura da participaçom.

Entre moit@s!

..........




Aí vai. Isto escrebi-no ás presas ao ler este exemplo de literatura depresiva, alarmante e, por suposto, complementária, aínda que contraditória com o discurso que botei arriba: O galego, como a sida
Comentários (124) - Categoria: Nom serviam - Publicado o 10-04-2008 23:08
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Touriño abucheado


RECEBEMENTO ``CALOROSO´´ A TOURIÑO, NA ENTREGA DOS PREMIOS DA CULTURA.


Sábado 12 de avril: Gaseiro nº 18, REGANOSA, fora da ria!

Rede Galiza non se vende
Comentários (2) - Categoria: Nom serviam - Publicado o 10-04-2008 18:37
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Um escarabelho verde no Courel


Via SOS Courel chega-nos este vídeo, excelente para conhecer o que se está cocendo no Courel, umha boa reportagem que explica umha das muitas frontes da Rede GALIZA NOM SE VENDE.

Realizado polo programa da tv espanhola El Escarabajo Verde, podedes ve-lo aqui: O Courel.

Para ve-lo premede abaixo da pantalha onde pom 1ª parte ou 2ª parte.

Desde SOS Courel, em relaçom com as super-ideias de Pachi Vázquez, aclaram-lhe ao conselheiro de Médio Ambiente que:

- No Courel hai varias canteiras activas na Rede Natura.

- No Courel hai varias canteiras abandonadas, sen restaurar na Rede Natura.

- Non sabemos de ningunha concesión anulada pola Xunta, dígannos cales.

- Non teñen vostedes ningunha intención de parar a desfeita nin en dez anos, acaban de "regalarlle" unha superestrada ás canteiras de 15 millóns de euros e de 22 quilómetros, coa que están desfacendo metade da Serra.

- Mentres, a estrada dos veciños cara a Autovía, leva 5 anos en obras e só hai un quilómetro asfaltado, de un total de 14, e case sempre está cortada.

- Están vostedes cometendo un erro histórico gravísimo, fíxense que falamos só de salvar un tercio do Courel.
Comentários (0) - Categoria: Nom serviam - Publicado o 10-04-2008 17:49
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Hino Gitano


Gelem, gelem lungone dromensar
maladilem baxtale Rromençar
A Rromalen kotar tumen aven
E chaxrençar bokhale chavençar

A Rromalen, A chavalen

Sàsa vi man bari familja
Mudardás la i Kali Lègia
Saren chindás vi Rromen vi Rromen
Maskar lenoe vi tikne chavorren

A Rromalen, A chavalen

Putar Dvla te kale udara
Te saj dikhav kaj si me manusa
Palem ka gav lungone dromençar
Ta ka phirav baxtale Rromençar

A Rromalen, A chavalen

Opre Rroma isi vaxt akana
Ajde mançar sa lumáqe Rroma
O kalo muj ta e kale jakha
Kamàva len sar e kale drakha

A Rromalen, A chavalen





Andei, andei por caminhos longos
Dei com afortunad@s romà
Ai, romà, de onde vindes
com as tendas e @s nen@s fament@s?

¡Ai, romà, ai, rapaces!

Tamém eu tinha umha grande família
foi assassinada pola Legióm Negra (SS)
homes e mulheres forom esnaquizad@s
entre eles tamém nen@s pequen@s

¡Ai, romà, ai, rapaces!

Abre, Deus, as negras portas
que poda ver ónde está a minha gente.
Voltarei a percorrer os caminhos
e caminharei com afortunad@s ciganos

¡Ai, romà, ai, rapaces!

¡Arriba, Ciganos! Agora é o momento
Vinde comigo @s romà do mundo
Da cara morena e os olhos escuros
gosto tanto como das uvas negras

¡Ai, romà, ai, rapaces!



Pois já sabedes de onde vem a palavra Chaval!

O Hino Internacional Gitano, compuxo-o o romà Jarko Jovanovic a partir duma peça popular cigana dos países da Europa do Leste.

Os seus versos estám inspirados n@s gitan@s que forom recluíd@s nos campos de extermínio nazis. Foi adoptado oficialmente como hino no Primeiro Congresso Gitano, celebrado em Londres em 1971.

O 9 de avril é o Dia Internacinal d@s Cigan@s

Gitanos na Galiza

História do povo cigano
Comentários (0) - Categoria: Nom serviam - Publicado o 09-04-2008 19:26
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