Made in Galiza


Eu nunca serei yo
Um caderno de trabalho de Séchu Sende

A minha obra neste caderno está licenciada baixo creative commons, copiceibe.

O autor solicita comunicar-lhe qualquer uso ou modificaçom da sua obra no email de contacto aqui sinalado.

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Boicote a Aguas de Mondariz


Mais, aqui!

Quem despreça a nossa língua nom merece os nossos cartos. Nem muito menos.

Suma-te ao boicote e visibiliza a tua queixa.

....


Eu enviei este breve correio:

Senhores e senhoras de Aguas de Mondariz:

Escrebo estas palavras para lhes comunicar que, debido ao seu compromiso político contra a língua galega, a partir de hoje eu comprometo-me a ejercer todo o meu poder como cidadám -consumidor, comunicador, etc- para fazer-lhe ver á gente com a que convivo a todos os niveis -familiar, local, profesional, virtual...- que NOM consumir Águas de Mondariz supom a melhor forma de evitar que empresas que menospreçam a língua galega se enriquezam a costa dos galegos e galegas.

Sem mais, um saúdo.

Séchu Sende, escritor e domador de pulgas.

Comentários (28) - Categoria: Nom serviam - Publicado o 07-09-2008 23:18
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Festival de Poesia do Condado


Especial Governe quem governe, Galiza nom se Vende

Um Festival da Poesia que na vigéssimo-segundo ediçom quer "servir como ponto de encontro das entidades que confluem na plataforma, como altofalante do sentir popular e como homenagem a todas aquelas luitas que continuam a livrar-se ao longo do território nacional."

Comentários (1) - Categoria: Nom serviam - Publicado o 01-09-2008 18:00
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Eu nunca serei yo


O verso, que apareceu num poema e despois numha camisola para Rozio antes de saír no Made in Galiza, popularizado pola Gentalha do Pichel, da-lhe título a esta foto de arriba de Roberto Roget.



A camisola mola!


Comentários (1) - Categoria: Nom serviam - Publicado o 01-09-2008 15:15
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Com a Naçom dos Latin Kings e Queens e a Asociaçom Ñeta em Barcelona




Unid@s por el Flow é um projecto que, impulsado polo Kasal de Joves de Roquetes e o Casal de Prosperitat, bárrios de grande presenza de inmigraçom latina, leva mais de dous anos construíndo um proceso de criaçom social asombroso.





Unid@s por el Flow vén sendo a mao que se choca e o ombro a trabalhar de muitos rapaces e rapazas latinos que, hai tempo enfrontados pola guerra, procuram agora cooperaçom para procurar junt@s a melhor forma de se enfrontarem aos problemas no caminho da vida.

A energia do Flow esta-se convertendo num CD, um DVD e um livro.



Alá fomos trabalhar buscando palavras como exploradores de histórias para o livro de Unidos por el Flow e a gente foi generosa: a história do ladrom que fugia diante dos olhos da polícia convertendo-se em cousa; o avó que tinha umha horta que alimentava toda a familia e que pouco a pouco se foi disolvendo; o cepilho de dentes no terremoto de Colómbia; o televisor inclinado; as escaleiras que maltratam mulheres; o teatro do oprimido, as 12 horas de trabalho, as pipas que matavam a fame, e tantos e tantos outros episódios da aventura de vida.



Histórias que nunca poderiamos ter imaginado e que escoitamos como descubrindo o amor.



No caminho de enfrontamento á opresom, o racismo e a injustiça que estam a viver, a loita d@s inmigrantes latin@s que em Unid@s polo Flow repressentam a Nación Latim e a Asociaçom Ñeta ?junto outr@ gente nova- é umha loita em processo e em positivo, criativa, generosa, na que o primeiro passo já foi dado: pacificar umhas relaçons entre Latins e Ñetas que os Medios de Comunicaçom mais fieis ao Capital repressentam ?interesadamente- como um filme de violéncia de rua, criminal e deshumanizada, na que o responsábel ultimo nunca foi apressentado: o capitalismo.

E nom. Isto nom é um filme. É a dura vida real.




Porque detrás dos titulares dos jornais e as images mediatizadas da tele hai muito mais que saber sobre a gente latina que chega á Europa das cidades grandes e pequenas. Está toda a história de América, por um lado, e polo outro, a nossa própria história, e a ponte que compartimos.





Em Unid@s por el Flow, como já se verá no seu momento, descubrimos que podemos, -si, umha vez mais hai que berrar bem alto que é posibel, que hai espaços nos que se está a conseguir-, cambiar a realidade desde o trabalho colectivo, a energia das relaçons humanas, a participaçom, e a loita pola justiça social.




Nestes dias de trabalho com @s amig@s do Kasal de Joves de Roquetes descubrimos que no caminho do Cámbio Social, e na vivéncia das múltiples precariedades que cria o sistema, os trabalhador@s inmigrantes do mundo som irmaos e irmás com quem chocar as maos e arrimar o ombro.





Mil abraços desde Galiza para Llanero, Julio, Crazy Men, Manaba, Maria José, Mani, Wilston, Almendra, Julia, Patú, Luz Marina, Escopeta, Bullterrier, Sofía, e @s outros rapaces e rapazas que vinherom de longe. E para Chispón, que trabalha a cooperaçom entre as persoas construíndo liberdade desde a conciéncia política e a humanidade das persoas que procuram a justiça social. Bks, Naroa. E sorte grande aos tres em Pernambuco!



E um beijo a
Selso, com quem conseguimos guardar milheiros de palavras como parábolas numha caixinha. E que em pouco tempo saíram livres a contagiar liberdade.
Comentários (2) - Categoria: Nom serviam - Publicado o 24-07-2008 19:01
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Galiza nom se vende...



...tampouco no verao
Comentários (1) - Categoria: Nom serviam - Publicado o 15-07-2008 12:29
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Meee!


Um dia
despois de 6 horas seguidas diante da TV
dixem Meeee!
E dixem Meeee! ao seguinte
quando acabei de ler um artigo de opiniom
de La Voz de Galicia.
Quando dixerom na rádio
que o cemento era progreso
dixem Meee!
E o dia das eleiçons votei Meee!
O dia que me dei conta
de que havia umha ovelha branca
no espelho
fixem um esforzo,
puxem-me a duas patas
e dixem Nom!
e voltei ser umha persoa.
E assi foi como nunca mais voltei
dizer Beee!
quando leo o jornal
ou olho a TV
ou alguem me pergunta
Tu cres que de verdade hai gente
que se converte em ovelha sem dar-se conta?
Comentários (3) - Categoria: Nom serviam - Publicado o 08-07-2008 13:11
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ParaÑoia


De Igor Lugris
Comentários (3) - Categoria: Nom serviam - Publicado o 04-07-2008 20:33
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Ecolíngua


Defender a natureza é defender a língua. E viceversa.

Somos milheiros hoje na Galiza a defender e construír, reconstruír, criar e desenvolver o nosso habitat socio-cultural. E somos milheiros a defender o nosso contorno biológico.

Estamos a defender a terra e estamos a defender umha forma de sermos, ser comunidade e comunicar: em galego.

Anos e anos de evoluçom trouxerom-nos umha cultura e umha natura que hoje muita gente vivimos com a conciéncia de que queremos compartir um bem comum.

Gailza é um bem comum.

O inimigo som as persoas ou colectivos que agridem esse bem comum e, em nome do seu próprio benestar persoal, individual, actuam contra a própria sociedade e a natureza.

O colonialismo é umha dessas expresons de violéncia. Galiza sofre dese hai bem anos um processo colonizador que vem agredindo a nossa cultura e a nossa natura com o simple objectivo do benefício alheo: a explotaçom económica nom sustentável pola metrópole dos nossos recursos naturais; e a substituçom da nossa língua pola do Estado.

O Capitalismo é outra forma de violaçom incesante.

Nem Espanha nem o Capitalismo -seja de onde for, mesmo o galego- nom vam defender os nossos montes da super-explotaçom eólica nem as nossas montanhas das letais canteiras. Temos que faze-lo nós, berrando, saíndo á rua, defendendo o nosso território com as nossas palavras e os nossos próprios corpos como obstáculos no caminho.

E ao mesmo tempo, como nom, Espanha mantem na sua própria Constituçom um dos principais instrumentos da substituçom lingüística: nem juridicamente a nossa língua está em pé de igualdade com o espanhol.

Mas o processo de resisténcia, criatividade e enfrontamento á destruçom é permanente nas nossas vidas. Pais e nais que transmitem a língua como garante de riqueza cultural e ao tempo transmitem a conciéncia da defensa dos recursos da terra como garantia de riqueza natural.

Ambos os dous som compromisos com a vida e tenhem muito de luita pola supervivéncia numha época histórica na que a civilizaçom humana conduce cara á 5º extinçom e nós, nesta parte do planeta que chamamos Galiza, temos o dever de combater.

A língua é a construçom social que nos mantem unidos no mais importante projecto colectivo da nossa historia, porque é agora e aqui: sermos umha sociedade sustentavelmente relacionada com o seu contorno, tanto biológica como culturalmente.

A nossa língua é umha ferramenta que nos mantem apegados á nossa terra e ao mundo numha actitude activa, participativa, insubmisa, rebelde, criativa.

E assi como o nosso contorno natural é como qualquer outro do planeta, nem mais nem menos, -único, valioso, aberto- a enriquecer o puzle mundial com outros milheiros de peças, assi a nossa língua ?com a que construímos o nosso pensamento- é a nossa aportaçom mais valiosa á cultura universal.

Se nos roubam a terra roubam-nos a língua. E viceversa. Se destruem a terra, destruem a nossa cultura.

Porque a perda da língua afasta-nos do nosso contorno natural.

A língua defende a nossa sociedade das agresons. A língua construe sustentavelmente o país.

A língua, como principal construçom socio-cultural, fai-nos mais sensíveis socialmente.

A língua, como a natureza, fai-nos avanzar socialmente.

A língua e a natureza som as chaves do desenvolvemento da Galiza.

Só temos que utiliza-las.



.........

Ecolíngua



Aínda hai gente que quando ve umha píntega
amarela e negra
esmaga-a com o pé.
Gente que pesca troitas com lixívia
e de noite mata os jabarins no laço
com o machado.
E o governo permite canteiras no Courel
e umha planta de gas ao pé do mar
e das nossas casas.

Devemos proteger os rios de palavras
e as montanhas de significados.
O infinitivo conjugado é um porco teixo
que se agocha no bosque.
Colocar alumínio nas janelas de madeira
e deixar de falar-lhe a língua própria aos filhos.

Se a lei nom protege a nossa terra nem a nossa língua
devemos faze-lo nós.
Conhece a fauna do nosso idioma:
a culher garça, o verme parafuso,
os lobos montarom um grupo punk
manifestaçom de ouriços cacho este domingo:
Galiza nom se vende.

El País despreça o galego e da-lhe voz
ao Clúster da Madeira.
La Voz defende a Reganosa
e discrimina o nosso idioma.
Na TVG nom hai programas de hip hop,
rock, tecno para gente nova
nem, que coincidéncia, nemgum programa ecologista.
O presidente e o vicepresidente do governo
falam mal a nossa língua
porque tenhem piscifactorias e parques eólicos na boca.

A gente pom-se diante das máquinas excavadoras
que ameaçam o nosso idioma.
Nom damos nem um passo atrás.
Um poema pode ser como um esquio
esmagado na estrada
ou como o ouveo dum lobo.
Juntemos as nossas palavras para ser mais fortes.
Nom lhe botes sulfato ás tuas cordas vogais.
Nom lhe vendas os teus traços dialectais
aos especuladores.
Nom tires cigarros entre os libros.
Transmite-lhes aos teus o amor pola vida.
A nossa língua é o nosso médio ambiente.


....


Galiza non se vende
Comentários (15) - Categoria: Nom serviam - Publicado o 01-07-2008 12:03
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Ojopinta


Aqui, entrevista.
Comentários (12) - Categoria: Nom serviam - Publicado o 28-06-2008 12:33
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Falsificadores de palavras




Se hai falsificadores
de pintura impressionista,
de moedas,
de roupa ou passaportes
e dum milhom de cousas mais
nom é tam difícil pensar
que hai falsificadores
de palavras.
Pois.

Pois
os falsificadores de palavras,
homes ou mulheres, indistintamente,
vendem palavras falsas
que a primeira vista semelham verdadeiras.

Hai grandes e pequenos falsificadores
de palavras.
Uns levam bigotes,
outros nom.
Muitos falsificadores de palavras professionais
trabalham para os grandes médios de comunicaçom.
Conseguem umha precisom tam impressionante
que apenas a gente mais precavida consegue,
-com métodos semelhantes
aos raios X ou
á luz ultravioleta-,
identificar entre as falsas
as palavras verdadeiras.

As palavras falsificadas nom tenhem nengum valor,
aínda que a gente crea,
muitas vezes sem lugar a dúbidas,
que som auténticas.

Todo o contrário.
Os falsificadores estam orgulhosos do seu trabalho:
enganar a gente que nunca sospeitou
que as palavras se podem falsificar.

Pois si!

E nom podemos esquecer
que, -salvo raríssimas excepçons
de virtuosos da arte falsificatória
que se dedicarom á poesia-,
os falsificadores de palavras só buscam
umha cousa:
Dinheiro.

Os falsificadores de palavras
som uns dos criminais mais perigosos
da nossa sociedade.
Fam que cheguemos a pensar
que realmente as suas palavras falsificadas
som verdadeiras.

E assi é como algumha das nossas ideas,
elaborada com palavras falsas,
tristemente, pode chegar a ser
como um Picasso de mentira.

Umha perfecta mentira.
Em fim.
Cuidado!



Comentários (10) - Categoria: Nom serviam - Publicado o 26-06-2008 21:06
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Quercus Eolicus



"Espécie autóctona galega, de caracter robusto, porte maxestuoso, que pode superar unha altura de 15 metros. Presenta un tronco recto e oco de cor braca, unha dura cortiza, e unha única folla verticilada composta normalmente por tres foliolos, tamen de cor branca. Presenta longas raices subterráneas que buscan subestacións ou liñas de alta tensión. Nunca florece, sendo un auténtico mistério a forma de reproducción desta curiosa árbore xigante."

Mais em Triacastela Viva

...

Esta é a nova política de reforestaçom dos de Indústria e os de Médio Ambiente..

Me cago en diola!

Brrrr....

Vendidos!


Comentários (9) - Categoria: Nom serviam - Publicado o 21-06-2008 10:08
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Os Eólicos: Poema


Atlántico,
seguimos cos eucaliptos e cos incendios
e a enerxía ó pais veciño.

ladrillo, tella e bloque,
neste país ninguén perde, agás a clase traballadora.

Alguém leu o que diz o Fernando Blanco?
Nas aspas dum aerogenerador!
expoliaron e expolian,

poñer muiños nos tellados das casas
mentres eles pintan estreliñas de azul...

Algús esquecen o pobo

Galiza non se vende?
Unha troita de pé.


.....

Poema redigido a partir dos textos de vári@s comentaristas numha notícia de vieiros.com
Comentários (9) - Categoria: Nom serviam - Publicado o 18-06-2008 10:58
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Preso galego agredido


Denúncia

Comentários (8) - Categoria: Nom serviam - Publicado o 18-06-2008 07:38
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Especial Reganosa...


...em Rádio Filispim

Em vivo e em diferido!

Aquí tedes o programa especial de Rádio FilispiM cubrindo a manifestaçom do 8 de Junho em Ferrol.

En defesa da Ria
Contra as novas ameazas de REGANOSA!



Comentários (7) - Categoria: Nom serviam - Publicado o 10-06-2008 10:19
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Galiza nom se Vende






1. Reganosa
Comentários (9) - Categoria: Nom serviam - Publicado o 29-05-2008 21:00
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Ecologismo orgánico


Que curiosidade, convoca-se umha MANIFESTAÇOM CONTRA REGANOSA, e Adega colhe e convoca para o mesminho dia outra MANIFESTACION CONTRA AS PISCIFACTORIAS.

ADEGA, por se nom o dixem, é umha asociaçom ecologista galega.

E Reganosa, umha Planta de Gas que se instalou na ria de Ferrol graças ao PP, o PSdG e o BNG.

Em fim, força e Galiza nom se Vende

Por certo, Galiza nom se Vende é umha Rede Social Cidadá que se define como independente de qualquer partido político e que, polo tanto, se enfronta, como cidadania crítica e activa, a qualquer poder, económico ou partidista.

O poder está na rua.

Avanti tutti, a tutti ghorobi!

Comentários (14) - Categoria: Nom serviam - Publicado o 28-05-2008 21:02
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Guerrilha art: Banksy
Comentários (3) - Categoria: Nom serviam - Publicado o 26-05-2008 22:26
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Lamela 2010: Fotos


POLIGONO ECO-TECNOLÓGICO LAMELA 2010

Achego esta informaçom que fixo chegar gente afectada:

1. Pretendem-se legalizar estas duas naves com orde de derrubamento:






2. As naves estám a menos de 5 metros da primeira vivenda dum lugar com várias casas máis.

3. Os límites do polígono estám a menos de 100 metros de várias vivendas.



Na foto, com círculos, pegadas á zona gris do suposto polígono, diversas vivendas e, no extremo da lingua gris, os dous polígonos ilegais.

4. Todas as parcelas que incluiria o polígono estám concentradas.



5. Toda a extensom do polígono é um humidal com regatos. Hai umha zona sem cultivar porque nom entra um tractor em nemgunha época do ano -por razom de humidade- e várias branhas nas que só entra nas épocas secas.




6. Quedam dentro da extensom do polígono bastantes traídas de água privadas (legais) para o consumo doméstico de bastantes vizinhos e vizinhas.




7. Quedam dentro do perímetro dous anacos de monte e justo no borde o único monte que queda no médio da aldea.

.....

Mais informaçom:

LAMELA 2010

E aqui: Lamela
Comentários (7) - Categoria: Nom serviam - Publicado o 26-05-2008 20:26
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A Ria nom se Vende
Galiza nom se Vende, adiante!


Comentários (9) - Categoria: Nom serviam - Publicado o 26-05-2008 08:50
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Literatura e conflito lingüístico (5)


Laberintos de tinta y papel

Conmuéveme, por razones que rápido ha entender el llector, un poema d´Eslam Drudak:

Dime, ferreru, ¿ú tán les nueses tierres, los nuesos montes, los nuesos ríos, los nuesos campos y eríes? La nuesa patria, ¿úla? Dime, caminante, ¿ú tán les nueses sepultures?

Y el ferreru caminante respuende:

Tán nes nueses palabres, nes palabres de la nuesa llingua.

Drudak ye un escritor romaní, un xitanu húngaru o serbio del que namás conozo esti poema. Les palabres como nación: Fernando Pessoa proclamaba que "A minha patria é a língua portuguesa" tal vez pensando en Heine, aquel xudú al que-y pesaba l´esiliu cuando nun sentia l´alemán peles cais.

...

Hestoria universal de Paniceiros, Xuan Bello.

Comentários (8) - Categoria: Nom serviam - Publicado o 21-05-2008 10:33
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