Joao da Nova


Todo o referente o Navegante João da Nova
O navegante João da Nova (orixinalmente Joan de Nóvoa) nacido en Maceda-Ourense mostrase como un galego universal, o máis relevante do seculo XVI.

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A NAU
Pintura a óleo de Alberto CutileiroUm notável exemplo de longevidade de uma nau do primeiro quartel do Século XVI foi dado pelos nove anos de aventuras e trabalhos da célebre “Flor de La Mar”, afundada nas costas de Sumatra com os tesouros de Malaca trazidos por Afonso de Albuquerque.

Segundo o “Livro de Toda a Fazenda”, a contabilidade pública de então, em 1505, D. Manuel I encarregou o provedor João Serrão de armar oito grandes naus, seis navetas e oito caravelas, além de outros navios, para formarem a armada do Vice-Rei D. Francisco de Almeida. A “Flor de La Mar”, capitaneada pelo alcaide menor de Lisboa João da Nova, fazia parte com a “Bom Jesus”, a “S. Gabriel”, a “S. João”, a “Espírito Santo”, a “S. Tiago”, a “Bota Fogo” e a “S. Catarina” do lote de 8 naus de 400 toneladas, cuja principal missão era estabelecer o domínio naval português no Índico. Provavelmente tratava-se da segunda viagem à Índia da nau “Flor de La Mar” com João da Nova como capitão. Efectivamente, este galego de nação e fidalgo de Portugal fora o capitão-mor da terceira armada enviada por D. Manuel I à Índia. Com três naus, uma delas talvez a “Flor de La Mar”, apesar da crónica de Goês não citá-la ainda de nome, e uma caravela, João da Nova partiu a 5 de Março de 1501 para chegar a Cananor em Agosto e receber um primeiro carregamento completado depois em Cochim, onde as naus foram calafetadas, reparadas e breadas. Depois de umas escaramuças que levaram ao afundamento de três paraos de uma grande frota enviada pelo Samorim, João da Nova regressa a Lisboa, tendo entrado no Tejo a 11 de Setembro de 1502.

Na segunda viagem do notável navegador que parece não ter o seu nome merecidamente glorificado numa rua de Lisboa, este recebeu ordens para cruzar entre o Cabo Camorim e as Ilhas Maldivas, levando também um alvará real de nomeação para capitão-mor da armada da costa da Índia. A armada de D. Francisco de Almeida com a “Flor de La Mar” largou pois a 5 de Março de 1505, dobrou o Cabo da Boa Esperança em fins de Junho sem grandes percalços.

Nos primeiros dias de Agosto, as principais naus da armada com a “capitania” lançaram ferros frente a Mombaça. O Vice-Rei mandou o intrépido João da Nova a terra para comunicar com os habitantes. “Estes receberam-no à pedrada” – escreveu Gaspar Pereira, escrivão da armada. João da Nova dispara dois berços de metal que levava no batel, “com que logo na praia pagou o jogo das pedras”. “Olá dos navios! Ide dizer ao Vice-Rei que venha em terra, que em Mombaça não há de achar as galinhas de Quiloa, mas vinte mil homens que lhe hão de torcer o focinho …… – diziam os naturais na praia da Ilha - continuou Gaspar Correia na sua crónica da viagem.

Na manhã seguinte, 1300 soldados da armada desembarcaram em Mombaça, distribuídos em duas colunas. Depois de uma peleja encarniçada, o xeque de Mombaça pede a paz e a armada zarpou com os presentes do potentado, agradecido por lhe pouparem a vida e não terem destruído a cidade.

A Cochim, a armada chega a 1 de Novembro, tomando de imediato conhecimento da existência de uma esquadra de 400 navios e 10 mil homens organizada pelo Samorim para enfrentar as forças do Vice-Rei.

Muito chegado a terra, os navios do Samorim tiveram de se haver com as caravelas e galés de Portugal porque as naus não podiam chegar-se tanto. Numa naveta artilhada, João da Nova comete proezas sem par juntamente com os navios mais pequenos da armada. “Tudo era fogo, fumo e gritos” – escreve Gaspar Correia. As três bombardas e os seis falcões de cada uma das caravelas fizeram uma razia, opondo-se com a sua superioridade aos pelouros e flechas dos mouros.

Em Fevereiro de 1506, a “Flor de La Mar” com a “S. Gabriel”, capitaneada por Vasco Gomes de Abreu, recebe ordens para largar de Cochim rumo a Portugal. Além do valioso carregamento de especiarias levavam um pequeno elefante.

Gaspar Correia cita a “Flor de La Mar” ainda sob o comando de João da Nova nas duas armadas de Tristão da Cunha e Afonso de Albuquerque saídas de Lisboa para a Índia a 5 e 7 de Abril de 1506. Na verdade, deveria estar equivocado. A “Flor de La Mar” não poderia chegar a Lisboa nessa data e outros arquivos históricos dizem-nos que nunca chegou a sulcar novamente as águas do Tejo, pois na viagem de regresso a Portugal arribou à Ilha de Moçambique com água aberta e grande dificuldade para consertar a avaria. Ficou no canal entre a Ilha e a Cabaceira, a zona de abastecimento das naus com água potável. Aí é que a armada de Tristão da Cunha encontrou João da Nova com a sua “Flor de La Mar”. Sendo amigo e compadre de João da Nova, Tristão da Cunha fez tudo para salvar a”Flor de La Mar”. Comprou uma nau comercial de Lagos que vinha na sua armada para transbordar toda a mercadoria que vinha na “Flor de La Mar”, a fim de a “pôr a monte” para os consertos necessários. Assim feito, João da Nova e a sua nau foram mandados de novo para a Índia integrados na armada de Afonso de Albuquerque, mas João da Nova foi desgostoso por o Vice-Rei não ter aceite o seu alvará de capitão-mor e, agora, em vez do regresso à Pátria ia acompanhar Albuquerque em trabalhos e aventuras ainda inimagináveis. Tal como a sua nau, também João da Nova nunca mais veria as águas do Tejo.

Apesar de insatisfeito, o alcaide menor de Lisboa mostrou-se tremendamente eficaz em todas as tarefas em que se meteu. Logo em Abril de 1507, João da Nova acompanha Afonso de Albuquerque com 300 homens no ataque à fortaleza de Socotorá, defendida por centena e meia de “fartaquins”, pondo-os todos em fuga. Reconstruiu-se a fortaleza; Portugal controlava agora a estratégica entrada para o Mar Vermelho.

Em carta não datada, mas provavelmente de 1506, dirigida a D. Francisco de Almeida, D. Manuel I ordena o envio de navios a Malaca e nomeia João da Nova capitão-mor de uma armada de uma nau, um navio e uma caravela que ficará aí. Ao mesmo tempo, El-Rei ordenou que a “Flor de La Mar regresse a Portugal sob o comando de Francisco de Távora, enquanto João da Nova deveria ser o capitão da nau “Rei Grande”, anteriormente do Távora. Não foram cumpridas estas ordens de D. Manuel I; era demasiado cedo para ir a Malaca sem ter previamente estabelecido o domínio do Índico.

Texto de Dieter Dellinger publicado na REVISTA DE MARINHA em Abril de 1989



Artigo orixinal
Categoría: 04- Nao Frol de la Mar - Publicado o 10-01-2008 12:25
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A Flor da Mar
Disposición na batalla
Para Diu navegou a poderosa armada de D. Francisco de Almeida. Vendo que o inimigo estava muito perto do porto; as naus não lhe chegariam à distância de tiro. João da Nova manda arriar o batel e equipá-lo com uma peça grossa, colocando-o no través das galés do Mirocem para batê-las com o seu fogo e cortar-lhes as amarras.

Logo que anoiteceu, o mestre da “Flor de La Mar” foi deitar uma “toa” na boca do rio, e quando veio a maré alou-se a ela, amarrando-a com as âncoras pela popa e pela proa de forma que a nau com a maré não virasse; as fustas, as caravelas e o batel de João da Nova foram ocupar as suas posições e tudo se fez sem serem sentidos porque os mouros passaram a noite com tangeres e gritos. No dia seguinte, 3 de Fevereiro de 1509, a batalha começou com uma primeira salva de 18 tiros da “Flor de La Mar”, cujos pelouros acertaram na nau de Malik Ayaz, a capitania dos mouros.

Entretanto, a “Santo Espírito” de Nuno Vaz, acompanhada pela “Belém”, “Taforea Grande” e “Rio Grande”, entrou a abalroar a capitania dos rumes, mas antes um tiro da “Santo Espírito” atravessou a nau moura de lado a lado, deixando os adeptos de Maomé a nado. A luta prosseguiu com fúria, estrondos e fumo; João da Nova, ainda no batel acompanhado pelas caravelas, meteu-se ao longo da terra e com a artilharia desfazia as popas das naus mouras.

A “Flor de La Mar” disparou mais de 600 tiros grossos. O alemão Michel Arnau era um dos mestres bombardeiros da nau e não queria ouvir falar em abalroar navios inimigos; no seu entender tudo se resolvia a tiro de bombarda.
As forças portuguesas tinham alguns estrangeiros ao seu serviço, mas no lado oposto a miscelânea de nacionalidades era muito maior ainda; mouros, indianos, etíopes, afegãos, persas, turcos e romanos do Egipto, além de venezianos e renegados europeus. Os navios portugueses eram poucos, mas muito sólidos, bem construídos e artilhados. A “Flor de La Mar” vomitava ondas de fogo das amuradas e dos castelos da proa e popa, onde disparava a artilharia menor como águias, sacres e falcões de câmara, camelos e esperas. Mas, o poder português baseava-se nas grossas bombardas das amuradas que o mouro não possuía e não sabia fabricar nem poderia trazer do Egipto ou da Turquia.

A armada lusa retirou-se vitoriosa para Cochim, deixando muitos navios mouros afundados e avariados com muitas vítimas, mas também os lusos não saíram incólumes.
Em Cochim, a “Circe”, novamente a meter água, e a “Flor de La Mar” e a “Belém”, avariadas em Diu, foram devidamente carenadas e reparadas.
Entretanto, com a chegada da armada do Marechal D. Fernando Coutinho de 18 navios, mandada em 1509 por D. Manuel I, o Vice-Rei entrega, enfim, o governo da Índia a Albuquerque.

O heróico João da Nova, há quatro anos capitão da “Flor de La Mar”, morre em terra tão pobre e desamparado que Albuquerque lhe pagou o enterro. Apesar das suas muitas vitórias, não se apropriou de quaisquer bens de valor do inimigo pois entregou tudo à Coroa através do Vice-Rei. O próprio D. Francisco de Almeida também não voltou a ver Lisboa; faleceu ainda nas águas do Índico na viagem de regresso.

Texto de Dieter Dellinger Publicado na REVISTA DE MARINHA em Abril de 1989
Artigo orixinal
Categoría: 04- Nao Frol de la Mar - Publicado o 10-01-2008 12:18
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GRAN ENCICLOPEDIA GALEGA TOMO XXXIII
NOVOA, Juan de. Navegante vencellado á casa nobiliaria de Maceda (Ourense). Nacido a mediados do século XV.

Foi un dos protagonistas da conquista portuguesa das indias orientais. Joao da Nova. Un mariño galego ao servicio da coroa de Portugal (2002) é a investigación bibliográfica máis recente e mellor documentada que sobre a súa vida e o seu labor hai publicada. O seu autor, o historiador Santiago Prol (Maceda, 1960), mantén nestas páxinas que Novoa pola súa condición de extranxeiro para algúns, viuse desprazado, alén do círculo real, por mariños como Francisco de Almeida [...] e pouco despois por Afonso de Albuquerque, sendo esta tamén a causa probable de que fose estudiado na dimensión que o personaxe requiría no seu contexto.

Juan de Novoa é unha das múltiples formas nas que aparece grafado, ó longo dos séculos, o nome deste ourensán que, igual ca outros nobres galegos, fuxiu ó país veciño ante a conquista dos Reis Católicos. Unha vez alí alistouse na Mariña lusa, coa que particupou activamente en expedicións realizadas no Atlántico e converteuse en membro da garda real de Xoán II. En 1496 (un ano despois de que don Manuel I sucedese no trono o devandito monarca) foi nomeado alcalde de Lisboa, un cargo político e administrativo de gran relevancia que lle outorgaba xurisdición sobre a garda e defensa do castelo de San Xurxo e que o colocaba nunha posición estratéxica para manter contacto cos numerosos financeiros que chegaban á cidade, convertida epor entón nun mercado internacional de redistribución de produtos.

Tralas viaxes realizadas por Vasco da Gama –que descubrira unha nova ruta marítima ata a India circunnavegando África- e Álvares Cabral, a finais do século XV, en 1501 foi o mariño galego quen capitaneu a terceira expedición portuguesa cara a esas terras ó mando dunha frota de catro carabelas nas que durante moito tempo se pensou que ía tamén como subordinado de Novoa, o cosmógrafo florentino Amerigo Vespucci. Segundo Santiago Prol, esta hipótese hoxe rexéitase contundentemente.

Algunhas crónicas da época sinalan que o navegante ourensán descubriu a illa Ascensión na súa viaxe cara á India e, na de regreso a Lisboa, a estratéxica Santa Helena (1502). Durante a mesma expedición, nunha incursión realizada polo canal de Mozambique, atopou outra illa ó noroeste de San Lourenzo (Madagascar), que bautizou co seu nome. Prol menciona tamén que, aínda que nunca fose revelado polos poderes portugueses, a prestixiosa historiadora francesa Genevière Bouchon (en Revista da Universidade de Coimbra, volume XXVIII) incide na posibilidade de que na mesma travesía o mariño dera tamén coa illa Taprobana (máis tarde Ceilán e hoxe Sri Lanka).

No ano 1505 e despois de que Portugal realizara tres novas expedicións á India, Francisco de Almeida (que ía ocupa-lo cargo de vicerrei) partiu cunha escuadra de aproximadamente vinte navíos, unha expedición da que tamén formaba parte o galego, que ía ó mando da nao Frol de la mar, buque insignia da Mariña lusa.

Novoa e Almeida construíron daquela fortalezas en Kilwa (na actual Tanzania) e conquistaron Mombasa (en Quenia). Non obstante, unha serie de decisións tomadas polo vicerrei para favorece-lo seu fillo en detrimento de Novoa fixeron que o mariño galego partira cara a Lisboa, onde non chegaría por un imprevisto no camiño. Na illa de Pemba atopouse coa expedición de Tristao da Cunha (amigo persoal e profesional de Novoa) por Mozambique e ámbolos dous, con Afonso de Albuquerque conquistaron en 1507 a illa de Socotora. Ó ano seguinte volveu á India e acompañou a Almeida cunha potente armada, a Diu na India coa intención de vinga-la morte de Lorenço de Almeida, fillo do vicerrei. A intervención do galego foi decisiva para derrotar na batalla naval de Diu (1509) unha coalición de exipcios, turcos e indios, feito que lle deu a Portugal unha efémera hexemonía no Índico. É a finais dese mesmo ano, ou xa en 1510, onde hai que sitúa-la data de morte de Novoa tras unha longa enfermidade en Cochi.... (Kerala, India).


Retrato de Juan de Novoa, nun gravado en madeira de Francisco Pastor.
Gran Enciclopedia Galega
Categoría: 01-Biografia - Publicado o 07-01-2008 19:07
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DESTINO: A GALEGA
Mapa de Agalega IslandViaxe a dúas illas do Océano Indico

O nome destas dúas illas do Océano Indico, pertencentes ao arquipélago das Mauricio, púxollo Xóao de Novoa, mariño e explorador galego, despois de telas descuberto en 1501.

Din delas que dende o aire semellan un oasis verde no medio do océano Índico. Se a isto se lle suma o atolón de coral que as rodea, a area fina das súas praias e as plantacións de cocoteiros que encabezan as explotacións agrícolas, o tópico adquire unhas tinturas que converten ás illas Agalega no escenario perfecto para o cine e nun dos mellores destinos de verá para os máis aventureiros.

Contra o que poida parecer, estas dúas illas traspasan con moito as fronteiras do Padornelo e emerxen solitarias no medio do océano Índico. As cartas náuticas recollen baixo o nome de Agalega dúas illas localizadas 697 millas ao norte da Mauricio, país oa que prentencen. Os 300 habitantes que poboan estes 70 quilómetros cadrados falan o crioulo Mauricio, profesan a relixión católica e viven principalmente das explotación e exportación de cocos.

Pero, como acabou por colarse “Agalega” na toponimia mauricia? Son varias as teorías que explican a procedencia do nome actual e todas se remontan á época da conquista dos mares de casteláns e portugueses e do comercio coas Indias. Unha das hipóteses que se baralla é a do navegante portugués Pedro de Masceranhas que as nomearía así en honor a un dos seus veleiros. Pero a máis estendida apunta directamente ao Xoán de Novoa, un mariño e explorador galego que traballou ao servicio da coroa portuguesa . Como se recolle en Os novos anais de viaxe, as illas foron descubertas en 1501 polo ourensán, cando se topaba á fronte dunha flota de catro barcos e cando aínda o Vello continente non tiña noticias do descubrimento de América. El mesmo bautizounas co nome de Agalega. A descuberta tivo lugar na primeira viaxe do galego tras a súa fuxida a Portugal. O desacordo coa acción centralizadora ao cabaleiro nacido no castelo de Maceda a tomar esta decisión e a pasar a servir así a Joao II. Pronto comezou, como relata Santiago Prol no libro Joao da Nova. En mariño galego ao servicio da coroa de Portugal a participar nas descubertas que os portugueses levaron a cabo entre os séculos XV e XVL. Participou ademais nas accións militares no norte de África obtendo o título de alcaide menor de Lisboa. Nesa primeira viaxe, que fixo parada en Mozambique, Quiloá, Melinde e a India, descubriuse ademais a Illa da Ascensión.

Facer as maletas

Pero para viaxar ás dúas illas mauricias hoxe en día non é necesario embarcarse nunha daquelas expedicións comerciais con aires de conquista. Tan só é necesario facer unha solicitude a Outer Island Development Corporation de Mauricio, o único organismo que pode organizar viaxes a Agalega. Pode escollerse, iso si, entre ir en barco ou en avión. A páxina oficial do país indica aos interesados que todos os riscos que corren a conta dos propios viaxeiros, xa que as compañías non se fan responsábeis no caso de accidente. A viaxe en avión dura ao redor de tres horas sen aperitivo nin seguro.

Unha vez alí é obrigada a visita á capital Vingt Cinq, na illa norte, e a vila de La Fourche, dúas localidades unidas por un camiño coralino e areoso. A illa sur ten tan só unha vila, Saínte Rita na que se atopa a escola, un posto de policía e un pequeno hospital. Hai ademais dúas igrexas, unha presidida por un cruceiro.

Os que gosten da rutas e da natureza deben ascender a outeiro de Emerz, o punto máis alto da illa norte. Alí habita a lagarta agalega, incluída na lista CITES de especies protexidas.

Nas illas non hai rede de auga corrente. A auga potábel cóllese da chuvia, a través dun sistema de canalóns, e a que se emprega para outros usos procede de pozos. Dispoñen de servizo de saúde, composto por un médico e unha parteira, e unha vez ao longo do ano reciben a visita dun maxistrado.

A Nosa Terra – nº 1.273 do 21 ao 27 de xuño de 2007
Diario A Nosa Terra
Agalega Island Rep Mautania
Categoría: 03-Illas - Publicado o 07-01-2008 16:41
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Sobre Primer Día

Denominase sobre primer día a un sobre conmemorativo que se pon a venda o primeiro día de emisión dun selo e que ademais de levar a serie completa dos selos dedicados a navegantes ten ademais o valor especial de ter un mataselos tamen conmemorativo.
Categoría: 07-Filatelia - Publicado o 03-01-2008 12:46
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500 aniversario descobremento Santa Helena
Selo postal emitido por Inglaterra co motivo da conmemoración dos 500 anos do descubremento de Santa Helena por João da Nova.
Categoría: 07-Filatelia - Publicado o 03-01-2008 12:44
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Comentarios (3) - Categoría: 10- Comentarios - Publicado o 03-01-2008 12:41
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Santa Helena
Ilha do océano Atlántico, pertencente á Inglaterra, situada a 1.900 kms. A O. do continente africano e a uns 1.300 a SE. da ilha da Ascençao, que é a terra que lhe fica mais próxima. Tem uma superficie de 122 kms2. e a sua populaçao é superior a 4.000 habitantes na sua mayoría negros. A ilha é de origen vulcânica e bastante montañosa, atingindo as High Kills, do SO., a 840 m. de altitude. O clima é suave e saudável.

Os antigos bosques quase que desapareceram, e a flora, que continha muitas espécies peculiares à ilha, tem sido suplantada por plantas exóticas, procedentes de várias partes. Desde a abertura do Canal de Suez que o seu comércio se tornou insignificante, e a sua exportaçao em pouco mais consiste do que fibra e estopa. É uma colónia da Coroa, administrada por um governador e um conselho ejecutivo de cinco membros. Existem na ilha uma capela católica, quatro baptistas e quatro episcopais, e também algunas escolas elementares. O porto que serve Santa Helena é Jamestoun. Comunica com a Cidade do Cabo por meio de um cabo, e possui também linhas telefónicas.

Dela depende a ilha da Ascensao, Santa Helena foi descuberta em 21-V-1502 pelo navegador portugués Joao da Nova e foi colonizada pelos Holandeses em 1645, dos quais passou aos Ingleses e novamente aos Holandeses, ficando definitivamente em poder daqueles a partir de 1673. A Compañía das Indias Orientais cedeu-a ao Estado em 1834. Tornou-se mais conhecida por ter sido, em 1815 e 1821 o lugar de desterro de Napoleón.

Grande Enciclopedia Portuguesa-Brasileira.
Categoría: 03-Illas - Publicado o 02-01-2008 18:17
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Ascensao
Pequena ilha do Océano Atlantico, entre a África e a América do Sul, a 1.550 km. a SO. do cabo das Palmas e 1.200 km. a NO. de Santa Helena.

Tem 8 km. de largura por 13 km de comprimento.

Foi descoberta em 1501 pelo galego Joao da Nova, ao serviço de Portugal.

O seu primeiro nome foi ilha da Conceiçao. D. Joao III deu-lhe foral em 25 de Agôsto de 1539. Em 1815, quando Napoleao foi desterrado pasa Santa Helena, a Inglaterra tomou posse da ilha, establelecendo nela um pôsto militar.

A ilha da Ascensao é de formaçao vulcânica. Árida e estéril, a sa pequena produçao mal chega para os seus poucos habitantes.

Grande Enciclopedia Portuguesa-Brasileira Vol III
Goberno da illa Ascensao
Categoría: 03-Illas - Publicado o 02-01-2008 17:12
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Moeda Santa Helena
Moeda de Santa Helena de Joao da Nova
Moeda emitida no ano 2002 na illa de Santa Helena conmemorando o 500 aniversario da descuberta por João da Nova en 1502
Categoría: 07-Filatelia - Publicado o 02-01-2008 16:35
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