Joao da Nova


Todo o referente o Navegante João da Nova
O navegante João da Nova (orixinalmente Joan de Nóvoa) nacido en Maceda-Ourense mostrase como un galego universal, o máis relevante do seculo XVI.

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ILHA DA TRINDADE DESCUBERTA POR JOÃO DA NOVA
Illa TrinidadeSituada a 1.090km da costa do estado do Espírito Santo, no oceano Atlântico, a ilha de Trindade é muito montanhosa e de difícil acesso por causa do mar agitado naquela região. A ilha desabitada tem cerca de sete quilômetros de extensão por quatro quilômetros de largura, sendo toda cercada de rochedos, com exceção de uma pequena praia em seu lado sudeste (ilustração), de areia muito branca e fina, onde existe um morro em forma de pirâmide, com 390 metros de altura, ao qual se dá o nome de Pão de Açúcar. Na extremidade meridional da ilha, em um rochedo com 70 metros de altura, encontra-se um túnel com cerca de 140 metros de extensão, por onde as águas do mar penetram naturalmente, fazendo grande ruído.
Descoberta pelos navegadores portugueses na época do descobrimento do Brasil, ela foi ocupada pelos ingleses, no século 18, depois restituída a Portugal e finalmente passou ao domínio brasileiro quando a independência foi proclamada em 1822. Durante todo esse tempo a ilha de Trindade permaneceu sem ter habitantes, até que em janeiro de 1895 o governo inglês considerou-a apropriada para a instalação dos equipamentos de uma companhia telegráfica transatlântica e por isso enviou para lá o navio Barracouta, cujos tripulantes desembarcaram em solo ilhéu e nele hastearam a bandeira inglesa. Esse fato chegou ao conhecimento das autoridades brasileiras em 16 de julho do mesmo ano, e estas solicitaram a imediata devolução da ilha, mas a Grã-Bretanha apegou-se à circunstância de que ela estava abandonada e por isso propôs arbitramento internacional para solucionar a pendência. Como o Brasil não aceitou a proposta inglesa, o governo português se ofereceu como intermediário para a tentat iva de encontrar uma forma de resolver amigavelmente o impasse entre as duas nações, o que veio a acontecer quando a Inglaterra reconheceu o direito de plena soberania do Brasil sobre a ilha da qual havia se apossado indevidamente.

Descrevendo a história da ilha de Trindade, em Folha Online, o jornalista Lucas Cembranelli informa que ela surgiu há aproximadamente 3 milhões de anos depois de uma série de explosões vulcânicas na extremidade oriental da cadeia de montanhas submarinas localizadas na mesma latitude de Vitória, no Espírito Santo. E esclarece: “O descobrimento da ilha é atribuído ao navegante espanhol João da Nova, que viajava a serviço de Portugal. Em março de 1501 o navegante partiu de Lisboa com destino à Índia, mas o mau tempo e os fortes ventos do Atlântico Sul, próximo da costa africana, obrigaram-no a mudar de rota, o que resultou na descoberta de uma nova porção de terra, que foi chamada Ilha de Assunção. Um ano após a descoberta, o português Estevão da Gama, durante uma viagem para a Índia, visitou a ilha, mas ignorando a passagem de João da Nova, deu o nome para as terras de Ilha da Trindade, mantido até hoje. Em 22 de agosto de 1539, o rei de Portugal, Dom João 3º, doou o território para o fidalgo da Casa Real, Belchior de Carvalho, que entretanto jamais tomou posse”.

Continuando, diz o jornalista que “em 1700, o astrônomo inglês Edmond Halley, durante uma expedição para realizar medições magnéticas no Atlântico, para o governo inglês, teria se deslumbrado com os contornos e formas impressionantes da ilha, e resolveu tomar posse, desconhecendo a descoberta de Portugal. Em 1781, a Inglaterra ocupou a ilha com tropas militares. Sabendo da ocupação, Portugal protestou em Londres. Enquanto o assunto se resolvia pelos canais diplomáticos, em 1783, o vice-rei do Brasil, Luís de Vasconcelos, enviou 150 militares de artilharia de desembarque a bordo da nau “Nossa Senhora dos Prazeres” para expulsar os ingleses. Porém, quando as tropas de portuguesas chegaram, os ingleses já haviam abandonado a ilha, deixando materiais de guerra, como 12 canhões intactos. Depois da retirada inglesa, Portugal resolveu colonizar a ilha enviando casais de açorianos ao local, munidos de sementes e instrumentos agrícolas. Porém, logo verificaram que o solo era improduti vo e não prestava para a lavoura. Trindade passou a ficar ocupada somente por militares, e serviu de presídio a réus incendiários. A ocupação perdurou até 1795, quando o Conde de Resende determinou a desocupação da ilha, que voltou a ficar abandonada”.

E conclui sua descrição: “Em 1895, a Inglaterra voltou a ocupar Trindade, declarando-a território britânico. Depois de várias tentativas de mediação, os ingleses re-solveram recuar e, em agosto de 1896, retirou os sinais de sua posse. No ano seguinte, o cruzador brasileiro Benjamin Constant dirigiu-se à ilha para a ocupação oficial e definitiva. Foi construído um marco na encosta do morro do Pão de Açúcar, com duas placas comemorativas. Durante a Primeira Guerra Mundial, o território serviu de guarnições militares, e logo após ao término dos conflitos foi novamente abandonado. Entre os anos de 1924 e 26, o presidente Artur Bernardes transformou Trindade em um presídio político. Nessa época, foi colocada a imagem Nossa Senhora de Lourdes na gruta que recebe o mesmo nome. Estiveram entre os presos na ilha o patrono da força aérea brasileira, Marechal-do-Ar Eduardo Gomes, e Juarez Távora. Deflagrada a Segunda Guerra Mundial, a Marinha do Brasil voltou a ocupar Trindade militarme nte, devido à sua localização estratégica. A ocupação da Marinha durou até 13 de junho de 1945. Em 1950, a ilha foi visitada por uma importante expedição científica, sob a orientação do ministro João Alberto, com a finalidade de planejar uma colonização e construir uma base aeronaval. Em 1957, a Ilha da Trindade foi ocupada por brasileiros da Marinha com a criação do Poit (Posto Oceanográfico da Ilha da Trindade), que até hoje protege o território”.

FERNANDO KITZINGER DANNEMANN
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Comentarios (0) - Categoría: 03-Illas - Publicado o 16-02-2008 00:57
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