Joao da Nova


Todo o referente o Navegante João da Nova
O navegante João da Nova (orixinalmente Joan de Nóvoa) nacido en Maceda-Ourense mostrase como un galego universal, o máis relevante do seculo XVI.

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POR FIN VOOS COMERCIAIS A SANTA HELENA
chegada do primeiro voo a Santa HelenaLogo da polémica xerada pola perigosidade do Aeroporto de Santa Helena [e polo custo de máis de 320 millóns de euros], a compañía privada Airlinkn de Sudáfrica, comezou cun voo comercial á semana dende Johanesburgo [dende o sábado 14 de outubro deste 2017], á illa que descubrira João da Nova, o navegante galego vencellado á casa nobiliaria de Maceda. O prezo oscila entre os 904 e os 1.783 euros, con seis horas de duración. Mesmo pretenden outro voo mensual entre Santa Helena e Ascensión. Eis a nova recollida de www.newsavia.com [a foto da chegada do primeiro voo a Santa Helena é de Gianluigi Guercia / AFP]:

“O Governo da ilha de Santa Helena, um território ultramarino do Reino Unido no Atlântico Sul, frente à costa de Angola, e a companhia aérea sul-africana SA Airlink, anunciaram na tarde deste sexta-feira, dia 21 de julho (2017), a assinatura de um protocolo para a realização de voos comerciais regulares para a ilha de Santa Helena. O anúncio era esperado com grande ansiedade pelos habitantes da ilha, cuja única ligação regular para e do exterior é ainda assegurada por um navio-correio, único caso conhecido em territórios ultramarinos europeus, que é assegurado pela Coroa Britânica, entre os portos da Cidade do Cabo, na República da África do Sul, e de Jamestown, na ilha de Santa Helena, de três em três semanas.

Segundo o comunicado governamental a SA Airlink, que já tinha feito um voo charter para a ilha (LINK notícia relacionada) vai agora tratar de toda a parte burocrática junto da Autoridade Nacional de Aviação Civil da África do Sul, após o que serão acertados horários e tarifas. Os voos para e da Ilha de Santa Helena serão feitos à partida do Aeroporto Internacional OR Tambo/Joanesburgo, com uma escala no Aeroporto Internacional de Windhoek, capital da Namíbia, no Sudoeste Africano, nas duas direções. Mensalmente, provavelmente no segundo sábado de cada mês, a SA Airlink assegurará um voo entre as ilhas de Santa Helena e de Ascensão.

O comunicado da governadora de Santa Helena indica ainda que os voos serão assegurados por aviões Embraer E190-100 IGW, também conhecidos por E190 ETOPS, configurados com duas classes. O tempo total de voo entre Joanesburgo e Santa Helena, contando com a escala de meia hora em Windhoek, será de aproximadamente 06h15. O acordo com a SA Airlink é por um período de três anos, após a realização do primeiro voo”.
News Avia
Categoría: 03-Illas - Publicado o 02-11-2017 00:15
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AS CINCO ILLAS DISPERSAS
Illa Joao da NovaConforman un conxunto de illas deshabitadas no Océano Índico ao abeiro do Canal de Mozambique e que pertencen –anacronicamente- a Francia. Entre elas está Juan de Nova Island, que fora descuberta polo extraordinario navegante -orixinario de Maceda-, João da Nova, o galego máis sobranceiro do século XVI, e que aínda non está recoñecido como debería na memoria colectiva do Noso País. Tiramos desta volta da Wikipédia, a enciclopédia livre, en portugués: As Ilhas Esparsas, ou Ilhas Dispersas do Oceano Índico (em francês: Îles éparses de l'océan indien) são um conjunto, criado para fins administrativos, de cinco ilhas desabitadas do Oceano Índico que estão sob soberania francesa (os números mostram a localização na carta ao lado): No Canal de Moçambique: Bassas da Índia, Europa, Gloriosas e João da Nova. No grupo das ilhas Mascarenhas: Tromelin. As ilhas, sem população residente, são domínio privado do estado francês, sendo administradas colectivamente pelo administrador superior das Terras Austrais e Antárticas Francesas que, sob a tutela do Ministro do Ultramar de França, exerce sobre elas as funções administrativas e de controlo jurisdicional, nomeadamente no que respeita à pesca na zona económica exclusiva e à protecção da natureza. O administrador destes territórios está sediado em Saint-Pierre, na ilha da Reunião. As ilhas estão classificadas como reservas naturais, com particular interesse para a conservação das populações de tartarugas e aves marinhas. Nelas funcionam também estações meteorológicas, com particular destaque para a ilha Tromelin, onde se situa uma estação de vigilância dos ciclones tropicais na sua rota de aproximação a Madagáscar.

A ilha de João da Nova (ou Juan de Nova em espanhol e francês) é uma pequena e desabitada ilha no Canal de Moçambique, dependente das Terras Austrais e Antárcticas Francesas. O seu vizinho mais próximo é Madagáscar, a leste, seguindo-se-lhe Moçambique, a oeste. Foi descoberta pelo navegador galego-português João da Nova. As ilhas são administradas como parte das Ilhas Esparsas do Oceano Índico pelo administrador superior das Terras Austrais e Antárticas Francesas (TAAF).

N.B.- Engadimos un link -pendurado en youtube- abondo interesante sobre o aterraxe dun avión militar francés na illa que leva o nome do mariño macedán:

Aterraxe na illa
Categoría: 03-Illas - Publicado o 16-10-2017 23:53
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ILHA DA TRINDADE DESCUBERTA POR JOÃO DA NOVA
Illa TrinidadeSituada a 1.090km da costa do estado do Espírito Santo, no oceano Atlântico, a ilha de Trindade é muito montanhosa e de difícil acesso por causa do mar agitado naquela região. A ilha desabitada tem cerca de sete quilômetros de extensão por quatro quilômetros de largura, sendo toda cercada de rochedos, com exceção de uma pequena praia em seu lado sudeste (ilustração), de areia muito branca e fina, onde existe um morro em forma de pirâmide, com 390 metros de altura, ao qual se dá o nome de Pão de Açúcar. Na extremidade meridional da ilha, em um rochedo com 70 metros de altura, encontra-se um túnel com cerca de 140 metros de extensão, por onde as águas do mar penetram naturalmente, fazendo grande ruído.
Descoberta pelos navegadores portugueses na época do descobrimento do Brasil, ela foi ocupada pelos ingleses, no século 18, depois restituída a Portugal e finalmente passou ao domínio brasileiro quando a independência foi proclamada em 1822. Durante todo esse tempo a ilha de Trindade permaneceu sem ter habitantes, até que em janeiro de 1895 o governo inglês considerou-a apropriada para a instalação dos equipamentos de uma companhia telegráfica transatlântica e por isso enviou para lá o navio Barracouta, cujos tripulantes desembarcaram em solo ilhéu e nele hastearam a bandeira inglesa. Esse fato chegou ao conhecimento das autoridades brasileiras em 16 de julho do mesmo ano, e estas solicitaram a imediata devolução da ilha, mas a Grã-Bretanha apegou-se à circunstância de que ela estava abandonada e por isso propôs arbitramento internacional para solucionar a pendência. Como o Brasil não aceitou a proposta inglesa, o governo português se ofereceu como intermediário para a tentat iva de encontrar uma forma de resolver amigavelmente o impasse entre as duas nações, o que veio a acontecer quando a Inglaterra reconheceu o direito de plena soberania do Brasil sobre a ilha da qual havia se apossado indevidamente.

Descrevendo a história da ilha de Trindade, em Folha Online, o jornalista Lucas Cembranelli informa que ela surgiu há aproximadamente 3 milhões de anos depois de uma série de explosões vulcânicas na extremidade oriental da cadeia de montanhas submarinas localizadas na mesma latitude de Vitória, no Espírito Santo. E esclarece: “O descobrimento da ilha é atribuído ao navegante espanhol João da Nova, que viajava a serviço de Portugal. Em março de 1501 o navegante partiu de Lisboa com destino à Índia, mas o mau tempo e os fortes ventos do Atlântico Sul, próximo da costa africana, obrigaram-no a mudar de rota, o que resultou na descoberta de uma nova porção de terra, que foi chamada Ilha de Assunção. Um ano após a descoberta, o português Estevão da Gama, durante uma viagem para a Índia, visitou a ilha, mas ignorando a passagem de João da Nova, deu o nome para as terras de Ilha da Trindade, mantido até hoje. Em 22 de agosto de 1539, o rei de Portugal, Dom João 3º, doou o território para o fidalgo da Casa Real, Belchior de Carvalho, que entretanto jamais tomou posse”.

Continuando, diz o jornalista que “em 1700, o astrônomo inglês Edmond Halley, durante uma expedição para realizar medições magnéticas no Atlântico, para o governo inglês, teria se deslumbrado com os contornos e formas impressionantes da ilha, e resolveu tomar posse, desconhecendo a descoberta de Portugal. Em 1781, a Inglaterra ocupou a ilha com tropas militares. Sabendo da ocupação, Portugal protestou em Londres. Enquanto o assunto se resolvia pelos canais diplomáticos, em 1783, o vice-rei do Brasil, Luís de Vasconcelos, enviou 150 militares de artilharia de desembarque a bordo da nau “Nossa Senhora dos Prazeres” para expulsar os ingleses. Porém, quando as tropas de portuguesas chegaram, os ingleses já haviam abandonado a ilha, deixando materiais de guerra, como 12 canhões intactos. Depois da retirada inglesa, Portugal resolveu colonizar a ilha enviando casais de açorianos ao local, munidos de sementes e instrumentos agrícolas. Porém, logo verificaram que o solo era improduti vo e não prestava para a lavoura. Trindade passou a ficar ocupada somente por militares, e serviu de presídio a réus incendiários. A ocupação perdurou até 1795, quando o Conde de Resende determinou a desocupação da ilha, que voltou a ficar abandonada”.

E conclui sua descrição: “Em 1895, a Inglaterra voltou a ocupar Trindade, declarando-a território britânico. Depois de várias tentativas de mediação, os ingleses re-solveram recuar e, em agosto de 1896, retirou os sinais de sua posse. No ano seguinte, o cruzador brasileiro Benjamin Constant dirigiu-se à ilha para a ocupação oficial e definitiva. Foi construído um marco na encosta do morro do Pão de Açúcar, com duas placas comemorativas. Durante a Primeira Guerra Mundial, o território serviu de guarnições militares, e logo após ao término dos conflitos foi novamente abandonado. Entre os anos de 1924 e 26, o presidente Artur Bernardes transformou Trindade em um presídio político. Nessa época, foi colocada a imagem Nossa Senhora de Lourdes na gruta que recebe o mesmo nome. Estiveram entre os presos na ilha o patrono da força aérea brasileira, Marechal-do-Ar Eduardo Gomes, e Juarez Távora. Deflagrada a Segunda Guerra Mundial, a Marinha do Brasil voltou a ocupar Trindade militarme nte, devido à sua localização estratégica. A ocupação da Marinha durou até 13 de junho de 1945. Em 1950, a ilha foi visitada por uma importante expedição científica, sob a orientação do ministro João Alberto, com a finalidade de planejar uma colonização e construir uma base aeronaval. Em 1957, a Ilha da Trindade foi ocupada por brasileiros da Marinha com a criação do Poit (Posto Oceanográfico da Ilha da Trindade), que até hoje protege o território”.

FERNANDO KITZINGER DANNEMANN
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Comentarios (0) - Categoría: 03-Illas - Publicado o 16-02-2008 00:57
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JUAN DE NOVA ISLAND (ILHA JOÃO DA NOVA)
Ilha Joao da Nova visto por Satelite
João da Nova descubríu outra illa que leva o seu nome [oficialmente un híbrido entre castelán, portugués e inglés]. Pertence ao Departamento de Ultramar de Francia dende 1897 e depende administrativamente de Reunión. Juan de Nova Island [9,6 km2] está xeralizado que foi achada polo nauta galego na viaxe de 1501. Así o recolle o Códice Add. 20902 da British Library e as actuais autoridades administrativas da illa. Agora ben, o historiador Damião Peres en Historia dos Descobrimentos Portugueses (1992) relaciona esta descuberta coa frustrada viaxe de regreso que João da Nova facía cara Lisboa en 1506 co buque insignia da mariña portuguesa, a nao Frol de la Mar.

As fortes correntes mariñas do Canal de Mozambique fan moi perigosa a travesía ao seu carón. Está arrodeada de arrecifes de coral. Madagascar reclama, dende hai catro décadas, a illa como parte natural do seu territorio. Até 1970 explotouse o guano [excrementos de aves mariñas que se utilizan como fertilizantes] e fosfatos.

Na Segunda Guerra Mundial (1939-1945) tocaron aquela illa os submarinos alemáns. Hoxe está ocupada por un destacamento militar dos franceses e por metereólogos. Dispón dun aeródromo que forma parte da infraestructura militar dos galos naquela conflitiva zona do Índico por mor dos caladeiros de pesca que disputan varios países e nos que se teñen enleado armadores e pesqueiros galegos nos últimos tempos.

Adianto editorial "Nobres Vencellados ao Castello de Maceda” por Santiago Prol., Fragmento do capítulo "João da Nova, o descubridor do século XVI"
Categoría: 03-Illas - Publicado o 24-01-2008 17:39
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AGALEGA ISLANDS.
Hogano existen varios traballos e mesmo webs que vencellan Agalega Islands con João da Nova e a III Expedición á India. Cartograficamente aparecen co nome A Galega en 1650 [Nova Totius Terrarum Geographica ac Hydrographica Tábula]. Son dúas illas [separadas por un banco de area] ubicadas no Oceano Índico que pertencen administrativamente a Mauricio. Teñen 70 km2 e uns 300 habitantes de fala crioula e relixión católica. Colonizadas polos holandeses no século XVII, ocupounas Francia a comezos do século XVIII e pasaron a control británico en 1810, nas Guerras Napoleónicas. O sistema de explotación das illas lévao a Sociedade Estatal da República de Mauricio [Illas Anexas]. Ultimamente a India ten amosado interese por adquirilas, coa plausíbel ampliación do aeroporto como base militar nunha zona estratéxica do Índico. Na Illa Norte áchase a capital Vingt Cinq, a vila de La Fourche e o aeródromo. Na Illa do Sul aséntase a vila Sainte Rite. As principais explotacións son a copra e o aceite de coco. O máis curioso das illas é a lagartixa agalega (Phelsuma borbónica agaleae).

Na web oficial da República de Mauricio (www.gov.mu), dentro do apartado “Ministry of Rodrigues and outer Islands”, colgaron: “A school of thought now accepts that the islands Agalega were discovered and baptised in 1501 by Juan da Nova, who was a Galician in the employ of the Portuguese and who was nicknamed “Jean Gallego” by his sailors. An extract from Les Nouvelles Annales de Voyage (tome 38, page 88) reads: L´Ile Galega, avec l´article A´Galega (La Galicienne), porte ce nom parce qu´elle fut decouverte en 1501 par Juan de Nova, galicien, au service du Portugal, qui commandait une flotte destinee pour les Indes. En revenant en Europe, ce meme navigateur decouvrit les iles de l´Ascensión et Sainte Helene.” Nesa liña amósase o historiador A. Vázquez-Monxardín en O mariñeiro ourensán Joan de Novoa. Alcaide de Lisboa deu o seu nome e o de Agalega a illas do Índico, no núm. 27 de Auria (1999). Aínda que a rota na Carreira da India se facía habitualmente -na primeira década do século XVI- polo perigoso canal de Mozambique, é factíbel que João da Nova, que levaba navíos especiais e a misión de descubrir novas terras, puidese tocar estas illas pola banda oriental de São Lourenço [Madagascar]. O escritor Xurxo Souto, no xornal La Opinión, o 29 de maio de 2005, na incursión A expedición de Agalega, evoca: “O contorno é cuspidiño á silueta das illas Cíes. Non puido reparar en tal coincidencia, hai cinco séculos, o noso navegador João da Nova? Agora compre que unha expedición desta ribeira se achegue ao Índico disposta a tecer novas amizades para que, algún día, na vila Santa Rita de Agalega, poida campar tamén, no letreiro dunha rúa, o nome do grande navegador João da Nova de Maceda”.

Adianto editorial "Nobres Vencellados ao Castello de Maceda” por Santiago Prol., Fragmento do capítulo "João da Nova, o descubridor do século XVI"
Categoría: 03-Illas - Publicado o 21-01-2008 17:17
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ILHA DA TAPROBANA, ACTUAL SRI LANKA
João da Nova aínda atopou un territorio máis relevante, que non transcendeu ao longo dos séculos, por mor do que se deu en chamar a política do sigilo e polo menosprezo manifesto de non poucos historiadores. A Ilha da Taprobana, actual Sri Lanka [66.000 km2], até hai pouco Ceilán, foi tocada no 1501 polo mariño galego. En Colombo -a capital do país- atópase un padrão pouco convencional co escudo de Portugal toscamente esculpido e coa data 1501 ao seu carón, o vestixio máis antigo da presenza lusa -e galega- en Asia. Ende ben, a única expedición portuguesa en Oriente naquel intre era a que comandaba João da Nova. O rei Manuel I recibira informacións de Taprobana dende a primeira viaxe. Naquel intre desexaba que a illa fose “o principal asento do Estado portugués na India”. Sabía que a canela estaba a metade do prezo que en Calecute. Ademais era un punto clave no control do golfo de Bengala e da vizosa área de Malaca. A importancia económica, estratéxica e simbólica de Ceilán
fixo que o nauta galego a procurase en 1501, aínda que a descuberta non se oficializou até un lustro despois, polo silencio oficial da coroa -coa conivencia do mariño galego- e porque xurdiron serios problemas no Malabar indio que absorveron toda a táctica política, militar e comercial dos lusos dende 1501 a 1506. N´Os Lusíadas (1572) xa se amentaba ao comezo do Canto I:

As armas e os Barões assinalados
Que, da Ocidental praia Lusitana,
Por mares nunca de antes navegados
Passaram aínda além da Taprobana,
En perigos e guerras esforçados,
Mais do que prometía a força humana,
E entre gente remota edificaram
Novo reino, que tanto sublimaram.

Esta illa en forma de bágoa ten hoxe 19 millóns de habitantes. Dende hai varias décadas soporta un conflicto armado cos Tigres de Liberación da Patria Tamil, unha minoría orixinaria da India, fiel ao hinduísmo, que reclama certos territorios de Ceilán. A maioría da poboación profesa o budismo. No templo de Dalada Maligava (Kandy) gárdase unha das reliquias máis famosas desta relixión: un venerado dente de Buda que chegou á cidade agachado nun cabelo dunha princesa e que sobrevivíu a un intento de destrucción de integristas católicos portugueses a mediados do século XVI. En Ceilán estivo o poeta chileno Pablo Neruda como cónsul a finais dos anos vinte do século pasado. O economista Leonard Woolf [o home da escritora Virginia Woolf] quedou fascinado pola vexetación da illa. Alí servíu á Administración británica en 1904. Camões (1572), no Canto V da súa epopeia, consagra unha estrofa con referencias á canela [“cortiça cálida, cheirosa”] e a Colombo [“Columbo”], a capital de Sri
Lanka:

A nobre ilha também de Taprobana,
Já pelo nome antigo tão famosa
Quanto agora soberba e soberana
Pela cortiça cálida, cheirosa,
Dela dará tributo à Lusitana
Bandeira, quando, excelsa e gloriosa,
Vencendo se erguerá na torre erguida,
Em Columbo, dos próprios tão temida.

Adianto editorial "Nobres Vencellados ao Castello de Maceda” por Santiago Prol., Fragmento do capítulo "João da Nova, o descubridor do século XVI"
Categoría: 03-Illas - Publicado o 21-01-2008 17:16
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SANTA ELENA (Saint Helena).
SANTA ELENA (Saint Helena). Ilsa y colonia británica en el Atlántico Sur, a 1.800 km de la costa africana; 122 km2 y 5.000 hab. en 1970, negros y mulatos. De origen volcánico, tiene un relieve abrupto, alternando en el N. Con pequeñas llanuras. Culmina en el monte Actaeon a 818 m. Clima tropical, suavizado por los alisios del SE. Cámaño, lino, patatas. Ganadería. Artesanía. Cap. Y puerto, Jamestown (1.470 hab. en 1966). Dependencias: islas de Ascensión y Tristán da Cunha.

Hist. Fue descubierta en 1502 por el navegante João da Nova, y los portugueses fundaron en ella un establecimiento, ocupado sucesivamente por los holandeses (1633) y una guarnición de la Compañía Británica de las Indias Orientales (1651).
Se hizo célebre por ser el lugar de confinamiento de Napoleón I, el cual llegó en 1815 y permaneció en ella hasta que falleció (1821) en Longwood, cerca de Jamestown.
En 1834 se convirtió en colonia de la corona británica y en 1900-02 sirvió como prisión para los bóers.

Diccionario Enciclopédico Salvat Universal.
Categoría: 03-Illas - Publicado o 15-01-2008 15:45
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ASCENSIÓN,
Ascensión, en ingl. Wideawake Island, isla de Gran Bretaña, en el Atlántico sur, a 1100 km al NO de Santa Elena, de la que depende administrativamente. Está constituida por materiales volcánicos. Tiene 88 km2 y 300 hab.

-- Hist. Descubierta por los portugueses el día de la Ascensión pasó a los britanicos, quienes instalaron en ella una guarnición en 1815. Desde 1922 depende administrativamente de Santa Elena. En 1942, E.U.A. instaló en ella una base militar, utilizada por los británicos en 1982 como base logística, con ocasión de la guerra de las Malvinas.

Gran Enciclopedia Larouse – Tomo 16 Editorial Planeta..
Categoría: 03-Illas - Publicado o 14-01-2008 15:19
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SANTA ELENA o SAINT HELENA
SANTA ELENA o SAINT HELENA, isla británica del Atlántico sur, a 1930 km de África y a 3.500 de Brasil; 122 km2; 5.600 hab. Cap. Jamestown. Es una isla volcánica muy accidentada (monte Actaeon, 875 m de alt.), de gran interés ecológico por su excepcional fauna y flora (más de 40 especies exclusivas que sólo viven en la isla). El principal recurso económico es la pesca, seguido de la producción maderera (artesanía). La isla se mantiene por la ayuda económica de la metrópoli, al igual que Ascensión, vinculada administrativamente a Santa Elena, y a donde emigra parte del excedente laboral de santa Elena. Asimismo el archipiélago Tristan da Cunha depende de Santa Elena.

-- Hist. La isla, descubierta por el navegante portugués João da Nova Castella (1502), se convirtió en lugar de deportación, y fue anexionada (1633), y posteriormente ocupada (1645) por los neerlandeses; en 1659 pasó a poder de los ingleses, que la cedieron a la Compañía de Indias. Recuperada provisionalmente (1673) por los neerlandeses, perteneció luego a los británicos, quienes deportaron a ella a Napoleón I (1815-1821). En 1834, la isla pasó a depender directamente del gobierno británico. En el s. XIX fue puerto de recalado en la ruta hacia la India, hasta la apertura del canal de Suez.

Gran Enciclopedia Larouse – Tomo 16 Editorial Planeta.
Categoría: 03-Illas - Publicado o 14-01-2008 15:19
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ILHA DA TRINDADE
Silhueta de morros e picos da Ilha da Trindade, baú de histórias
Reino Unido ocupou por duas vezes a ilha de Trindade, mas acabou por reconhecer, em 1896, a soberania brasileira sobre o território.
A ilha de Trindade está localizada no Atlântico sul e dista 1.100km do litoral do estado brasileiro do Espírito Santo, ao qual se vincula administrativamente. Com área de 8,2km2, é de origem vulcânica e tem topografia muito acidentada, com elevações que atingem 600m no pico Desejado. A vegetação é arbustiva e herbácea, mas nas encostas meridionais, úmidas e de maior altitude, ocorrem associações de fetos arborescentes de grande porte, que formam as chamadas florestas de samambaias.

De clima quente, a ilha de Trindade concentra grande número de aves marinhas, caranguejos de hábitos terrestres e tartarugas marinhas, que vivem ao lado de suínos, caprinos e ovinos em estado selvagem. Apresenta condições desfavoráveis para a agricultura, mas as águas que a cercam são extraordinariamente piscosas.

Descoberta em 1501 por João de Nova e visitada em 1502 por Estêvão da Gama, de quem recebeu o nome atual, chegou a constituir a capitania da Assunção, em 1539, sem ter sido povoada. Foi utilizada como presídio político em 1924 e desde 1958 tem uma base meteorológica mantida pela Marinha.
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Categoría: 03-Illas - Publicado o 14-01-2008 10:08
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